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Hockey no gelo

Nos Estados Unidos, a maior parte dos fãs do hóquei no gelo está fixada na final da Copa Stanley entre o San Jose Sharks e o Pittsburgh Penguins. Mas em outra competição um pouco mais ao sul, a equipe brasileira de hóquei no gelo — um grupo de jogadores desajeitados e guerreiros de fim de semana, muitos deles emprestados das ligas nacionais de patinação sobre rodas — concentra-se em alguns dos aspectos mais simples do esporte sobre gelo.

Nos Estados Unidos, a maior parte dos fãs do hóquei no gelo está fixada na final da Copa Stanley entre o San Jose Sharks e o Pittsburgh Penguins. Mas em outra competição um pouco mais ao sul, a equipe brasileira de hóquei no gelo — um grupo de jogadores desajeitados e guerreiros de fim de semana, muitos deles emprestados das ligas nacionais de patinação sobre rodas — concentra-se em alguns dos aspectos mais simples do esporte sobre gelo.

“Eles estão realmente tendo dificuldades”, diz Jens Hinderlie, o técnico americano que comanda a seleção brasileira. “Virar para a esquerda, para a direita. E brecar é obviamente a coisa mais difícil.”

O terceiro Torneio Pan-Americano de Hóquei no Gelo, que começou na segunda-feira na Cidade do México, permitiu aos brasileiros demonstrar seu estilo de patinação em partidas contra equipes da Argentina, Colômbia e México. Também deu a oportunidade para muitos dos atletas de jogar pela primeira vez em uma pista de gelo oficial. “Eles parecem crianças em uma loja de doces”, diz Hinderlie. “Eles [ficam dizendo] ah, meu Deus, gelo, gelo, gelo!”

A seleção brasileira de hóquei no gelo foi formada em 2014. Ela faz parte da Confederação Brasileira dos Esportes no Gelo, que também inclui modalidades como “bobsled”, ou corrida em trenós, e o “curling”, entre outras. Porém, além da própria filiação, os privilégios oficiais são poucos.

O grupo não tem patrocinadores, muito menos um rinque próprio. De fato, não há nenhum rinque regulamentado no Brasil inteiro. Uma loja da Pizza Hut tinha uma pista de gelo minúscula nos anos 90, mas ela foi fechada. Alguns membros da equipe praticam em uma pista pequena em um shopping do Rio, mas eles são obrigados a compartilhar o espaço com crianças e são proibidos de lançar “pucks”, como são chamados os discos que os jogadores disputam no esporte.

Sem o hábito de jogar no gelo, os jogadores têm tomado tombos homéricos na Cidade do México. Luiz Paulo Serrano de Araújo, um estudante de engenharia de 21 anos do Rio, nunca havia patinado em um rinque oficial. Ele teve de emprestar patins de um amigo.

“Brecar e mudar de direção, eu tenho tido um pouco de dificuldade”, diz Araújo. “O corpo não responde ao que você quer que ele faça”.

Pedro Prado, de 39 anos, que é o jogador mais velho da seleção e ator de teatro no Rio, também afirma ser um dos melhores patinadores no gelo do Brasil. Ele tem ensinado técnicas de como brecar no gelo para alguns dos jogadores mais novos.

“Há um truque que eu uso quando ensino crianças: respire, solte o ar e, então, breque”, diz Prado.

A falta de habilidade sobre os patins é compensada pelo entusiasmo dos jogadores, diz Hinderlie. “Tenho [estado envolvido com] o hóquei minha vida toda, e a paixão que esses caras têm pelo jogo não tem comparação.”

Bruno Gomes, de 36 anos, é outro veterano do time. anos Desde começou a jogar hóquei há seis anos, ele patinou no gelo somente seis vezes.

“Foi maravilhoso”, diz Marcelo Rodrigues, de 32 anos, um consultor imobiliário do Rio, depois de usar a pista de gelo oficial na Cidade do México. “Não há nada igual.”

Hinderlie, que tem 35 anos, praticou um pouco de hóquei quando era mais jovem — chegando a fazer parte de uma liga regional no interior dos EUA. Ele também foi treinador de um time juvenil no Alasca. O técnico não planejava continuar envolvido com o hóquei depois que conheceu sua esposa brasileira, Gabriela, no site de namoro eHarmony e decidiu mudar para o país dela. Mas quando chegaram ao Brasil, sabendo que o marido adorava o hóquei, Gabriela entrou em contato com a Confederação Brasileira para saber se havia alguma possibilidade de trabalho para ele. Por coincidência, eles estavam precisando de um treinador para a equipe recém-formada.

