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Jogo de basquetebol

A #Equipa Portugal chegou esta quinta-feira à 12.ª medalha conquistada nos Jogos Europeus #Minsk2019, com o segundo lugar alcançado por Fernando Pimenta na prova de K1 5000m.

O canoísta português faz na Bielorrússia exatamente os mesmos resultados de há quatro anos, em Baku, com duas subidas ao pódio e torna-se assim o atleta português com mais medalhas ganhas nos Jogos Europeus: quatro, todas de prata.

Tal como tinha acontecido na prova de K1 1000, só o húngaro Balint Kopasz foi mais rápido do que Fernando Pimenta, numa prova tática decidida nos últimos metros. A liderança foi assumida durante grande parte da competição pelo alemão Max Hoff, tendo Pimenta assegurado uma posição de controlo, até arrancar na última volta de forma decidida, deixando a concorrência para trás. Só que um último ataque fulminante de Kopasz retirou-lhe a possibilidade de ganhar o seu primeiro ouro nos Jogos Mundiais.

Resultado a destacar na Canoagem é também aquele que foi protagonizado pela embarcação de K4 500 (Emanuel Silva, João Ribeiro, Messias Baptista, David Varela), 4.ª classificada, a 255 milésimos da medalha de bronze, num dia em que a chuva e o vento afetaram muito a pista, onde houve mais posições de finalista, asseguradas pelo K4 500 feminino, de Teresa Portela, Joana Vasconcelos, Francisca Laia e Francisca Carvalho (8.º), K2 200 feminino, de Teresa Portela e Joana Vasconcelos (6.º) e o C1 200, de Hélder Silva (8.º).

O Ciclismo de pista estreou-se em Minsk 2019, com um 9.º lugar de Maria Martins, na corrida por pontos, e um 14.º de Rui Oliveira em scratch, provas que estiveram a ser acompanhadas por membros da #EquipaPortugal de outras modalidades, nomeadamente o Atletismo e a Canoagem.

Filipa Martins (Ginástica Artística), Ténis de Mesa e Futebol de Praia protagonizaram esta quinta-feira apuramentos que os colocam na rota das grandes decisões.

Filipa Martins foi 8.ª nas qualificações do concurso all-around e estará na final de sábado.

O Ténis de Mesa eliminou na competição de equipas a França, pela manhã, e a Grã-Bretanha, à tarde, e continua na defesa da medalha de ouro conquistada em Baku. Esta sexta-feira defronta a Alemanha, nas meias-finais.

O Futebol de Praia venceu a Bielorrússia no último jogo da fase de grupos e também está nas meias-finais, nas quais joga o acesso à decisão da medalha de ouro com a Ucrânia.

Esta sexta-feira, a equipa mista de Tiro, pistola standard 25m, constituída por João Costa e Joana Castelão, faz a sua despedida de Minsk.

Entra pela primeira vez em competição Pedro Caldas (Lutas Amadoras).

K4 500m M, Final – David Varela/Emanuel Silva/João Ribeiro/Messias Baptista, 4.º

K4 500m F, Final – Joana Vasconcelos/Teresa Portela/Francisca Laia/Francisca Carvalho, 8.º

K2 200m F, Final – Joana Vasconcelos/Teresa Portela, 6.º

K1 5000m F, Final – Fernando Pimenta, 2.º, medalha de prata

Portugal – Bielorrússia, 7-3, apurado para a meia-final

Qualificações all-around F – Filipa Martins, 51.699, 8.ª, apurada para a final

Pares – Tiago Apolónia/João Monteiro-Akkuzu/Lebesson, 3-2 (7-11, 6-11, 11-5, 15-13, 11-8)

Singular – Marcos Freitas-S. Gauzy, 3-1 (11-7, 8-11, 11-6, 11-7)

Singular – João Monteiro-E. Lebesson, 2-3 (11-6, 6-11, 10-12, 11-9, 9-11)

Singular – Marcos Freitas-C. Akkuzu – 3-1 (11-1, 9-11, 11-5, 11-3)

Par – Tiago Apolónia/João Monteiro-P. Drinkhall/L. Pitchford, 3-1 (11-7, 11-6, 4-11, 11-8)

Singular – Marcos Freitas-S. Walker, 3-1 (8-11, 11-9, 11-8, 11-8)

Singular – Tiago Apolónia-L. Pitchford, 2-3 (8-11, 11- 6, 11- 8, 3-11, 7-11)

Singular – João Monteiro-S. Walker, 3-1 (5-11, 14-12, 11-9, 11-9)

11.20 – Greco-Romana -67Kg, 1/8 Final – Pedro Caldas-S. Daurov (BLR)

16.00 – Equipas Masculinas, ½ Finais – Portugal-Alemanha

13.00 – Pistola 25m Equipas Mistas, Qualificação – João Costa/Joana Castelão

Mais de 5000 jogos

Mais de 5000 jogos

Oficialmente declarado uma pandemia na última quarta-feira (11) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o coronavírus responsável pela doença COVID-19 já tem afetado de forma drástica o cotidiano de pessoas e comunidades ao redor do mundo.

