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Canais portugueses online

  • 5% não sabem se vão continuar a fazer compras online;
  • 26% fizeram mais compras que o habitual especialmente para adquirir mercearia e não-perecíveis (40%);
  • Durante o período de confinamento, muitos foram os espaços comerciais que estiveram encerrados. E enquanto os comerciantes aproveitaram para reforçar os seus canais de venda virtuais, grande parte dos portugueses parecem ter continuado a preferir compras presenciais (46%), o que poderá estar relacionado com o facto de ir às compras ter sido das poucas situações em que os cidadãos podiam sair. De acordo com o inquérito realizado pelo Observador Cetelem, a maioria dos portugueses já tinham o hábito fazer compras através da internet. Destes, 26% dizem que durante o Estado de Emergência aumentaram o seu volume de compras online; e 22% mantiveram os níveis de consumo.

    Para uma minoria (6%), o Estado de Emergência foi ideal para testar o processo, mas destes apenas 1% garante que as compras online são para continuar. Os inquiridos entre os 25 e os 34 anos (44%) residentes na região Norte (38%) são os que mais admitem que já conheciam o canal de vendas online, e os que durante o confinamento admitem ter feito mais compras. Os consumidores entre os 18 e os 24 anos, que também já tinham este hábito, não aumentaram as compras online (47%). Quem não comprava online nem o passou a fazer foram os inquiridos entre os 65 e os 74 anos (96%).

    Entre os inquiridos que fizeram compras online (54%) as principais foram de produtos de mercearia mais pesados e não perecíveis (40%) e para evitar lojas mais movimentadas (35%). 32% dos portugueses admitem também que sempre que possível fizeram compras online e 19% usaram este canal para adquirir produtos que se podem utilizar online (como videojogos ou e-books). Os restantes 17% afirmam que compras online apenas quando não tinham possibilidade se deslocar de carro até à loja.

    Numa análise mais detalhada é possível perceber que os produtos de mercearia e não perecíveis foram referidos de semelhante forma por ambos os sexos entre os consumidores dos 25 aos 74 anos, nas regiões de Lisboa, Porto e Sul do país. Já a visita, virtual, em substituição da ida a lojas habitualmente mais movimentadas, foram mais visitadas pelos portugueses entre os 18 e os 24 anos (39%) na zona Norte (42%).

    Pagamento com distanciamento social
    Numa altura em que os cuidados redobrados e o distanciamento social imperam, também as formas de pagamento foram reforçadas pela tecnologia. Embora o dinheiro ainda esteja no top 3 dos meios de pagamento preferidos pelos consumidores portugueses (33%), o primeiro lugar é para os cartões de débitos e crédito contactless (35%). Aplicações como o MB Way (15%) tornaram-se também uma referência, ultrapassando as tradicionais transferências bancárias (6%), sendo agora o terceiro meio mais utilizado.

    O inquérito quantitativo do Observador Cetelem 2020 foi realizado pela empresa de estudos de mercado Nielsen. Este teve por base uma amostra representativa de 1000 indivíduos residentes em Portugal Continental, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 74 anos de idade. A amostra total é representativa da população e está estratificada por distrito, sexo, idade e níveis socioeconómicos e conta com um erro máximo associado de +/- 3.1 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%. As entrevistas foram realizadas telefonicamente (CATI), com informação recolhida por intermédio de um questionário estruturado de perguntas fechadas. O trabalho de campo foi realizado entre 20 de maio e 1 de junho de 2020.

    Assinar canais da Apple TV na app Apple TV

    Assinar canais da Apple TV na app Apple TV

    Com a app Apple TV, pode assinar os canais que pretender, sem a necessidade de descarregar outras apps. Pode ver os conteúdos incluídos na assinatura diretamente a partir da app Apple TV — a pedido 1 e em todos os dispositivos.

    Procure um canal na app Apple TV para ver filmes, programas de TV e outros conteúdos que pode ver com uma assinatura. Os preços variam consoante o canal. Pode ver detalhes sobre o período experimental, o preço mensal e os termos de renovação antes de confirmar a assinatura. Além de assinar os canais da Apple TV, pode assinar a Apple TV+ para ver histórias originais das mentes mais criativas da TV e do cinema.

    A disponibilidade de canais da app Apple TV e da Apple TV pode variar consoante o país ou a região. Saiba mais sobre o que está disponível no seu país ou região.

    Requisitos

    Requisitos

    Certifique-se de que tem um dos seguintes dispositivos:

    • Um iPhone ou iPod touch com a versão mais recente do iOS
    • Um iPad com a versão mais recente do iPadOS
    • Um Maccom a versão mais recente do macOS
    • Uma Apple TV 4K ou Apple TV HD com a versão mais recente do tvOS
    • Uma Apple TV (3.ª geração) com a Atualização de software 7.3 ou posterior da Apple TV
    • Uma smart TV ou um dispositivo de streaming compatível com a app Apple TV

    Encontrar canais da Apple TV

    Encontrar canais da Apple TV

    No iPhone, iPad ou iPod touch, abra a app Apple TV e, em seguida, toque em Ver agora na parte inferior do ecrã. No Mac, Apple TV, smart TV ou dispositivo de streaming, abra a app Apple TV e selecione Ver agora na parte superior do ecrã.

    Desloque-se para baixo para Experimentar canais da Apple TV ou para a Pesquisa para encontrar um canal específico.