Este será seu segundo ano como treinador. Ele admite que participar do torneio tem mais o objetivo de atrair um patrocinador potencial e captar recursos para construir um rinque que vencer partidas. Tanto ele quanto o jogador Daniel Baptista, um executivo de banco de investimento de 29 anos que passou algum tempo no Canadá e aprendeu a patinar lá, estão confiantes de que o esporte poderia ficar popular se houvesse um rinque no Brasil.

“É superquente [no Brasil] de novembro a março, abril”, diz Baptista. “Se houvesse um rinque grande e frio, você poderia jogar de manhã e ir para a praia à tarde. Esse é o estilo de vida dos sonhos de qualquer jogador de hóquei do mundo.”

Apesar de a Cidade do México ter diversos rinques oficiais de hóquei no gelo, o local onde o torneio está acontecendo apresenta desafios logísticos. No ano passado, um compressor quebrou e a Icedome Mexico City ficou cheia de neblina durante os jogos.

No primeiro torneio Pan-Americano de 2014, a seleção brasileira perdeu todos os jogos. De longe. Eles foram derrotados pelo México por 16 a 0, pelo Canadá com o mesmo placar e pela Colômbia por 14 a 0.

No ano passado, a equipe surpreendeu a todos, incluindo seus próprios membros, quando terminou em terceiro lugar. Com um pouco mais de tempo no gelo, Hinderlie acredita que o time poderia se sair bem outra vez. Desde que os jogadores chegaram à Cidade do México, na semana passada, Hinderlie tem feito sessões rigorosas de treino de patinação. Ele planeja fazer a equipe praticar “até que vomitem”.

No torneio deste ano, o Brasil venceu o time secundário da Argentina em seu primeiro jogo por 8 a 1, mas perdeu para o México na terça-feira por 4 a 0.

Ao mesmo tempo em que os jogadores continuam trabalhando nos aspectos básicos do jogo, Prado, o veterano do time, acredita que o trabalho duro já está dando resultados.

“Eu tenho muita esperança nesses caras”, diz. “Sempre que você tem um time unido, é difícil derrotá-lo.”

Por Que É Permitido Lutar No Hóquei No Gelo?

Por Que É Permitido Lutar No Hóquei No Gelo?

Autor: Charlene Ryan Ultima Atualização: Janeiro 2021

A tradição de luta frequente no hóquei no gelo amador e profissional faz parte do esporte há muitos séculos e os fãs adoram quando indivíduos ou equipes lutam. Ao contrário da crença popular, a luta é punível no jogo, embora seja tolerada. As multas são menores, geralmente cinco minutos fora do jogo. Essa situação é diferente em outros esportes em que a luta atrai suspensão, ejeção e multas enormes. A cultura de luta no hóquei no gelo atende pelo nome de “o código” no que as autoridades dizem que está permitindo que o jogo se policie fazendo alguém pagar as consequências de fazer algo ruim. Algumas lutas são leves, enquanto outras são graves e causam derramamento de sangue e danos às partes do corpo. Desde os primeiros 1900s, a luta no esporte tem diminuído à medida que o jogo se desenvolve e mais regras são colocadas em prática para proteger os jogadores.

História

História

Desde o início do esporte, a luta tornou-se inevitável devido à natureza competitiva do esporte, às emoções dos jogadores e aos equipamentos que eles usam. Existem diferentes razões dadas por que a luta ocorre, incluindo falta de regras durante o desenvolvimento inicial do esporte e crime e pobreza nos bairros canadenses onde o esporte se desenvolveu. A inclusão das linhas azuis no 1918 que permitiram a passagem para a frente na zona neutra aumentou o jogo físico que favoreceu ainda mais a luta. Além disso, a introdução de fiscalizadores para proteger os manipuladores de puck só piorou a situação. Em 1922, a NHL introduziu "fisticuffs", também chamado de Rule 56, que punha em penalidade de cinco minutos a luta contra os jogadores, ao invés de ejetá-los do jogo. Por esta altura, diferentes grupos de interesse tinham desenvolvido estratégias de marketing com foco na rivalidade das equipes da NHL, consequentemente aumentando o interesse do público. Entre 1920 e 1960, a luta era rara, mas brutal. Além disso, a NHL testemunhou a assinatura de mais aplicadores que possuíam menos habilidades de jogo para proteger suas talentosas estrelas ofensivas. O número de lutas subiu nos 1980s e as equipes responderam assinando mais reforços, no entanto, dos 1990s em diante, os combates diminuíram à medida que as equipes passavam por habilidades e habilidades de patinação, o que reduzia o número de executores e aumentava o número de jovens. jogadoras.