Na tentativa de limitar novas possibilidades de contágio, países como a Itália já restringiram o trânsito de seus cidadãos, decretaram o fechamento de serviços não essenciais e proibiram aglomerações de pessoas. De forma semelhante, empresas em diferentes regiões do mundo já adotam iniciativas como home-office para evitar que seus funcionários tenham que se deslocar.

Na prática, isso tem deixado muita gente dentro de casa – o que, como seria de se esperar, aumento consideravelmente o consumo de games nos últimos dias. Só neste final de semana, a Valve bateu dois novos recordes: a plataforma Steam registrou um pico de 20,297,735 usuários simultâneos online, maior número já registrado nos 16 anos de existência do serviço. Counter-Strike: Global Offensive, um dos principais jogos da plataforma, ultrapassou pela primeira vez a marca de um milhão de jogadores simultâneos.

Com 647 casos confirmados em 19 de março, o surto de coronavírus no Brasil não chegou ao estágio de países como Itália, Irã ou Estados Unidos, mas a tendência é que medidas de isolamento sejam tomadas para reduzir a circulação do vírus. Se esse for o caso, confira abaixo uma lista com 20 ótimos jogos gratuitos para você passar o tempo sem precisar sair de casa:

Call of Duty: Warzone

Lançado nesta semana, o modo battle royale de Call of Duty: Modern Warfare foi um sucesso praticamente instantâneo entre entusiastas do gênero: em apenas três dias, o modo chegou a 15 milhões de jogadores.

Diferente de Modern Warfare, jogo completo e pago, Warzone foi liberado gratuitamente pela Infinity Ward traz não um, mas dois modos diferentes de jogo, ambos em trios: Battle Royale e Pilhagem. Vale o investimento (que é nenhum) para quem quer experimentar um pouco de um dos maiores jogos AAA de tiro da atualidade.

Fortnite

PlayStation 4, Xbox One, PC, iPhone e Android

É impossível fazer uma lista de jogos online gratuitos sem citar Fortnite, um dos grandes fenômenos desta geração e um dos principais responsáveis por massificar o gênero Battle Royale.

Sua fórmula é simples: 100 jogadores caem sobre um mapa recheado de armas e equipamentos, e devem se enfrentar até um único sobrevivente restar.

A produtora Epic Games, no entanto, atualiza e refina a fórmula de Fortnite constantemente, o que significa que novos conteúdos, modos de jogo e itens cosméticos estão sempre chegando – ou seja, qualquer hora é uma boa hora para começar a explorá-lo.

Dota 2

Saindo do universo de battle royales e entrando no MOBA, Dota 2 é uma alternativa certeira para quem busca um jogo que exige coordenação em equipe e alto desafio.

Herdeiro do clássico mod de Warcraft III, Dota 2 não é exatamente receptivo para novos jogadores, com jogabilidade complexa e centenas de combinações possíveis de personagens, mas é compensado por uma comunidade ativa que produziu uma enxurrada de guias e conteúdos para iniciantes. Só basta a coragem para começar.

League of Legends

Outro grande representante do gênero MOBA, League of Legends leva a vantagem de ser ligeiramente mais receptivo que o rival. Não atoa, o jogo da Riot Games é consideravelmente maior em termos de jogadores.

Mas não se engane: LoL oferece um desafio tático e estratégico tão envolvente quanto Dota 2, recheado de personagens diferentes que vivem sendo ajustados e modificados pela produtora do game.

Enquanto Valorant não chega, League of Legends segue sendo a melhor introdução disponível ao universo da Riot.

Path of Exile

PlayStation 4, Xbox One e PC

Para fãs da série Diablo, Path of Exile é uma ótima alternativa gratuita à clássica franquia de RPGs da Blizzard.