    A disponibilidade da app Apple TV e dos canais da Apple TV poderá variar consoante o país e a região. Alguns canais poderão não estar disponíveis em todos os países ou regiões.

    Assinar ou iniciar um período experimental gratuito

    Assinar ou iniciar um período experimental gratuito

    Selecione um canal que pretenda assinar ou inicie um período experimental gratuito. Quando o período experimental terminar, será feita uma cobrança no ID Apple.

    Se estiver a utilizar a Partilha com a família e alguma pessoa no grupo familiar assinar um canal da Apple TV, verá uma mensagem a informar que já tem acesso a esse canal.

    Iniciar sessão com o ID Apple

    Iniciar sessão com o ID Apple

    Poderá ser-lhe solicitado que introduza o ID Apple e a respetiva palavra-passe. Certifique-se de que tem sessão iniciada com o ID Apple que utiliza nas compras da App Store e da iTunes Store.

    Se não tiver um ID Apple, siga as instruções para criar um. Caso se tenha esquecido do ID Apple ou não tiver a certeza se tem um, saiba o que fazer.

    Se lhe for pedido um código de confirmação, isso significa que tem a autenticação de dois fatores configurada para o ID Apple. Saiba mais sobre a autenticação de dois fatores e o que fazer se não conseguir iniciar sessão.

    Confirmar as informações de faturação

    Poderá ser-lhe pedido que confirme as informações de faturação e poderá ter de adicionar um método de pagamento válido.

    Ver em todos os dispositivos, online ou offline

    Pode efetuar o streaming de conteúdos 2 incluídos na assinatura de canais na app Apple TV, sem ter de descarregar uma app. Pode aceder à assinatura em qualquer dispositivo que tenha sessão iniciada na app Apple TV com o ID Apple.

    Se fizer parte de um grupo de Partilha com a família, a sua família pode efetuar o streaming de conteúdos de cada canal em até 3 dispositivos em simultâneo. 2 Alguns canais permitem o streaming em mais de 3 dispositivos em simultâneo. Saiba mais sobre como utilizar a Partilha com a família para partilhar compras.

    Além de poder ver os conteúdos da assinatura na app Apple TV, poderá conseguir iniciar sessão no site ou na app de um canal com o mesmo ID Apple que utiliza na app Apple TV para ver conteúdos.

    Descarregar conteúdos de um canal

    No iPhone, iPad ou iPod touch, pode descarregar programas de TV e filmes específicos de um canal da app Apple TV para ver offline. Aceda à página do canal na app Apple TV ou procure um filme ou programa de TV que pretenda descarregar. Em seguida, toque no ícone de descarga ao lado de um episódio ou filme.

    Para encontrar e reproduzir as suas descargas, aceda ao separador Biblioteca e toque em Descarregado.

    Como assistir TV pela Internet Grátis

    Gostou de saber como assistir TV por Internet? Leia nosso artigo para aprender a assistir TV pela Internet gratuitamente e sem problemas. Descrevemos três maneiras simples de assistir TV online.

    Este artigo é sobre como assistir TV pela internet em sites gratuitos usando um navegador, mas existem outras maneiras de assistir TV on-line com a ajuda de programas de computador ou aplicativos para Android ou iPhone.

    Tenha em mente que para poder assistir a futebol, novelas, séries, filmes e programas TV em seu PC, você vai precisar, obrigatoriamente, de uma conexão estável com a Internet.

    Você sempre pode ir aos sites oficiais dos canais de televisão brasileiros e portugueses para assistir as últimas notícias e programas de TV interessantes. Por exemplo, visite o site oficial da Globo.

    Método 2. Assistir canais de TV on-line em sites não oficiais

    Na Internet, existem muitos sites que transmitem canais de TV online. Você pode assistir a canais de música e esportes, documentários e programas educacionais, bem como filmes de vários gêneros. Listamos alguns bons sites para economizar o seu tempo. Todos os sites são gratuitos.

    TVTUGA é um portal que permite assistir canais de televisão de todo o mundo pela Internet. Para aceder aos canais escolha uma categoria no menu do topo, por exemplo desporto, infantil, generalista, etc.

    TV Online Grátis 1 é um site completo que permite assistir TV pela Internet gratuitamente com qualidade HD. Assista futebol online em alta qualidade no seu computador.

    Método 3. Assistir TV nos canais oficiais no YouTube

    Todos os canais de televisão populares possuem canais oficiais no YouTube. Você pode se inscrever em canais oficiais para receber novas gravações de programas de televisão, partidas de futebol e séries. Você pode desfrutar de videoclipes a qualquer momento on-line. Mas se você tiver uma conexão com a Internet lenta, recomendamos salvar o conteúdo de vídeo em seu computador usando qualquer programa downloader para visualizar sem uma conexão. Se você precisa converter seu arquivo em outro formato ou remover fragmentos desnecessários do vídeo, use o programa Freemake Video Converter.

    Clique neste link para abrir a página oficial do programa: Grátis! Conversor de Videos do Freemake: MP4 Video Converter

    A instalação é segura. O instalador do software é absolutamente limpo e não contém publicidade e ferramentas de terceiros.