Causas das Lutas e o Papel dos Executores

Causas das Lutas e o Papel dos Executores

A luta é uma consequência de várias situações relacionadas ao jogo, incluindo retaliação, dissuasão, intimidação, proteção de jogadores e criação de ímpeto. Outras razões podem ser pessoais, como sangue ruim entre os jogadores, vingança ou até mesmo a necessidade de um executor de manter seu emprego. Os executores não têm um papel oficial, mas jogam em turnos como todos os outros jogadores, no entanto, seu papel principal é evitar que os jogadores adversários não joguem duro. Eles também impedem o jogo físico excessivo das “pragas” da equipe adversária e são conhecidos como “valentões”.

Regras de Luta

Como a luta é inevitável, regras específicas orientam o esporte para garantir a segurança dos jogadores. Para começar, no início de uma luta, ambos os jogadores devem soltar suas varas que poderiam ser armas e remover suas luvas de couro e plástico que podem aumentar a lesão. Os jogadores nunca discutem as regras, mas levam-nas a sério, especialmente a etiqueta. Para começar uma briga, o executor oposto deve concordar com uma briga verbal ou fisicamente e, portanto, um executor pode facilmente evitar a penalidade de instigador, ao mesmo tempo em que também exclui participantes que não querem lutar. Os executores lutam entre si e respeitam-se mutuamente de tal forma que não lutam contra um executor não disposto ou ferido. Lutar contra um executor ferido afasta o ego de um executor, e assim está lutando contra um executor que está prestes a terminar seu turno porque está cansado. Os lutadores também seguram a camisa do adversário e lutam com uma mão para manter o equilíbrio no gelo.

Os jogadores na luta devem perder ou ganhar de forma graciosa, caso contrário, eles podem perder o respeito de seus fãs e companheiros de equipe. Por fim, não se deve lutar ou ferir árbitros ou bandeirinhas ou iniciar uma luta contra um adversário que tenha pontuado de forma justa. Para evitar as lutas, os oficiais também devem orientar o jogo de forma justa chamando todas as faltas. Quando uma briga irrompe, os oficiais se comunicam sobre qual jogador cada um tomará enquanto limpam os bastões e objetos perigosos e apenas separam a luta quando ela é segura, no entanto, eles devem separar imediatamente uma briga assim que um jogador ganhar uma vantagem significativa. sobre o outro. Durante todo esse tempo, o árbitro deve registrar no piquete que dará uma penalidade. Uma vez que os árbitros os separam, a luta deve terminar e o não cumprimento dessas regras leva a uma penalidade de má conduta, suspensão ou até multas no jogador e, às vezes, no técnico. Estas regras e penalidades variam ligeiramente com a liga e a competição.

Declínio na luta contra incidências

Declínio na luta contra incidências

Os fatores que levaram a uma redução nas lutas incluem a substituição dos "socos" pela Regra 46, dando aos árbitros mais poder e a criação da regra "Terceiro Homem", que visava eliminar a briga de compensação, permitindo a expulsão de um jogador que se juntasse a um grupo. luta já progredindo. Há também uma regra para suspender o primeiro jogador de cada equipe que se junta a uma luta do banco quando não está jogando. A partir da 1992, a NHL introduziu a “Regra do Instigador” que dá ao iniciante da luta uma penalidade adicional de dois minutos.

Lutando nas Olimpíadas

A luta não é permitida no hóquei olímpico, com o lutador inicial recebendo uma penalidade de jogo e expulsão. Outros jogadores podem receber pequenas penalidades por retaliação, penalidades por má conduta de jogo por intervirem em uma briga, ou penalidades de má conduta pela remoção de luvas durante uma briga. Além disso, as jogadas que continuam a lutar depois de terem sido indicadas para parar pelos oficiais podem levar a uma penalidade menor dupla, penalidade maior e penalidade de jogo impróprio ou penalidade de jogo.

Autor: Charlene Ryan

Charlene Ryan é uma jornalista de 33 anos. Criador dedicado. Fanático do Twitter. Nerd de café. Explorador extremo. Viciado em mídia social. Zumbi lustre. Aluna. Amante de cerveja.