Com mecânicas complexas de criação de itens e árvores de habilidade extensas, o jogo oferece múltiplas possibilidades para jogadores que gostam de investir horas e horas em seus personagens, explorando cenários de fantasia e caçando tesouros e criaturas monstruosas.

Vale ressaltar que a produtora Grinding Gear Games acabou de liberar a atualização Delirium para a versão de PC de Path of Exile, que traz ainda mais habilidades, itens e inimigos ao jogo. Ótima oportunidade para começar a explorar esse universo.

Hearthstone

PC, iPhone e Android

Outro jogo da lista dos que são constantemente atualizados com novos conteúdos, Hearthstone é um dos mais populares jogos de carta da atualidade, com uma comunidade ativa e cenário competitivo disputado.

O jogo consiste em batalhas por turno entre dois oponentes, que utilizam baralhos de 30 cartas recheados de criaturas, equipamentos e magias para derrotar o adversário.

Todos os elementos do jogo têm inspiração do popular universo de Warcraft, incluindo os personagens escolhidos pelo jogador para compor seu deck.

Dauntless

PlayStation 4, Xbox One, Switch e PC

Lançado no ano passado, Dauntless busca adaptar o bem-sucedida jogabilidade da série Monster Hunter para um modelo free-to-play online.

Bem mais acessível do que a série de ação da Capcom, o game da Phoenix Labs coloca o jogador na pele de um caçador de monstros que busca eliminar alvos cada ve mais poderosos para conquistar equipamentos melhores.

Para completar o pacote, o jogo conta com um multiplayer cross play que permite que jogadores de diferentes plataformas participem das mesmas batalhas.

Counter-Strike: Global Offensive

Lançado em 2012 para PlayStation 3, Xbox 360 e PC, Counter-Strike: Global Offensive dispensa apresentações: sua fórmula é essencialmente a mesma do jogo original da série Counter-Strike, só que adaptado para o cenário competitivo moderno.

O grande trunfo do game, e o motivo pelo qual ele continua batendo recordes de jogadores simultâneos após oito anos, é o fato de que a Valve tornou CS:GO gratuito no final de 2018.

A decisão chegou a ser criticada por jogadores de longa data do título, mas expandiu sua base consideravelmente e deu nova vida ao shooter em primeira pessoa.

Warframe

PlayStation 4, Xbox One, Switch e PC

Lançado em 2013, o shooter em terceira pessoa cooperativo Warframe é outro da lista de jogos que recebeu uma enxurrada de atualizações ao longo dos últimos anos, mas mantém uma comunidade extremamente engajada.

Jogadores são membros da raça alienígena Tenno, que utiliza exoesqueletos robóticos para combater diferentes facções de inimigos.

Além de um visual acima da média para jogos free-to-play, a comunidade ativa do game costuma ser receptiva com novos jogadores – um ponto positivo, já que entrar de cabeça no mundo de Warframe pode ser uma tarefa complexa.

Apex Legends

PlayStation 4, Xbox One, PC

Mais uma boa opção do gênero Battle Royale, Apex Legends foi lançado no ano passado pela Respawn Entertainment e chegou a bater de frente com Fortnite em popularidade.

Ambientado no universo de Titanfall, o jogo conta com um modo em que trios de personagens se enfrentam em uma extensa arena.

O jogo também se diferencia de Fortnite por ter personagens fixos para jogadores, ao melhor estilo Overwatch, ao invés de personagens genéricos customizáveis.

Starcraft II

Clássico do gênero de estratégia em tempo real, Starcraft II se tornou um jogo gratuito em novembro de 2017, incluindo a campanha Wings of Liberty e partidas online.

O movimento ajudou a dar uma sobrevida ao multiplayer do jogo e manteve a comunidade ativa, mesmo após dez anos do lançamento original do game. Ainda é uma ótima opção para fãs do gênero.

  • PC
Divulgação/Blizzard Entertainment

Destiny 2

PlayStation 4, Xbox One e PC

Recém-transformado em free-to-play, Destiny 2 também tem um legado invejável de conteúdo e atualizações promovidos pela Bungie ao longo dos últimos anos.

O shooter não chega a ser um game de mundo aberto, mas integra elementos de exploração, e tem ótimos modos multiplayer cooperativos e competitivos para jogadores.

A campanha do jogo também é mais bem trabalhada que o título original da série e vale o investimento.

Team Fortress 2

Team Fortress 2 já é um jogo em idade bem avançada. Lançado em 2007, o multiplayer online da Valve coloca dois times recheados de personagens carismáticos e cartunescos em combates frenéticos pelo domínio de um mapa.