    Como usar o Freemake Video Converter? Você só precisa executar o software do Freemake e arrastar o arquivo desejado para o programa. Clique no botão do player ao lado do vídeo adicionado para abrir o formulário de edição e excluir partes desnecessárias ou publicidade do seu arquivo. Selecione o formato de saída na parte inferior da janela do programa, selecione as configurações de vídeo e pasta no seu computador para salvar o resultado. O programa suporta todos os formatos multimídia modernos e fornece conversão de alta qualidade de arquivos MP4 para AVI e outros formatos, como descrito aqui. Clique no botão Convert e aguarde até que a conversão seja concluída. Encontre seu vídeo e aproveite a visualização sem propaganda e interrupções.

    Há uma grande variedade de oportunidades para receber conteúdo on-line, você só precisa escolher o que é mais adequado para você. Divirta-se assistindo TV online!

    SIC é o canal mais visto em Portugal e SIC Notícias duplica audiências

    SIC é líder há 14 meses consecutivos e lidera o ano de 2020 com 20,2% de share. Os 10 programas mais vistos da televisão portuguesa em março foram todos da SIC.

    SIC mantém-se em março como o canal mais visto da televisão portuguesa com 19,7 % de share a uma distância de 6,4 p.p. para a TVI. A SIC Notícias duplica audiências em março e mantém-se como o canal de informação mais visto pelos portugueses, tendo alcançado no dia 18 março o seu melhor dia de sempre desde o início do canal em janeiro 2001.

    Em março, a SIC manteve-se como a estação mais vista em Portugal. A estação da IMPRESA terminou o mês de março a liderar com 19,7% de share contra 13,3% de share da TVI e 12,1% de share da RTP1.

    A SIC lidera há 14 meses consecutivos e lidera no ano de 2020 com 20,2% de share contra 13,7% de share da TVI e 12,8% de share da RTP1.

    A liderança continua a estender-se aos targets comerciais. No target A/B C D 15/54, a SIC liderou em março, no universo dos canais generalistas, com 18.3% de share, contra os 8,8% da TVI e os 6,8% da RTP1. No target A/B C D 25/54, a SIC liderou em março, no universo dos canais generalistas, com 18,6% de share, contra os 8,7% da TVI e os 6,9% da RTP1.

    Em março, o Jornal da Noite teve uma importância vital para todos os Portugueses e foi mais uma vez o programa de informação mais visto, de segunda a domingo, terminando a liderar, no universo dos canais generalistas. Para a extraordinária performance do Jornal da Noite contribuíram de forma muito positiva os resultados históricos das rubricas existentes ao longo da semana, como Polígrafo ou a Opinião de Luís Marques Mendes bem como o acompanhamento diário sobre a pandemia da Covid-19. Outro destaque vai para o Primeiro Jornal, que também bateu recordes em março e terminou o mês a liderar, no universo dos canais generalistas, de segunda a domingo.

    No período horário da manhã (entre as 08h e as 14h) a SIC mantém a liderança e termina o mês de março com 20,1% de share. O destaque vai para o programa de Cristina Ferreira que terminou o mês de março a liderar. Nas manhãs de fins de semana o programa Olhó Baião! também terminou a liderar, no universo dos canais generalistas, tanto no universo como em ambos os targets comerciais.

    No período horário da tarde (entre as 14h e as 20h), a SIC manteve a liderança e terminou o mês de março com 17,3% de share. De destacar a performance do programa de Júlia Pinheiro que manteve a liderança durante o mês de março.

    O programa Amigos Improváveis Famosos que estreou a 1 de março na SIC e vai para o ar às 19 horas dos dias úteis terminou o mês a liderar, no universo dos canais generalistas, em ambos os targets comerciais.

    Para o bom desempenho das tardes da SIC em março contribuíram também, aos dias úteis, o programa Linha Aberta e as novelas Amor Maior e Amor à Vida que terminaram o mês a liderar, no universo dos canais generalistas, tanto no universo como em ambos os targets comerciais.

    A SIC alcançou em março o melhor resultado no prime time desde que conquistou a liderança no 2º semestre de 2019 e terminou o mês a liderar com 24,7% de share (+ 0.3 p.p. que o mês de fevereiro) contra 16,3% de share da TVI e 13,2% de share da RTP1.

    Para a liderança da SIC no prime time contribuiu o excelente desempenho dos vários produtos de ficção que a SIC transmite no horário nobre – Nazaré, Terra Brava, A Dona do Pedaço e a mais recente estreia Amor de Mãe. A novela Nazaré, que conquistou resultados históricos ao longo do mês, terminou a liderar, no universo dos canais generalistas com 27,5% de share e 15,2% de audiência média, o que corresponde a 1 milhão 439 mil e 600 telespetadores. A novela Terra Brava terminou o mês de março a liderar, no universo dos canais generalistas com 26,8% de share e 12,2% de audiência média, o que corresponde a 1 milhão 155 mil e 400 telespetadores.

    Em março a SIC estreou três novos programas no prime time de fim de semana – a 2ª temporada de A Árvore dos Desejos (apresentado por João Manzarra), o novo programa de Ricardo Araújo Pereira, Isto é Gozar Com Quem Trabalha, e o programa que marcou o regresso de Bárbara Guimarães à antena da SIC, 24 Hora de Vida – que terminaram todos o mês de março a liderar.

    O programa Isto é Gozar Com Quem Trabalha, de Ricardo Araújo Pereira, conquistou resultados históricos e terminou o mês de março a liderar em termos absolutos com 29,5% de share e 17,4% de audiência média, o que corresponde a 1 milhão 649 mil telespetadores.

    O grupo de canais SIC termina o mês de março a liderar com 24,6% de share contra 16,5% do universo RTP e 16,0% do universo TVI.