Como são feitas e decoradas as quadras de Hockey?

Descubra como são feitas as quadras de gelo do Hockey e como elas não sofrem tantos desgastes.

As pessoas costumam imaginar que as pistas de patinação ou quadras de hockey no gelo são uma grande piscina cheia de água congelada. Já adiantamos no começo da matéria que esse pensamento é um tanto quanto errôneo, pois a camada de gelo nem é tão grande assim.

Para explicarmos como as quadras de hockey são feitas, vamos usar o exemplo da Arena Raleigh, localizada na cidade de Raleigh, do estado da Carolina do Norte, Estados Unidos

Na Arena Raleigh, toda a "mágica" acontece no subsolo, abaixo da camada de gelo, abaixo dessa camada, existem mais quatro camadas de materiais para auxiliarem o processo de refrigeração da mesma.

A receita das arenas

A primeira camada (G), que é a maior e mais funda, encontramos brita e areia. Essa camada é responsável por canalizar a água que escorrer das outras camadas para um cano de drenagem que fica mais ao fundo da mesma, para que não se acumule muita água no subsolo.

Já na segunda camada (F) é feita de concreto, é preciso manter esse concreto aquecido para que a água que estiver no subsolo não congele e se expanda, caso essa expansão ocorra, os pisos serão empurrados para cima, causando rachaduras na pista.

A terceira camada (E) é composta por um material isolante térmico, que é responsável por manter a temperatura da quarta camada em um nível ideal, assim como manter a temperatura camada de concreto aquecido em sua temperatura ideal, sem que essa seja afetada pela temperatura da quarta camada, que é fria.

A quarta camada (C) é a mais importante quando o assunto é "manter o gelo congelado", pois ela funciona de modo parecido com a segunda, ela também é feita de concreto, porém, no interior desse concreto existem canos (B), e por esses canos corre uma água especial, a chamada água dura (uma solução de Clereto de cálcio), que resiste a temperaturas mais baixas, capacitando a mesma a manter-se no estado líquido em temperaturas abaixo de 0 °C. Um sistema de refrigeração abaixo da arena (A) mantém a água dura em uma temperatura ideal, que pode variar de acordo com a temperatura ambiente do lado de fora da arena. A água resfriada corre pela tubulação mantendo, a quarta camada resfriada e garantido que a água que se acumular sobre ela congele a uma temperatura entre 4 °C e 4,5 °C.

Por fim, a quinta camada (D) é o próprio gelo que vemos na arena, porém, o que não sabemos é que ela se divide em outras camadas, o que garante que o gelo mantenha-se duro.

Como o gelo fica duro e propício a pintura

Com um carro de pintura, que se assemelha muito ao carro-maca dos campos de futebol, porém com um tanque de 1000L no lugar da maca, o processo de criação da camada de gelo é iniciado. O carro passa pulverizando água sobre toda a pista, até que se forme uma pequena camada de gelo de cerca de 0,8 milímetros de espessura, que congela quase que imediatamente quando toca a quinta camada de concreto resfriado.

Depois que a primeira camada de gelo está totalmente congelada, a segunda camada de também 0/8 milímetros é aplicada da mesma maneira. Depois que a segunda camada também seca, um importante componente entra em cena, a tinta branca, uma tinta especial que pinta a superfície de toda a pista para que a mesma contraste com o puck (disco que tem a mesma função que a bola no futebol) e os jogadores possam vê-lo melhor.

Quando a tinta seca, uma nova camada de gelo é aplicada para selar a tinta branca e garantir que ela não irá ser danificada, porém, essa camada é mais espessa, cerca de 1,6 milímetros garantindo maior segurança para a tinta.

Assim que o gelo está novamente duro, é hora de pintar novamente. Dessa vez, as demarcações do campo, logotipo do time da casa e seus patrocinadores são pintados a mão, para garantir que não ocorram rasuras em seus desenhos.

Depois que essa tinta finalmente seca, é a vez da camada principal, que irá proteger os desenhos e demarcações da quadra. Essa camada pode chegar a até 22,3 milímetros, porém deve ser aplicada gradualmente, em finíssimas camadas assim como eram aplicadas as camadas anteriores, quanto menor for a quantidade por camada, melhor.

Até que não é tão fundo!

