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Durante toda a semana a Radio e Televisão de Portugal (RTP) havia realizado algumas experiências em treinos noturnos da equipa do Sporting, cujo Estádio era vizinho dos estúdios do Lumiar.

No dia do jogo, o novo carro de exteriores (um gigante Mercedes-Benz recheado da tecnologia da altura e pintado com amarelo forte, a então cor oficial da RTP) instala-se no local para a primeira reportagem direta do exterior, com difusão pela sua rede de emissores e com as operações a cargo de Artur Ramos.

A realização dispôs de três câmaras operadas por Formosinho Sanches, Augusto Rosa e Gustavo Pavão: uma sobre a linha central em plano alargado e duas de grande plano junto às laterais, nos extremos do campo. Destas três câmaras, só uma tinha zoom - uma verdadeira maravilha para altura que permitia fazer qualquer tipo de plano desde 150 mm até 750 mm com foco permanente. As restantes câmaras possuíam uma torre de objetivas fixas de 50, 75, 100, 150 e 300 mm, que se deslocavam manualmente.

O relato esteve a cargo de Domingos Lança Moreira; Fernando Seromenho fez as entrevistas e comentários, acompanhado de Mário Cília, que realizou igualmente algumas entrevistas; Torcato David teve a seu cargo a parte técnica desta tarefa, assegurando uma boa transmissão. Foi também destacada uma equipa de três redatores da atualidade desportiva, composta por Serafim Marques, José Manuel Marques e Artur Fernandes.

Para a história fica a vitória leonina por 4 - 0, com golos de Vadinho, Ivson (2) e David Júlio.

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Acontece

China aposta em TI para melhorar gestão de aeroportos

Tecnologia e inovação são a saída para que os aeroportos da China não entrem em colapso. Um estudo recente realizado pela Sita mostra que o investimento na indústria de tecnologia é indispensável para que o país asiático consiga administrar o crescente número de passageiros de seus terminais.

No ano passado os terminais chineses ganharam mais de um bilhão de passageiros em suas salas de embarque. O número representa aumento de 13% em relação a 2016 e atesta que esse crescimento ocorre em taxas exponencialmente muito altas.

Como solução, a TI tem sido a aposta. Em 2017 o investimento em tecnologia representou 5,6% das receitas, valor que hoje chega a 7,5% – a média global é de 5,69%. “A digitalização é uma prioridade para as companhias aéreas e os aeroportos da China. Nossa pesquisa mostra que 100% das companhias aéreas e 95% dos aeroportos já possuem uma transformação digital, em implementação ou planejada”, revela o vice-presidente e gerente geral de Ásia Oriental da Sita, May Zhou.

No levantamento realizado pela Sita, foram analisadas as taxas de implementação de TI em nova áreas diferentes de segurança cibernética. Tanto aéreas como aeroportos chineses superam as médias mundiais em todos os itens. “Isso mostra o compromisso e o reconhecimento da importância da segurança cibernética pela indústria de transporte aéreo na China”, afirma o estudo.

Cisco aposta em oportunidades fora das áreas de TI durante "espera" do mercado

Cisco aposta em oportunidades fora das áreas de TI durante

Em um momento no qual o mercado nacional se encontra em período de "espera", a Cisco está apostando em negócios fora das áreas tradicionais de TI para continuar sua expansão no Brasil através de parceiros, afirmou o presidente da companhia no Brasil, Rodrigo Dienstmann.

"Existe uma contenção nas decisões de grandes projetos estruturais, mas mesmo nesse momento de 'stand-still' existem casos de parceiros que estão acelerando muito forte porque eles acharam a abordagem certa", explicou o executivo nesta quarta-feira (13), durante o Cisco Partner Forum, que reuniu canais, consultorias, integradores e outros parceiros da companhia para uma atualização do mercado. "E inventar mercados é falar com interlocutores com os quais você não falava, ou vender fora da área de TI".

A Cisco possui hoje um ecossistema de cerca de 3 mil parceiros no Brasil e é através deles que a organização faz grande parte de sua medição da "temperatura" dos negócios no país já que os parceiros estão em contato direto com clientes de uma série de diferentes áreas de atuação.

Segundo Dienstmann, mesmo com a crise, há oportunidade de venda de tecnologia para áreas fora das equipes tradicionais de TI. Hoje, a estimativa é que metade do orçamento de tecnologia das empresas já não está mais nas mãos das equipes de TI, mas sim nas mãos de divisões de negócios que têm um potencial grande de adoção de tecnologias para agregar valor às suas operações.