A essa altura do campeonato, é um formato bem conhecido por jogadores. Mas não significa que deixou de ser divertido.

Apesar da idade, o game ainda consta com um dos mais jogados do Steam e tem uma comunidade vibrante. Vale investir algumas horas nesse multiplayer explosivo.

Free Fire

Fenômeno do Battle Royale mobile, Free Fire ganhou um enxurrada de fãs em países como o Brasil da noite para o dia.

Além do gameplay agil e divertido, o jogo da Garena tem a grande vantagem de rodar em basicamente qualquer smartphone – iOS ou Android.

Para quem procura uma boa opção de jogo para celulares, essa é uma ótima hora para embarcar na onda do Battle Royale.

  • iPhone
  • Android
Divulgação/Garena

Pokemon GO

Recomendar um game que exige que jogadores saiam por para caçar Pokémon durante um período de quarentena pode parecer estranho.

Mas Niantic Labs, desenvolvedora de Pokémon GO, se antecipou aos desdobramentos da pandemia de coronavírus e implementou funções que tornam mais fácil a jogatina sem sair de casa.

As mudanças incluem um pacote de 30 Incensos para atrair Pokémon por apenas 1 PokéCoin, o que significa que será mais fácil capturar novos monstrinhos sem precisar se deslocar.

A Battle League, sistema de batalhas ranqueadas PvP de Pokémon GO, também está disponível sem limites para que jogadores disputem partidas online.

  • iPhone
  • Android
Divulgação/Niantic Labs.

Smite

PlayStation 4, Xbox One, Switch e PC

Produido pela Hi-Rez Studios, Smite é mais uma boa opção para fãs de MOBA e coloca o jogador em batalhas épicas entre deuses, deusas e outras criaturas mitológicas da Grécia, Egito, Japão, China, de culturas celtas, nórdicas e muito mais.

Diferente de títulos como League of Legends ou Dota 2, Smite adota uma câmera em terceira pessoa, que pode ser mais familiar para jogadores que não estão acostumados com a visão isométrica de outros MOBAs.

  • PlayStation 4
  • Xbox One
  • Switch
  • PC
Divulgação/Hi-Rez Studios

Gwent

PlayStation 4, Xbox One, PC, iOS e Android

Gwent é um caso curioso de um jogo que surgiu dentro de outro jogo. Parte do universo de The Witcher, Gwent é um jogo de cartas que pode ser experimentado várias vezes durante The Witcher 3: Wild Hunt.

Desenvolvedora dos jogos da franquia, a CD Projekt percebeu a popularidade que Gwent tinha e resolveu transformá-lo em um jogo independente – e, melhor ainda, gratuito.

Fácil de aprender, mas difícil de se dominar completamente, o game pode ser também, de quebra, uma boa introdução para o universo de The Witcher. Vale o test drive.

World of Tanks

PlayStation 4, Xbox One, PC, iOS e Android

Lançado há quase des anos, World of Tanks é um multiplayer online que coloca jogadores no comando de diferentes modelos de tanques de guerra para disputar combates em arenas variadas.

Apesar da idade avançada, o jogo ainda tem uma base ativa de jogadores, mas se destaca pela enxurrada de conteúdo: são mais de 450 tanques autênticos de oito nações diferentes para escolher, além de mais 80 mapas com diferentes terrenos e efeitos de clima.

Uma boa opção para quem busca uma dose de ação rápida e estratégica.

  • PlayStation 4
  • Xbox One
  • PC
  • iPhone
  • Android
Divulgação/Wargaming

Brawlhalla

PlayStation 4, Xbox One, Switch e PC

Jogo de luta inspirado no formato da série Super Smash Bros., Brawlhalla tem um elenco extenso de personagem e promete batalhas intensas em arenas 2D para até oito jogadores.

Ao longo dos anos, o game recebeu múltiplas atuali z ações de conteúdo e hoje conta com de z enas de personagens – incluindo lutadores convidados, como Lara Croft, da série Tomb Raider, Rayman e Shovel Knight.

Fallout Shelter

PlayStation 4, Xbox One, Switch, iOS e Android

Spin-off da popular série de RPGs Fallout, Fallout Shelter coloca o jogador no comando de um abrigo nuclear lotado de sobraviventes.

O objetivo, é claro, é continuar expandindo a comunidade subterrânea para prosperar no pós-apocalipes, gerenciando recursos como comida, energia e água potável.