Ao final do processo de construção da camada de gelo, ela terá 25,5 milímetros de espessura e estará perfeita para a prática de esportes. Mas, qual é o segredo para que o gelo não se corte com facilidade? O segredo é o processo pelo qual passaram na criação de várias finas camadas de gelo até chegar na espessura ideal, pois o gelo fica mais concentrado do que ficaria se fosse congelado de uma só vez.

Todo esse processo de criação da camada de gelo pode durar cerca de 24 horas e gastar de 45000 a 57000 litros de água, o processo necessita paciência para que a pista não necessite de muitos reparos e consequentemente mais desperdício de água.

5 melhores jogos de hóquei no gelo da NHL

Nesta lista você vai conferir os 5 melhores jogos de Hóquei no gelo da NHL, ou seja, só vai estar na lista aqueles da NHL, lembrando que essa seleção é uma escolha pessoal e pode ser diferente da sua.

Alguns podem pensar que todo jogo de esporte é igual, mas isso não é verdade, algumas mudanças ou falta de novidades impactam bastante no fator diversão e apresentação, deixando alguns jogos brilharem mais do que os outros.

Se você está pensando em comprar algum jogo de NHL (o NHL 18 será lançado em breve), recomendo que use cupons online de desconto, aqui você vai encontrar alguns para o Shoptime e aqui para a loja MegaMamute.

5 – NHL 2002 (Gameboy Advance, Xbox, PS2 e PC)

Dentre as versões desse jogo, a do PC é aquela com os visuais mais bonitos, mas a mais consagrada foi a versão para o PS2. Esse jogo pegou o melhor da gameplay do NHL 2001 e adicionou mais recursos legais.

Esse jogo é considerado um dos melhores por muitas pessoas, o NHL 2002 conta com uma trilha sonora excepcional, ele foi o primeiro da série que adicionou o modo carreira, ele tem também cartas dos jogadores e um efeito legal onde a tela se aproxima em lances especiais.

4 – NHL Hitz 2002 (GameCube, Xbox e PS2)

Para você sair um pouco do sério e se distanciar do realismo, recomendo o NHL Hitz 2002, um jogo com uma gameplay muito boa e principalmente muitos efeitos e bom humor.

No NHL Hitz 2002 é tudo na base do exagero, os jogadores possuem habilidades além do normal e os efeitos são muito divertidos, eles literalmente ficam em chamas quando estão arrasando na partida.

3 – NHL 11 (PS3 e Xbox 360)

Um dos poucos jogos de hóquei no gelo mais atuais que caíram nas graças do público, o NHL 11 é um jogo com gráficos realistas e com boa jogabilidade. O jogo ainda pode ser encontrado para vender

Uma das novidades que o jogo traz é a possibilidade do taco dos jogadores quebrarem. O NHL 11 herdou a utilização de cartas de jogadores no modo HUT.

O modo HUT foi baseado em um já conhecido em outros jogos de esportes, você recebe cartas aleatórias e deve criar seu time com elas, para conseguir mais cartas e melhorar sua equipe, você tem que conquistar pontos no modo multiplayer online ou no modo solo.

Com esse jogo é possível você balançar a rede adversária de várias maneiras e ângulos diferente.

2 – NHL 2004 (GameCube, Xbox, PS2 e PC)

Esse jogo é histórico, até hoje fãs dele atualizam com Mods que o deixam com uma cara mais moderna e adicionam itens legais na versão PC.

O NHL 2004 tem uma trilha sonora fantástica, gráficos muito bonitos, vários modos de jogo, você tem um controle maior do disco e montagens incríveis com jogadores segurando a Copa Stanley, o troféu da NHL.

Com os lançamentos atuais dos jogos da EA para o NHL, baixar os Mods do NHL 2004 talvez seja uma boa opção para você que joga no PC, mas gostaria de controlar os jogadores atuais.

1 – NHL 94 (Mega Drive, Super Nintendo, PC e Sega CD)

Mais do que o melhor jogo de hóquei no gelo da NHL, o NHL 94 é considerado por muitos o melhor jogo de esportes já lançado. Se você está procurando a melhor versão, aconselho a do Sega CD, ela tem gráficos e sons superiores.

Esse é o primeiro jogo da série que é lançado para PC, por conta do contrato com a NHL, todo o combate do jogo foi removido, mas em compensação o jogo possui todo o conteúdo licenciado.

No NHL 94 você pode executar o One-Timer que é quando um jogador passa o disco para o outro e ele já o lança direto para o gol com um toque. As músicas são um outro toque especial já que elas são personalizadas para os times.