    SIC NOTÍCIAS DUPLICA AUDIÊNCIAS E ALCANÇA O SEU MELHOR RESULTADO DE SEMPRE

    Desde meados de março 2020 que temos vindo a assistir a um aumento significativo do consumo de notícias nos canais de informação portugueses, em particular na SIC Notícias, por conta da pandemia da Covid-19. A SIC Notícias, a par do que tem acontecido sempre que há acontecimentos especiais, é, mais uma vez, a escolha dos portugueses quando procuram informação de qualidade e rigor. No mês em que a pandemia atingiu Portugal, a SIC Notícias registou os melhores resultados de sempre em vários dias do mês e terminou este mês de março com 3.4% de share e um número médio de telespetadores de 84 mil indivíduos, alcançando o melhor mês de sempre do canal, destacando-se mais uma vez da concorrência (+1.2 pp que a TVI24) sempre que há acontecimentos importantes ou de última hora. No ranking dos dez melhores dias de sempre do canal em termos de audiências, nove foram em março de 2020.

    A SIC Mulher terminou o mês de março com 0.7% de share, a SIC K terminou com 0.4% de share, mais 0.1 pp que o mês anterior, a SIC Radical terminou com 0.2% de share e a SIC Caras também com 0.2% de share.

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    • Para mais informações consulte as Condições de Oferta dos Serviços.
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    Como ter acesso a centenas de canais grátis com IPTV de forma legal!

    A seguir vai aprender como pode ter acesso a centenas de canais de IPTV onde quiser (computador, tablet, telemóvel, smarttv), de forma simples, grátis, e legal.

    Muito se tem falado sobre IPTV, o que é, como funciona, se é ou não é legal… E antes de mais nada, vou falar um pouco sobre este assunto de forma resumida, para entender do que se trata e como funciona.

    A tecnologia IPTV (Television by Internet Protocol) permite a distribuição de sinal televisivo através da Internet. É basicamente um serviço de TV sem cabos ou antena, visto que apenas precisa de ligação à Internet.

    De certeza que já ouviu alguém todo contente, seja amigo ou familiar, a dizer que tem televisão em casa com todos os canais, sem pagar ou pelo menos a um preço muito mais baixo em relação aquilo que as operadoras cobram, especialmente quando metemos os canais Premium ao barulho.

    Pois bem, IPTV é no fundo uma sigla que faz referência ao ‘Television by Internet Protocol‘, ou seja, é um protocolo de TV pela Internet. O que consiste na distribuição de sinais de televisão através de conexões de banda larga (através do protocolo IP).

    Em suma, serve para receber televisão da mesma maneira que recebe Internet em sua casa.

    O que é a IPTV?

    Como explicámos em cima, é o protocolo de televisão pela Internet! Contudo, é um termo bastante abrangente que no fundo descreve qualquer sinal televisivo transmitido pela web. Incluindo meios menos tradicionais… E outros mais tradicionais.

    Portanto, existem várias formas diferentes de IPTV, como os serviços de subscrição, aplicações de redes de TV, canais Online, etc… Assim, como o IPTV é uma maneira bastante moderna de assistir televisão, é possível encontrar vantagens e desvantagens na tecnologia.

    Vantagens do IPTV

    A grande vantagem do IPTV é mesmo a escolha que tem a qualquer momento. Seja um filme, série ou até conteúdo musical, está tudo à distância de alguns cliques ou alguma pesquisa.

    Ou seja, nos serviços IPTV é possível encontrar canais de TV tradicionais, bem como outros que nunca irá encontrar num serviço de subscrição como é a MEO ou a NOS. Além disto, pode controlar quase tudo acerca do serviço, incluindo o bloqueio de canais mais maduros para os seus filhos.

    Como existe largura de banda reservada apenas e só para a finalidade que é ver televisão. Vai ter acesso a uma resolução e qualidade de imagem impressionante. O que vai muito além daquilo que consegue ter via satélite ou cabo.

    Desvantagens do IPTV

    Como é óbvio, nem tudo pode ser bom numa tecnologia. Por isso, no IPTV vai precisar de uma ligação à Internet que tem obviamente de ser paga. Além disso, não pode ser uma ligação qualquer, é preciso ter um bom serviço de Internet, caso contrário a sua experiência de visualização irá deixar um pouco a desejar.

    Pirataria

    Os serviços de IPTV existem há muitos anos, mas com o avançar da tecnologia, e aumento da velocidade e qualidade da Internet… Veio a pirataria! Que se baseia na distribuição ilegal do sinal de canais de TV pagos através da web, para aplicações ou dispositivos capazes de reproduzir o sinal.

    Ou seja, como já deve ter percebido, o IPTV serve tanto para a distribuição de sinais de canais abertos, como pagos. Portanto, o problema recaí na partilha de listas de canais pagos em grupos e fóruns na Internet. O que por sua vez, é considerado pirataria de conteúdo audiovisual pelas emissoras e operadoras. (Que detêm os direitos dos produtos)

    Desta maneira, tendo em conta esta partilha, surgiram no mercado aparelhos (boxes) alternativos que já trazem as relações de canais de TV pré-configuradas. Assim, o utilizador apenas precisa de ligar a ‘box’ à TV, sem ter que pagar mais nada por uma assinatura. (Vai ter de continuar a pagar a ligação à Internet)

    Em suma, no mundo da pirataria IPTV, as listas de canais contornam as proteções de direitos de autor e são assim distribuídas gratuitamente a partir de serviços que infringem várias leis. Neste caso, o utilizador não paga mensalidade para ter acesso aos canais pagos. O que poderá dar origem a vários problemas no futuro.