EDUCAÇÃO FÍSICA - APOIO

segunda-feira, 7 de maio de 2007

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Basquetebol: Terreno de Jogo

O basquetebol é jogado numa superfície rectangular, coberta ou ao ar livre, cujas medidas são 28 metros de comprimento por 15 metros de largura (medidas obtidas do bordo interior das linhas limites). Se o campo for coberto, a altura mínima do tecto deverá ser de 7 metros.
A superfície dura do campo costuma ser de madeira, cimento, etc., tendo em conta que as linhas limites laterais e finais devem ter todos os seus pontos a pelo menos 2 metros dos espectadores ou outro qualquer obstáculo.

Devem estar bem definidas, de modo que não existe nenhuma dificuldade para as ver, estando proibida a existência de qualquer obstáculo a uma distância menor de 2 metros. Os espectadores devem-se encontrar a uma distância mínima de 2 metros em relação a qualquer linha limite. As linhas que determinam o comprimento do terreno denominam-se laterais e as que delimitam a largura, finais. Qualquer linha do terreno de jogo possui uma largura de 5cm.

1. Círculo central. Situa-se no centro do campo e tem um diâmetro de 3.6 metros, medido entre os limites exteriores da circunferência.

2. A linha central. É a que divide o campo em duas partes iguais. Esta linha central é paralela às linhas finais e estende-se de uma linha lateral até à outra prolongando-se 15cm por fora delas.

3. As linhas de lance livre. Também são paralelas às linhas finais e devem ter o seu bordo exterior a 5.80 metros do bordo interior da linha final. Mede 3.60 metros de comprimento e o seu ponto central está situado na junção dos pontos médios das duas linhas finais. Encontra-se a uma distância de 4.60metros da vertical da tabela.
Os espaços que devem ocupar os jogadores ao longo das áreas de lance livre marcam-se da seguinte forma:
A primeira linha deve ser marcada a 1.75m do bordo interior da linha final medido ao longo da linha que limita a área restritiva.
O primeiro espaço terá 85cm de largura e termina no início da zona neutra.
A zona neutra será de 40 cm de largura e marcada a cheio com a mesma cor das outras linhas.
O segundo espaço adjacente à zona neutra tem também 85cm de largura.
O terceiro espaço adjacente do segundo tem a mesma largura, ou seja 85cm.
Todas as linhas utilizadas na marcação destes espaços terão 10cm de comprimento, e serão perpendiculares à parte exterior das linhas que indicam os espaços das áreas de lance livre.

4. As linhas da área restritiva. São as que delimitam a zona na que o jogador atacante não pode permanecer mais que três segundos seguidos. São duas linhas que vão desde o extremo da área de lance livre até à linha final, a três metros do ponto central e que, juntamente com a linha final formam a área restritiva.

5. As linhas de três pontos delimitam as áreas do cesto de campo de três pontos. A área do cesto de campo de três pontos duma equipa será a área total do pavimento do campo de jogo, excepto a área limitada pelo cesto do adversário e inclui:
Duas linhas paralelas que se prolongam da linha final, distantes 6.25m do ponto no solo directamente na perpendicular do centro do cesto adversário. A distância deste ponto do bordo interior do ponto médio da linha final é de 1.575m.
e um semicírculo de 6.25m de raio, medido do bordo exterior e com o centro no mesmo ponto descrito acima, que intercepta as linhas paralelas.

EDUCAÇÃO FÍSICA 2º E 3º CICLOS

 EDUCAÇÃO FÍSICA 2º E 3º CICLOS

Aqui serão publicados textos e documentos de apoio às aulas de Educação Física dos meus alunos! Agrupamento de Escolas de Penalva do Castelo

sábado, 8 de novembro de 2014

sábado, 8 de novembro de 2014

BASQUETEBOL

1- Breve História: Este desporto colectivo foi inventado por James Naismith, nascido no Canadá. O Basquetebol apareceu em 1891 numa escola dos Estados Unidos da América, onde Naismith era professor. Ele colocou dois cestos de pêssegos (furados em baixo) em cada extremidade do ginásio e a uma altura maior que a dos jogadores. O ob jectivo do jogo era introduzir a bola no cesto da equipa adversária, usando as mãos.
Surgiram então as primeiras regras, tendo sido proibido o contacto com os adversários e a sua placagem(agarrar os adversários). Os jogadores não podiam dar mais de dois passos com a bola na mão. As regras foram mudando e evoluindo até aos nossos dias. Este jogo chamou-se basketball (basquetebol em português), pois era jogado com cestos e bola.
Apareceu em Portugal em 1913, introduzido pela Associação Cristã da Mocidade.