O NHL 94 foi homenageado no NHL 14 com um modo feito com gráficos da atualidade, mas com a sonorização e todo o sentimento que o NHL 94 tem.

Melhores jogos de hóquei – Conclusão

Como pode perceber, os jogos das antigas de hóquei no gelo dominaram a lista, mas alguns jogadores prezam mais os gráficos em jogos ou outros aspectos, diga nos comentários abaixo quais são seus jogos preferidos de NHL.

NHL – A principal liga de hóquei no gelo do mundo

Olá, amigos! Hoje iremos falar de um esporte que agrada muito no quesito de grandes odds: o hóquei no gelo, especialmente sobre a principal liga de hóquei do mundo, a NHL.

Disputada por 30 times do Canadá e Estados Unidos, a NHL é a liga de hóquei onde encontramos os mais valiosos e promissores jogadores das grandes potências do esporte no mundo.

Já passamos da metade da temporada regular e é neste ponto que começam as grandes batalhas por vaga nos playoffs, para manter vivo o sonho de conquistar a tão desejada Stanley Cup, a famosa taça entregue ao campeão da NHL.

Estes 30 times são divididos em duas conferências (Oeste e Leste) e quatro divisões (duas em cada conferência). Os três primeiros times de cada divisão se classificam direto para os playoffs e outras quatro vagas ficam para os Wild Cards, os 4º e 5º colocados.Os campeões de cada conferência da liga de hóquei se enfrentam na final da Stanley Cup em uma série de 7 jogos, assim como todos os enfrentamentos dos playoffs.

A batalha pela Stanley Cup começou em 1893, quando foi conquistada pelo Montreal Hockey Club. A partir de 1939, teve uma alteração na regra que aumentou a dispita que era realizada em uma série melhor de 5, para uma melhor de 7.

A equipe com maior número de títulos é o Montreal Canadiens, com 23 Stanley Cups vencidas de 34 disputadas.

A última vez que um time canadense foi campeão da Stanley Cup aconteceu na temporada 92-93 quando os Canadiens garantiram o título. Desde então, só se vê equipes americanas levantarem o pesado troféu. O atual campeão é o Pittsburgh Penguins, que bateu a equipe do San Jose Sharks por 4×2 e conquistou seu quarto título.

Fiquem ligados no blog do BetMais , pois iremos divulgar dicas para apostar na NHL por aqui! Boas forras!

Silviosmar de Lima Dias – Apostador BetMais de Cuiabá – MT

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Num dos períodos mais quentes da Guerra Fria, os amadores do hóquei no gelo dos Estados Unidos surpreenderam o mundo e derrotaram a superfavorita União Soviética na última fase dos Jogos Olímpicos de Lake Placid-1980. O simbolismo do feito extravasou a proeza do rinque.

A crise dos mísseis de Cuba foi em 1962, durante uma década em que a conquista espacial tinha honras de manchete nas primeiras páginas dos jornais nos Estados Unidos e na União Soviética. Os anos foram passando e, como a tensão arterial, também a tensão política foi subindo e descendo.

Até 1979, altura em que os soviéticos invadiram o Afeganistão. Jimmy Carter tinha assumido a presidência norte-americana em 1977 mas a eventual falta de experiência não fez com que os Estados Unidos deixassem passar esta agressão em claro.

O desporto, como em tantas outras ocasiões na história, alcançou o centro do palco. A 20 de janeiro de 1980, em vésperas dos Jogos Olímpicos de Inverno de Lake Placid (Nova Iorque), o presidente lançou um ultimato a Brezhnev: ou recuava na invasão no espaço de um mês ou os Estados Unidos não participariam nos Jogos Olímpicos de Verão desse ano, marcados para Moscovo.

A ameaça de Jimmy Carter teve poucas repercussões efetivas nos Jogos Olímpicos de Lake Placid, que começaram a 14 de fevereiro. O silêncio soviético na resposta ao ultimato não deixou grandes marcas e a comitiva da URSS, com 86 atletas, foi a segunda maior no evento (apenas superada pelos 101 dos Estados Unidos).

O medalheiro deu uma vantagem clara à União Soviética nos títulos olímpicos: dez em 38 possíveis e o primeiro lugar nesta contabilidade, apesar de ter ficado a uma das 23 medalhas totais da República Democrática da Alemanha.