    O que é a tecnologia IPTV

    É uma tecnologia cada vez mais associada às boxes Android, devido à grande procura que existe por links de transmissão de serviços televisivos pela Internet. O que faz todo o sentido, visto que a tecnologia IPTV está a crescer exponencialmente no mundo das SmartTVs, computadores e smartphones Android e iOS (via apps).

    A grande vantagem deste tipo de TV, é o fato de funcionar um pouco como os serviços ‘on-demand’. Ou seja, pode ver o que quer, quando quiser. Além disso, a qualidade de transmissão é também mais elevada, devido à reserva de uma certa largura de banda para o efeito.

    O uso do IPTV é legal?

    É aqui que a coisa fica complicada… Pode ser legal, mas também pode ser ilegal!

    Cada fornecedora de serviços televisivos tem as suas próprias regras para a disponibilização dos seus conteúdos. Portanto, o sinal pode ser transmitido a partir de canais abertos (grátis), mas também de canais fechados (pagos).

    Assim, se por acaso quer ter acesso a canais fechados, deve respeitar as regras do dono dos direitos de autor do conteúdo procurado. Afinal de contas, se o sinal do canal pago foi partilhado através de serviços de streaming, esta re-transmissão é considerada um ato ilícito… Ou seja, pirataria.

    Isto porque quando assina o contrato do pacote de TV, o uso fica limitado ao contratante do plano.

    O que são listas de canais IPTV?

    O IPTV funciona com listas de canais que podem ser encontradas em vários sites. Listas que no fundo são como listas de reprodução de vários endereços web (URL).

    Estas listas são posteriormente inseridas em aparelhos/software compatível que irá tratar da reprodução do conteúdo.

    Como usar o IPTV de forma legal?

    Portanto, como já deve ter percebido, existem várias empresas a usar a tecnologia IPTV para a transmissão de séries, filmes, eventos desportivos, etc… De maneira completamente legal, cobrando uma mensalidade ou equivalente para o pagamento dos seus serviços.

    Aliás, basta olhar para o mercado para ver o sucesso da Netflix, HBO, Amazon Prime Video, etc… Isto são tudo serviços pagos de IPTV.

    No entanto, se não quiser pagar mas quer ter conteúdo televisivo, existem várias aplicações que dão acesso à tecnologia IPTV, de forma completamente legal! Como o Kodi (XBMC)

    Muito resumidamente, o Kodi cria uma Media Center no seu aparelho de eleição, que irá suportar listas de canais IPTV. Outras aplicações do género são o Ace Stream, Wiseplay e Perfect Player.

    IPTV grátis com acesso a centenas de canais de todos os países de forma legal!

    Portanto, apesar de toda a pirataria que existe no mundo da IPTV, é perfeitamente possível ter acesso aos canais televisivos abertos de forma perfeitamente legal. Onde não só podemos contar com as emissões Nacionais, bem como várias Internacionais.

    Os serviços piratas de IPTV começaram a ganhar popularidade devido à facilidade de utilização de todo o sistema. Especialmente com o uso de várias ‘boxes’ Android que simulam um catálogo de TV tradicional. Onde claro está, apenas precisa de escolher o que quer ver, como numa TV normal.

    É por isso que o Netflix foi um sucesso… E também é por isso que o Kodi (Exemplo de plataforma IPTV) é super popular. No entanto, como já disse no passado, o Kodi e programas similares, não têm de ser necessariamente algo ilegal!

    Tudo depende daquilo que quer fazer com a plataforma. Ou seja, que listas de canais irá carregar no programa. E o que não falta por aí, são projetos completamente legais para lhe dar acesso a milhares de canais. Como é o caso do IPTV Portugal, um portal que não só lhe ensina como instalar a plataforma, como também lhe dá as listas de canais de forma completamente gratuita!

    Desta forma, poderá utilizar as seguintes aplicações, dependendo da plataforma que pretende utilizar:

    • VLC ou Kodi (no computador),
    • IPTV (no telemóvel Android),
    • TiviMate (numa box Android),
    • TVirl
    • PVR Live (numa Android TV).

    É óbvio que com esta lista que indicamos em cima, a IPTV Portugal, não vai ter acesso a BTV, SportTV, TV Cines, etc… Mas ficará com um serviço de TV por IPTV perfeitamente legal no PC, smartphone ou TV.

    Como instalar o Kodi, um cliente de IPTV

    O Kodi é provavelmente o melhor e mais usado media center que podemos encontrar na Internet. Quando se fala em IPTV os utilizadores associam a pirataria… mas não é bem assim!

    Usando o kodi e um cliente de IPTV podemos ter acesso a canais abertos de TV. Saiba como instalar e configurar um cliente de IPTV.

    Instalação PVR IPTV Simple Client no Kodi

    Instalar um cliente de IPTV no Kodi é um processo relativamente simples e rápido. Para tal devemos começar por ir a Definições, carregando na roda dentada no canto superior esquerdo.

    Em seguida escolhemos a opção Add-ons

    E depois, já dentro dos Add-ons escolhemos que tipo é que pretendemos. Para este tutorial vamos pretender PVR Clients.