Um dos exemplos é o cenário atual dos quatro pilares de soluções que a Cisco oferece, cada um focado em um problema de negócio específico dos clientes. O primeiro pilar é focado na melhoria da experiência do consumidor final; em segundo lugar, estão tecnologias para melhorar a experiência e produtividade do funcionário do cliente; em terceiro, as melhorias para processos de negócio de clientes ligados ao ganho de eficiência; por fim, está a adoção de tecnologias para transformação da TI, que passa por atualização de sistemas e segurança.

Dos quatro pilares, hoje só o último é um tipo de investimento que se encontra nas mãos do CIO, além de ser o único do grupo que está estabilizado no país - enquanto os outros ainda possuem potencial de crescimento.

"O CIO já não tem mais capacidade para fazer a mediação completa, ele vai ser mais um consultor interno. As unidades de negócio já estão comprando fora", afirmou o executivo. "A gente tem simulado muito com os parceiros a capacidade deles terem essas conversas, sempre respeitando a opinião do CIO e o envolvendo, mas não necessariamente começar a conversa com ele".

No Brasil, o executivo cita o exemplo de recentes projetos de parceiros da Cisco na área de Internet das Coisas (IoT) ligados à logística e automação industrial como um dos principais potenciais do mercado. No setor de transporte público, um dos mercados em expansão é o de iniciativas de conectividade, como a implementação de Wi-Fi em ônibus de linha.

Outra vertical que continua ativa na rede de parceiros da companhia é a área de varejo. Apesar de estar em um momento ruim por causa da retração econômica, os investimentos continuam em tecnologias operacionais como forma de adereçar problemas como a competitividade e produtividade.

B!T magazine

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Infraestruturas de TI na nuvem: IDC aposta em ano forte

A consultora prevê que os gastos totais em produtos de infraestrutura de TI – servidores, armazenamento e swtich Ethernet – para a nuvem vão crescer 15,5% para 37,1 bilhões de dólares este ano. É uma diferença considerável em relação ao desempenho do mercado no primeiro trimestre, que obteve uma subida de apenas 3,9%.

O que se manterá em queda é o segmento de infraestruturas de TI tradicionais, implementadas em ambientes fora da nuvem: este ano cai 4,4%, embora ainda represente a maior fatia do bolo, 63,4%.

No que toca a nuvem privada, o investimento irá crescer 10,3% para 13,8 bilhões, com mais de 60% deste valor atribuído a ambientes de nuvem privada on-premises. Já os gastos com infraestruturas em nuvem pública, o crescimento será de 18,8% este ano, para 23,3 bilhões.

O aumento dos investimentos será transversal a todas as regiões. No caso dos ambientes cloud combinados, os gastos com switches Ethernet são os que mais vão crescer, 39,5% (servidores: +11,4% e armazenamento: +14,2%).

No longo prazo, a IDC espera que os gastos cresçam a uma taxa anual composta de 13,2% até 2020, ano em que vão atingir 59,5 bilhões de dólares. Tal representará 48,7% do total investido na infraestrutura de TI empresarial.

Também nessa altura, os fornecedores de serviços de nuvem pública (CSP) vão gastar 38,4 bilhões em infraestruturas para oferecer os serviços, enquanto os gastos em ambientes privados vão atingir 21,1 bilhões.

“Apesar do enfraquecimento da procura por CSP de hiper-escala por produtos de infraestrutura de TI no primeiro trimestre, esperamos que os gastos na nuvem pública aumentem na segunda metade do ano”, refere a diretora de pesquisa de sistemas de armazenamento Natalya Yezhkova.

“No geral, vamos continuar a ver um crescimento sustentado na procura por serviços de cloud pública, e como tal, gastos em infraestruturas de TI pelos CSP.” A analista frisa que a instabilidade económica e financeira que ocorre em certas regiões irá impulsionar a procura, visto que as ofertas de nuvem pública estão mais sofisticadas e vão permitir às empresas satisfazerem as suas necessidades ao mesmo tempo aliviando a pressão sobre os orçamentos.

Jornalista de economia e tecnologia há mais de dez anos, interessa-se pelas ideias disruptivas que estão a mudar a forma como se consome e se trabalha. Vive em Los Angeles e tem um gosto especial por startups, música, papas de aveia e kickboxing.

Sites de apostas ganharam espaço no mercado digital. As possibilidades de poder dar um palpite e ganhar dinheiro com isso trouxeram uma nova experiência para os internautas. Mas, devido a sua peculiaridade e a falta de familiaridade dos apostadores, algumas informações podem parecer difíceis de assimilar.

Portanto, vamos apresentar dicas que você precisa saber para se sair bem em apostas eSports.