Os números não contam a história toda. Não contam que um dos seis títulos olímpicos dos Estados Unidos foi o mais marcante de todo o evento e que continua a ser, ainda hoje, 38 anos depois, um dos momentos mais marcantes da história olímpica e… da própria Guerra Fria.

No hóquei do gelo, a 22 de fevereiro de 1980, num jogo a contar para a última ronda do torneio, os Estados Unidos surpreenderam o mundo e conseguiram aquilo que passou a ser conhecido por Milagre no Gelo.

Amadores contra profissionais mascarados

Os Jogos Olímpicos foram criados, na sua essência, para amadores. Era essa a filosofia que estava na base da ideia levada da teoria à prática por Pierre de Coubertin. Mas, com o passar dos anos, a profissionalização dos desportos fez com que se tornasse impossível a ausência de especialistas no evento.

O hóquei no gelo só se rendeu em 1988. Até lá, os profissionais continuaram a não ser autorizados a competir. Ou seja, qualquer jogador norte-americano ou canadiano que jogasse na NHL estava obrigatoriamente fora de ação.

A União Soviética encontrou uma forma de contornar os regulamentos. Apesar de os seus internacionais disputarem uma liga competitiva e serem muito mais experientes do que os rivais, faziam parte de várias empresas do estado, de onde recebiam o seu verdadeiro ordenado. Por isso, conseguiram somar títulos mundiais e olímpicos consecutivos na modalidade.

Os Estados Unidos não replicavam essa artimanha. Campeões olímpicos em 1960 pela primeira vez na história, os norte-americanos raramente estavam na luta entre os melhores. Mas 20 anos depois, a jogar em casa e com o apoio do público, a hipótese de disputar uma medalha era grande.

Herb Brooks, jogador que ficou de fora por uma unha negra na edição de 1960, era o selecionador norte-americano e lançou um intenso programa de recrutamento para definir a equipa que jogaria em Lake Placid. No total, 68 jogadores apareceram para as captações nas quais, além de demonstrar as capacidades no gelo, tinham ainda responder a um teste psicotécnico de 300 perguntas.

O objetivo era simples: Herb queria saber exatamente com o que contar em prova: não apenas as dinâmicas desportivas mas as sociais. Como um dos jogadores, John Harrington, disse, Herb Brooks queria saber os limites de cada jogador, para retirar dele o máximo possível antes que este quebrasse. «Puxava por ti até ao limite, onde sabia que ias dizer que estavas farto daquilo, e depois recuava», contou.

A União Soviética era a maior potência olímpica no hóquei no gelo. Tinha sido campeã em quatro edições consecutivas (1964, 1968, 1972 e 1976) e aparecia nos Estados Unidos como grande dominadora. A comprová-lo estava o encontro de exibição que fizeram com os americanos no Madison Square Garden, em Nova Iorque, apenas duas semanas antes da cerimónia de abertura.

O resultado: um pesado 3-10. «Demorámos muito a entrar no jogo. Estávamos a vê-los jogar e quando começámos finalmente a fazer alguma coisa, quando sentimos que merecíamos estar no mesmo rinque que eles, já perdíamos por oito», contou John Harrington.

A diferença de poder era abismal, não apenas para os Estados Unidos mas para todos os rivais. Tanto que um jornalista do The New York Times chegou mesmo a escrever que se o gelo não derretesse e não houvesse nenhum tipo de milagre, os soviéticos iriam ganhar a medalha de ouro com relativa facilidade.

Fase de grupos e luta pelas medalhas

A primeira ronda ajudou a separar o trigo do joio. De um lado, os Estados Unidos somaram quatro vitórias e um empate, com a Suécia, conseguindo um total de 25 golos marcados e dez sofridos e garantindo o apuramento para a última ronda juntamente com os escandinavos.

Do outro lado, os soviéticos iam esmagando os adversários: 16-0 ao Japão, 17-4 à Holanda, 8-1 à Polónia, 4-2 à Finlândia e 6-4 ao Canadá, num total de 51 golos marcados e onze sofridos. Feitas as contas, partiam como líderes para o ataque às medalhas, frente à oposição de Estados Unidos, Suécia e Finlândia.

Os resultados entre os apurados na primeira fase eram contabilizados no acesso às medalhas, pelo que cada seleção iria fazer apenas dois jogos. Logo a abrir, o tal Estados Unidos-União Soviética, a 22 de fevereiro.