    O Kodi tem disponível um cliente vasto de clientes IPTV. Para este tutorial vamos escolher o PVR IPTV Simple Client

    Já dentro do cliente de IPTV, o utilizador deverá indicar a lista, em formato M3U, para ter os canais disponíveis.

    Pode utilizar a lista completamente legal da IPTV Portugal, e para isso basta aceder a site da IPTV Portugal e copiar o Link da playlist para o local indicado.

    Em EPG Settings podemos indicar as definições ao nível do EPG. Para quem não sabe, o EPG (Electronic Program Guide) é um estilo de guia da programação.

    Caso use a lista da IPTV Portugal, basta aceder a site da IPTV Portugal e copiar o Link do EPG para o local indicado.

    E está feito! Agora basta ir ao menu principal e aceder a LIVE TV para terem acesso aos canais que têm disponíveis.

    Esta lista que ensinámos a instalar em cima é para os canais de sinal aberto portugueses, que é perfeitamente legal. Mas desta forma poderá também usufruir de centenas e até milhares de canais gratuitos e de forma legal, nacionais e internacionais, bastando para isso procurar pela internet outras listas de reprodução de IPTV, e adicioná-las ao seu aparelho/software de reprodução IPTV.

    É de relembrar que a melhor forma para ver IPTV é através das famosas e baratas BOX ANDROID. Pelo baixíssimo preço a que encontra as BOX ANDROID, pode transformar a sua televisão numa SMARTTV com sistema android, e assistir a outros canais IPTV de forma gratuita e legal, e ainda navegar na internet, redes sociais, jogos, filmes, música, e muito mais! Com uma BOX ANDROID ligada à sua TV, as possibilidades são infinitas!

    Para conhecimento de todos, em Portugal, os utilizadores que distribuem ilegalmente sinal de TV cometem pelo menos quatro crimes puníveis com penas que podem chegar aos cinco anos de cadeia e avultadas multas. Os crimes em causa são os de:

    • Usurpação – que pode chegar aos três anos de prisão
    • Proteção das medidas tecnológicas – Pena máxima de um ano de prisão
    • Acesso ilegítimo – Pena de prisão entre um e cinco anos
    • Detenção de dispositivos ilícitos – Pena pode ir até três anos de prisão

    Estima-se que as perdas das operadoras rondem os 600 mil euros por mês. Em Portugal o preço mensal de uma subscrição para ter TV+Internet ronda os 31.4€.

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    • Modelo: GT-King Pro
    • GPU: Arm Mali-G52 MP6
    • Sistema: Android 9.0,Linux
    • CPU: Amlogic S922X-H
    • Core: Hexa Core
    • RAM: 4GB
    • Tipo de RAM: DDR4
    • Memória: 64G
    • Expansão de memória: cartão de memória até 64GB

    MECOOL KM3 ATV

    • Modelo: Mecool
    • CPU: Amlogic S905X2
    • Sistema: Android 9.0
    • Core: Cortex A53,Quad Core
    • RAM: 4GB
    • Tipo de RAM: DDR4
    • Memória: 64GB
    • Expansão de memória: cartão de memória até 32GB

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    Canais digitais influenciam cada vez mais os portugueses

    De acordo com a consultora Deloitte, os consumidores portugueses são fortemente influenciados pelos canais digitais durante a sua jornada de compra, mas a maioria opta por se deslocar às lojas físicas para efetuar a compra

    A web, em particular os motores de busca, continuam a ser as fontes de informação mais utilizadas pelos portugueses para procurar ideias, obter conselhos e comparar preços para a maioria dos presentes de Natal. No entanto, quando chega a altura de adquirir os produtos, a maioria dos consumidores mantém-se fiel às lojas físicas. Apesar das suas potencialidades e vantagens, o e-commerce ainda não é a escolha número um dos portugueses para fazer compras.

    O estudo de Natal da Deloitte verificou que 75% dos inquiridos preferem fazer as suas compras nas lojas físicas, enquanto apenas 29% referem recorrer ao online. Mas não só os consumidores portugueses a escolherem as lojas como o canal primordial para as suas compras: a loja física é também o canal de compra mais utilizado em todos os países europeus.

    Quando um produto não está disponível na loja física, a alternativa identificada pelos inquiridos será procurar noutra loja da mesma cadeia ou solicitar a ajuda de um funcionário na loja (40% em Portugal e 34% na média europeia), ou ainda procurar numa loja de outra cadeia (31% em Portugal e 30% na média europeia). Já quando um produto não está disponível na loja online, a tendência será procurar em lojas físicas. Apenas 22% dos portugueses inquiridos afirmam procurar noutra loja online.

    “O online tem tido uma importância crescente nos hábitos de consumo dos portugueses e acreditamos que a tendência se manterá nos próximos anos, resultado da maior convergência entre lojas físicas e online, mas também da ascensão dos mercados de consumo das gerações de nativos digitais. Para já, a segurança e a rapidez na aquisição de produtos levam a que as lojas físicas continuem a reunir as preferências dos consumidores na altura de comprar”, destaca Pedro Miguel Silva, associate partner de consultoria da Deloitte.

    Relativamente aos canais digitais, e de acordo com a Deloitte, as lojas online de retalhistas tradicionais, com lojas físicas, mantêm-se como o local preferido em Portugal para pesquisar e comparar produtos, sobretudo vídeo jogos, música, material informático, dispositivos móveis, moda e livros. Para as restantes categorias, os motores de busca são a opção mais referida. Os fóruns e blogues são os canais que portugueses e europeus, em geral, menos utilizam nas suas pesquisas por categoria de presentes.