Use sites confiáveis

O site bookmakers.br/esports/ é o tipo de serviço que você deve procurar. Nesse portal existe a informação essencial sobre cada site de apostas e-sports e um ranking explicando quais as vantagens de cada um. Isso lhe ajuda a poupar um tempo absurdo de ter que ficar procurando manualmente entre os portais.

Como há diversas empresas que oferecem apostas pela internet, é muito importante que você conheça bem as vantagens que têm como novo usuário. O famoso bônus de boas-vindas é um incentivo para que você consiga ter ainda mais benefícios na hora de dar o seu palpite em seu time favorito.

Faça um depósito

Para que você consiga ter recursos para dar o seu palpite é essencial que faça o seu depósito. As modalidades para depositar variam, dependendo do site que preferir fazer o seu cadastro. Mas geralmente as carteiras digitais e cartões de crédito estão disponíveis na grande maioria dos sites.

Uma vez que você faça o seu depósito, terá condições de escolher qual jogo prefere apostar e dar o seu palpite. Há campeonatos diversos diariamente entre modalidades como Counter Strike, League of Legends e muito mais. Portanto, basta escolher o seu game preferido e tentar a sorte.

Aposte em jogos que você conhece

Outro fator que é muito importante você ter em mente é que você deve sempre procurar apostar em jogos que você conhece. Se nunca ouviu falar de determinada modalidade e quer arriscar, é bom dar uma lida para entender basicamente as regras e formas de disputa do campeonato que os times estão participando.

Se você entender como o jogo funciona, muito além de escolher o vencedor, poderá até tentar adivinhar o resultado exato ou então quem vencerá quais rounds. Todas essas opções estão disponíveis e permitem a você diversificar suas apostas, reduzindo o risco de colocar todos os ovos em uma mesma cesta.

Com essas informações em mãos você tem tudo que precisa para começar a sua jornada nesse mundo.

Quando o vídeo cassete era o que havia de mais moderno no espaço do entretenimento doméstico, havia piada recorrente de que os americanos costumavam dizer que o único e grave defeito do equipamento estava em seu relógio digital, teimoso em marcar, sempre, as "12:00". A ironia flertava com a dificuldade infernal que o usuário tinha para conseguir, simplesmente, ajustar o horário do seu equipamento. O cassete passou, mas o "tecniquês", não. Ainda assim, fabricantes de equipamentos acreditam que o idioma cifrado da tecnologia já está maduro o suficiente para preparar o terreno da chamada "casa digital", um negócio de potencial bilionário que tem mexido com os planos das grandes companhias do setor.

Um relatório elaborado pela empresa de pesquisas CreditSights mostra que a idéia futurista de se montar um lar 100% conectado - onde equipamentos como TV, computador, impressora e celular compartilham conteúdo por meio da internet - não tem metas nada imaginárias. Estima-se que a oportunidade de mercado do lar digital atingirá, até 2012, cerca de US$ 250 bilhões somente nos EUA, e US$ 1 trilhão em todo o mundo.

No ano passado, a consultoria americana Access Market International (AMI) avaliou o potencial desse mercado no Brasil. Os usuários residenciais de internet, segundo o estudo, gastarão US$ 13 bilhões com tecnologia neste ano. Desse total, 60% será destinado a serviços de telecom, e o restante dividido entre acessórios, sistemas e atualização de equipamentos.

Diversos fabricantes preparam seus lançamentos. No próximo mês, a Hewlett-Packard (HP) traz ao país um micro de mesa onde o monitor terá tela sensível ao toque (touch screen). "Uma máquina como essa muda o conceito do computador no ambiente doméstico", diz Valéria Molina, diretora de sistemas pessoais de consumo da HP Brasil. "O PC vai para a sala de estar e passa a ser o centro do entretenimento digital."

A fabricante de chips Intel, uma das maiores interessadas na experiência da casa conectada, também prepara novidades. Em parceria com o Yahoo e a Samsung, a empresa lançará no país o "Widget Channel Framework". Trata-se de um "set-top box", uma caixinha que, uma vez plugada na TV, permite que o usuário navegue em diversos serviços de internet.

Segundo Américo Tomé, gerente de novas tecnologias da Intel, a falta de padronização de sistemas e redes é algo que ainda atrapalha a integração de equipamentos de diferentes fornecedores, mas esses problemas começam a perder força à medida que tudo passa a se basear em comunicação via internet. "Esse movimento fica ainda mais claro com a disseminação das redes sem fio", diz.