Com a memória do jogo do Madison Square Garden ainda muito viva, os soviéticos julgaram que tinham um jogo no bolso. «Julgavam que estava ganho. Aquele resultado [10-3] foi o início do descalabro», disse mais tarde o selecionador Viktor Tikhonov.

Num pavilhão com 8500 espetadores, na sua enorme maioria norte-americanos, os soviéticos pareceram querer fazer mais do mesmo. Por três vezes adiantaram-se no marcador: por três vezes os norte-americanos responderam e igualaram o resultado.

Quando faltavam dez minutos para o final do terceiro e último período, Mike Eruzione lançou a última peça para a surpresa e marcou o 4-3. Assim, de forma inesperada, os Estados Unidos estavam na frente e os soviéticos pareciam incrédulos, a perder o controlo e a jogar como não estavam habituados: a perder e precipitados.

Os minutos passaram e o choque começou a ganhar contornos cada vez mais definitivos. Na ABC, Al Michaels narrou de forma perfeita o final do encontro: «Onze segundos, dez segundos… a contagem decrescente está em andamento. Morrow passa para Silk. Faltam cinco segundos para o final do jogo. Acreditam em milagres? [Pausa] SIM!».

A festa americana estendeu-se ao país mas, apesar das celebrações, o jogo não garantiu qualquer medalha. Foi necessário derrotar a Finlândia dois dias depois, num jogo em que os americanos entraram no terceiro período a perder [viraram de 1-2 para 4-2].

O ouro foi a cereja no topo do bolo. Hoje, 38 anos depois, aquele continua a ser o último título olímpico dos Estados Unidos no hóquei no gelo masculino – a equipa feminina venceu na edição de estreia, em 1998. E mesmo a nível de medalhas, os americanos só regressaram em 2002, com uma medalha de prata.

Do outro lado, a União Soviética desforrou-se com vitórias em 1984 e 1988, enquanto o título de 1992 foi para a Equipa Unificada, composta pelas antigas repúblicas soviéticas socialistas.

Praticamente um mês depois do Milagre no Gelo, Jimmy Carter cumpriu a ameaça e anunciou que os Estados Unidos não disputariam os Jogos de Moscovo. Em resposta, os soviéticos não competiram em Los Angeles-1984.

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Hockey in line: patins reformulam o modo de praticar o esporte do gelo

No Brasil, ele ganhou força a partir de 1996 e hoje está presente em vários clubes.

Já ouvimos falar muito sobre o hóquei, pois é um dos jogos olímpicos mais conhecidos nos Estados Unidos. Por ser um esporte praticado sobre o gelo, está mais presente nas regiões do nordeste e centro-norte daquele país. O jogo foi criado em 1834 no Canadá, porém, no Brasil, também existe uma versão adaptada a climas não tão frios, o hockey in line ou hóquei em linha. Essa modalidade é jogada em quadras de cimento ou de madeira, onde os jogadores usam patins. O jogo é composto por no máximo 16 jogadores e 2 goleiros, com quatro tempos de doze minutos. No Brasil, há vários clubes que praticam este esporte, como a Sociedade Esportiva Palmeiras, a Associação Portuguesa de Desportos, a Associação Atlética Banco do Brasil, o São Bernardo Futebol Clube, o Amparo Athlético Club, a Tatuapé Rap Rollers, entre outros.

Henrique Andrade, atleta da Sociedade Esportiva Palmeiras, diz que o hóquei tradicional foi inserido na agremiação em 1923 e, desde então, coleciona títulos estaduais, nacionais e internacionais, tornando-se um dos mais vitoriosos do país. No entanto, é em 1996 que o hóquei sobre patins entrou em cena. O jogador diz que a equipe conta com grandes atletas e treinadores, como Rogerio Polido e Fabio Bossi, sendo eles os atuais comandantes dos times. Atualmente, o hockey in line do Palmeiras disputa competições oficiais promovidas pela Federação Paulista de Hóquei e Patinação (FPHP), bem como da Confederação Brasileira de Hóquei e Patinação (CBHP).

Há diferenças entre o hóquei no gelo e o hockey in line: o hóquei no gelo tem particularidades que o tornam um pouco mais difícil, pois é mais rápido, o contato físico é mais tolerado e as regras (icing e offside) tornam o jogo mais compacto. O hockey in line é geralmente mais técnico, sem muito contato físico, os jogadores tendem a ter mais tempo com o puck (disco de borracha usado para jogar) e o jogo, às vezes, é mais livre e corrido.



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