    A surpresa foi revelada esta sexta-feira e promete mudar a forma como Portugal olha para o mundo dos esports e do gaming. Lançada pela SIC, a Advnce é a primeira marca portuguesa na área dos esports e do gaming a ser criada de raiz para um mundo onde os conteúdos multiplataforma estão a crescer de forma exponencial. E a aposta não é pequena. Em vez de um canal televisivo linear, mercado onde lidera, o grupo Impresa (detentor também do Expresso) decidiu apostar em algo mais vasto.

    A produção própria de conteúdos será o foco da Advnce — "pretendemos desenvolvemos conteúdos em português, com players portugueses", avança Cristina Vaz Tomé, chief revenue officer da Impresa e responsável pelo projeto ao Expresso —, mas estes não estarão onde à partida se esperaria. "Se queremos estar com a comunidade de gaming, não podíamos ir por aí", expressa.

    A Advnce aliará a presença televisiva à apresentação de conteúdos numa app própria, num site criado de raiz (com informação diária) e em plataformas dedicadas como o Twitch, Discord ou Youtube, assim como em redes sociais padrão como o Facebook, o Instagram ou o Twitter. Cada plataforma terá posicionamentos diferentes e conteúdos diferenciados, que estão a ser trabalhados com especialistas, dedicados também à produção de vídeos dedicados. "Quisemos agregar um conjunto de pessoas com muito interesse nesta áreas mas que não têm de facto um ponto de encontro, um ecossistema."

    Do grupo de especialistas que vão criar vários conteúdos para as redes fazem parte Gonçalo Costa (aka MaXm0sHe) para CS:GO, Bruno Rodrigues (aka Balazio) para Fortnite, Filipa Henriques (aka Filipa Fizz) e Rui Ribeiro (aka TugaTV) para Valorant, Diogo Silva (aka MoveMind) para Fifa e João Soares (aka JoaoS92) para League of Legends.

    A ideia é mesmo juntar todo o ecossistema numa plataforma, pelo que a Advnce foi desenvolvida desde a sua génese com quem conhece há muito o mundo dos esports e do gaming. E está garantido que esse lado de colaboração não se perderá após o lançamento. "Vamos estar em diálogo permanente com o ecossistema, com a comunidade de gamers e youtubers, e dar-lhes esse palco nas nossas plataformas", garante Cristina Vaz Tomé. A Goat Pixel foi a parceira escolhida pela Impresa para a definição de conteúdos.

    UMA PLATAFORMA QUE NASCE POR NÍVEIS

    Tal como acontece no universo dos videojogos, também a Advnce será lançada por níveis e o primeiro começará a ganhar expressão já no lançamento. A aposta em conteúdos originais, inéditos e com parceiros em português, é inédita e promete surpreender com projetos diferenciadores. E já se conhecem alguns dos que passarão numa primeira fase pela SIC Radical, "em televisão, onde terão um alcance exponencial".

    Entre os vários conteúdos de produção nacional que terão presença audiovisual na SIC Radical, destaque para “ADVNCE Show”, com Diogo Valsassina, onde "o mundo dos videojogos será abordado com irreverência, energia e boa disposição, surpreendendo a cada episódio", avança a plataforma em comunicado. Já “ADVNCE News”, com Sara Rechena e Gonçalo Taborda, apresentará todas as novidades e lançamentos do mercado. E “Gameplay”, com Nelson AC Silva, "dará as melhores dicas e truques que até os gamers profissionais utilizam em diversos jogos".

    Há ainda espaço para “RetroGamers”, onde Marco Fresco foi o escolhido para uma "viagem no tempo até aos 8 bits" e para o "Máquinas" de Hugo Barreto, onde se "pode descobrir os melhores setups para uma maratona de jogos sem lag". A SIC generalista aposta no magazine semanal ADVNCE, aos sábados de manhã, com as novidades que a plataforma vai ter na semana que se aproxima. A apresentação é de Cristiana Reis.

    O nível seguinte é o tal "eleva-te ao épico"; que serve de assinatura da primeira oferta portuguesa integrada no mundo dos esports e do gaming. Haverá uma app nas boxes das operadores de televisão, onde se pode consumir os conteúdos que estreiam na semana ou no dia, assim como conteúdos em video-on-demand. Há conteúdos exclusivos internacionais que também estarão prontos para consumo em exclusivo na Adnvce.

    PRIMEIRO CAMPEONATO NACIONAL UNIVERSITÁRIO

    Além da componente audiovisual, a Advnce vai apostar também em eventos e a primeira novidade promete mudar a forma como os esports são vistos em meio académico. A marca vai lançar o CNUDE (Campeonato Nacional Universitário de Desportos Eletrónicos), algo que nunca aconteceu até agora. Esta competição anual de desportos eletrónicos, inédita, está a ser preparada com a Federação Académica do Desporto Universitário (FADU), em parceria com todas as faculdades e politécnicos do país.

    Mas este movimento do grupo Impresa está já a chamar a atenção internacional. A RIOT, produtora que desenvolveu tanto o Valorant como o League of Legends, está interessada em perceber como pode funcionar uma parceria com as federações académicas de desporto universitário e vê no exemplo português um case study a seguir.