A convergência entre eletrônicos e equipamentos de informática também coloca em discussão qual deverá ser o dispositivo que tende a centralizar a gestão e o armazenamento de conteúdo na casa do usuário. De um lado estão companhias como Positivo Informática, Dell e HP, interessadas em fazer do computador o centro de integração digital. Do outro estão empresas como LG, Sony, Samsung e Panasonic, que tendem a levar o núcleo da casa conectada para a TV. "Já temos um modelo de 50 polegadas que armazena dados, acessa internet e integra a imagem de câmeras espalhadas pela casa, tudo por meio de um controle remoto", diz Marcelo Miake, gerente-geral de marketing da Panasonic.

Há casos de quem opta por uma terceira via, como o da Apple. O Apple TV, que chegou ao país no primeiro semestre do ano, é uma caixa que funciona como um centro de mídia onde é possível armazenar conteúdo do PC e acessar, pela televisão, vídeos de sites como o YouTube.

As iniciativas, segundo Osvaldo Barbosa de Oliveira, diretor-geral de mercado consumidor e on-line da Microsoft, mostram que a casa digital não é papo futurista. "Estamos falando de uma realidade", diz ele. Ainda que para poucos.

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O ERP EVEREST 3.0 – como é denominada a versão mais recente – tem sido a aposta da ACOM Sistemas na conquista de contratos para além do Paraná e São Paulo.

A ACOM Sistemas acompanha a expansão do segmento de serviços em tecnologia da informação interagindo com a realidade e as necessidades dos clientes

O segmento de serviços em tecnologia da informação encerrou o primeiro quadrimestre do ano com um crescimento de 8,4%, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi um dos poucos segmentos dentro do setor de serviços – que registrou ao todo uma queda de 4,5% no mesmo período – a conseguir escapar dos efeitos econômicos causados pelo novo coronavírus.

Estratégias como da curitibana ACOM Sistemas ajudam a explicar como o segmento tem enfrentado com resiliência os tempos difíceis. A caminho de encerrar o primeiro semestre de 2020 com quase dez novos contratos, a ACOM vê como factível atingir a meta de 30 novos clientes até dezembro, como era previsto no início do ano, conforme ressalta o CCO da empresa, Eduardo Ferreira.

Além da sede em Curitiba, a ACOM conta com escritórios em Cascavel, oeste do Paraná, e em São Paulo, capital, e tem sua atuação expandida para outras partes do país também. A empresa curitibana tem procurado demonstrar às organizações que o momento de queda em suas atividades pode ser aproveitado para o desenvolvimento de soluções necessárias para, em um processo de retomada, sair da atual fase difícil.

A ACOM tem apostado também, e principalmente, em negociações mais flexíveis com seus clientes. Eduardo Ferreira explica que as equipes da empresa estão atuando de modo a fechar contratos em que as condições estabelecidas atendam às condições financeiras conjunturais dos clientes.

“A mensagem que temos procurado passar a cada cliente é: ‘como é que podemos te ajudar? E então tentamos adaptar a nossa realidade à do cliente, de modo a oferecer soluções com condições que possam garantir a rentabilidade dele”, sublinha o CCO da ACOM Sistemas.

Eduardo Ferreira não tem dúvidas em afirmar que a estratégia de propor contratos e formas de cumprimento adequadas à realidade econômica das empresas – foi decisiva para que os clientes fossem conquistados nesses primeiros seis meses de 2020. “Mesmo com a crise, temos alcançado nossa meta de novos clientes. Ainda que o cenário seja de incerteza, estamos conseguindo cumprir as metas. Muito por conta dessa flexibilidade”.

Estratégias como a descrita pelo executivo da ACOM Sistemas passam pelo constante entendimento das circunstâncias do mercado. “Percebemos que algumas empresas estão aproveitando o momento de baixa nas atividades para implantar soluções para quando a economia reativar. Então atuamos no sentido de incentivar essa prática, mostrando que o momento pode ser apropriado para a ativação de alguma tecnologia que auxilie no olhar macro em relação ao seu negócio e a estabelecer assertivamente estratégias para a retomada das vendas”, conta Ferreira.

Entre as soluções enfatizadas pela ACOM Sistemas está uma nova versão de seu ERP (Enterprise Resource Planning , ou Planejamento de Recursos Empresariais), denominado ERP EVEREST. O recurso tecnológico integra todos os sistemas gerenciais de restaurantes e estabelecimentos similares – sistemas como plataformas de e-commerce, aplicativos e o PDV, que gera notas fiscais.

O ERP EVEREST 3.0 – como é denominada a versão mais recente – tem sido a aposta da ACOM Sistemas na conquista de contratos para além do Paraná e São Paulo. “O EVEREST 3.0 pode ser integrado a soluções de pagamentos, documentos fiscais, emissão e recebimento de notas fiscais, gerenciamento financeiro, de armazenagem, logística, busca inteligente por fornecedores e preços”, enumera o CCO da ACOM Sistemas.



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