    Ainda na parte dos eventos de maior dimensão, estão também pensados formatos de talks e debates para desmistificar como funciona realmente o mundo do gaming, incluindo as áreas da saúde e da pedagogia. Em comunicado, Francisco Pedro Balsemão, CEO da Impresa, salientou: "mesmo num ano atípico como o de 2020, continuamos a investir em conteúdos e a surpreender o mercado". Reforça ainda o empenho na criação das "melhores condições para a comunidade de gaming", lançando "um projeto único em Portugal".

    Correio da Manhã

    O confinamento em casa, como medida de evitar a propagação da covid-19, levou a Sport TV e a Eleven Sports a isentarem o pagamento dos canais 'premium' e vários outros media a fornecer conteúdos gratuitos.

    Numa altura em que a maior parte das pessoas se encontra em regime de teletrabalho, perante a pandemia do novo coronavírus, vários media adaptaram a sua estratégia a este novo ciclo: alguns passaram a disponibilizar gratuitamente conteúdos relevantes sobre a covid-19 e os canais desportivos isentaram os seus clientes do pagamento durante este período.

    Na Sport TV, "todos os canais 'premium' estão isentos de pagamento enquanto durar o estado de exceção que impacta as competições desportivas", segundo comunicado da empresa.

    Também a Eleven Sports, operador de canais de desporto, teve a mesma estratégia.

    "Numa altura em que a pandemia da covid-19 já está a ter um impacto direto na vida dos portugueses, e diversas competições desportivas nacionais e internacionais se encontram condicionadas ou suspensas, a Eleven Sports (. ) tomou a decisão de não cobrar a mensalidade, a novos e atuais clientes, para os seus seis canais 'premium' desportivos, bem como para o serviço de 'streaming'", anunciou na semana passada a empresa.

    Esta oferta, segundo a Eleven Sports, "mantém-se durante um período e 30 dias".

    Na sexta-feira, num comunicado conjunto, a Meo, a NOS e a Vodafone reforçaram que, tendo em conta o "tempo de crise excecional" que se vive, "os operadores, com o objetivo de minorar as consequências do isolamento, tomaram a decisão, juntamente com a Sport TV, BTV e Eleven Sports, de não cobrar a mensalidade aos clientes".

    Já a agência de notícias Lusa decidiu permitir, desde 16 de março, o acesso a todas as notícias relacionadas com o novo coronavírus publicadas no seu 'site'.

    Qualquer pessoa pode, assim, ler na íntegra as notícias relacionadas com a pandemia de covid-19 que sejam publicadas em www.lusa.pt. O acesso às notícias pode ser feito diretamente no 'site' ou através das páginas da Lusa nas redes sociais Facebook e Twitter.

    No grupo Impresa, em especial no Expresso.pt, a quase totalidade dos conteúdos estão abertos, principalmente os que são de interesse público referentes à pandemia.

    Outro dos exemplos é o Jornal Económico, cuja edição digital passou a estar disponível gratuitamente nas próximas cinco semanas.

    "Sabemos que muitos dos nossos leitores em papel estão a ter dificuldade em comprar o Jornal Económico nos pontos de venda habituais, devido às recomendações de isolamento social em vigor", refere o título, no seu 'site'.

    "Uma vez que receamos que esta situação se agrave, optámos por oferecer gratuitamente a nossa edição digital, durante as próximas cinco semanas", anunciou o título.

    No caso das revistas, a Time Out anunciou que passou a Time In e agora passa a estar disponível 'online' gratuitamente, num projeto desenvolvido em associação com a Meo.

    "A revista passa temporariamente a chamar-se Time In e nas próximas semanas serão dispensadas as edições em papel, tanto em Lisboa como no Porto", refere a empresa, adiantando que a primeira edição arranca em 25 de março.

    "A publicação manterá a periodicidade semanal da Time Out Lisboa, sendo disponibilizada digitalmente todas as quartas-feiras", sendo que "o novo formato - compatível com computador, 'tablet' ou telemóvel será mantido por tempo indeterminado, até que a atual pandemia seja mitigada e as autoridades competentes indiquem o regresso de todos à vida social normal".

    No grupo Global Media, "todos os conteúdos sobre covid-19 (. ) atualmente são de acesso gratuito, nomeadamente no DN, JN, TSF, Dinheiro Vivo e O Jogo", disse à Lusa fonte oficial.

    "Neste âmbito estão a ser igualmente oferecidas aos nossos leitores informação com conteúdos exclusivos relativos ao covid-19, nomeadamente informação médica e especializada", acrescentou.

    "A título de exemplo, poderemos referir que a TSF lançou dois novos programas 'Perguntas com Respostas', com um virologista e uma médica que respondem a todas as dúvidas e um outro chamado 'Sem medo do medo', um programa com o apoio da Ordem dos Psicólogos", os quais estarão disponíveis 'online'.

    Perguntas e Respostas

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    ✅ Você só precisa executar o software do Freemake e arrastar o arquivo desejado para o programa. Clique no botão do player ao lado do vídeo adicionado para abrir o formulário de edição e excluir partes desnecessárias ou publicidade do seu arquivo. Selecione o formato de saída na parte inferior da janela do programa, selecione as configurações de vídeo e pasta no seu computador para salvar o resultado. O programa suporta todos os formatos multimídia modernos e fornece conversão de alta qualidade de arquivos MP4 para AVI e outros formatos, como descrito aqui. Clique no botão Convert e aguarde até que a conversão seja concluída. Encontre seu vídeo e aproveite a visualização sem propaganda e interrupções.


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