2- Identificação do jogo: O Basquetebol é um jogo desportivo colectivo, praticado por duas equipas. Cada equipa é constituída por 5 jogadores efectivos e um máximo de 5 suplentes ( na Liga de Clubes de Basquetebol podem ser sete), não havendo limite de substituições.
O jogo realiza-se num campo rectangular delimitado por duas linhas laterais e duas linhas finais (28 x 15 metros), com dois cestos colocados na zona central das duas linhas finais, a uma altura de 3,05 me tros.
O objectivo do jogo é introduzir a bola no cesto adversário e evitar que a outra equipa faça o mesmo, cumprindo as regras.
O jogo é dirigido por cinco juízes: - dois árbitros (juízes principais que fazem cumprir as regras do jogo), um marcador (que regista os pontos marcados, as faltas pessoais e técnicas), um cronometrista (que controla o tempo de jogo e os descontos de tempo) e um operador de 24 segundos (que controla o tempo limite que cada equipa dispõe para posse ininterrupta da bola( 24 segundos).

4- Início e recomeço do jogo:
O jogo inicia-se com lançamento de bola ao ar pelo árbitro no círculo central. A bola é disputada entre dois adversários situados dentro do círculo central, estando os restantes jogadores fora do mesmo.

5- Duração do jogo: O tempo de jogo varia consoante o escalão etário. Para os seniores a duração é de 40 minutos, divididos por quatro períodos de 10 minutos cada. O intervalo maior de 15 minutos acontece entre o segundo e terceiro períodos, enquanto que os outros intervalos têm a duração de 2 minutos, mesmo em caso de período suplementar. Nos 3 primeiros tempos, cada treinador pode pedir 1 tempo de repouso(desconto de tempo). No quarto período, cada treinador pode pedir dois tempos de repouso.

6- Sistema de pontuação: Uma equipa pontua cada vez que a bola entra no cesto adversário. A pontuação dos diferentes lançamentos é a seguinte:
· 3 pontos – qualquer lançamento convertido realizado atrás da linha de 6,75 metros.
· 2 pontos - qualquer lançamento convertido realizado à frente ou em contacto com a linha de 6,75 metros.
· 1 ponto – cada lance livre convertido.
Ganha o jogo a equipa que conseguir mais pontos. No Basquetebol não há empates. Em caso de igualdade no final do encontro, haverá tantos prolongamentos de 5 minutos quantos os necessários até que uma equipa termine em vantagem pontual.

7- Bola fora/ Reposição da bola em jogo: A bola é considerada fora sempre que:
· Toque o chão para além das linhas de campo;
· Toque nas linhas finais ou laterais;
· Um jogador com a bola nas mãos pise as linhas limites do campo;
· O árbitro interrompa o jogo.
A reposição da bola em jogo é feita pela linha final ou lateral no local onde a bola saiu. O jogador que repõe a bola em jogo não pode pisar a linha do campo.

8- Faltas e incorrecções: No Basquetebol, há vários tipos de faltas, das quais se destacam as pessoais e as técnicas. As faltas pessoais dizem respeito às infracções que envolvem contacto com o adversário. As faltas técnicas relacionam-se com atitudes antidesportivas.
As acções faltosas que envolvem um contacto pessoal são sancionadas com a reposição da bola pela linha lateral, se a falta for cometida sobre um jogador que não se encontra em acto de lançamento. No entanto, se esta for cometida durante o acto de lançamento, o lançador terá direito a lances livres:
· Um lance livre, se o lançamento ao cesto em falta tiver sido concretizado;
· Dois lances livres, se o lançamento não tiver sido concretizado numa tentativa de dois pontos;
· Três lances livres, se o lançamento não tiver sido concretizado numa tentativa de três pontos.
Após a quarta falta de uma equipa em cada período de jogo, a equipa adversária tem direito a dois lances livres por cada falta.
No caso de uma falta técnica, a equipa adversária tem direito a um lance livre, que pode ser realizado por qualquer jogador, seguido de posse de bola a meio campo.

Sempre que um jogador cometer uma falta pessoal ou técnica deve levantar o braço para que o marcador possa inscrever, sem qualquer dúvida, o número da sua camisola no boletim de jogo. Todo o jogador que cometer cinco faltas deve abandonar o jogo, sendo substituído por um companheiro.

Contacto com a bola:
A bola é jogada com as mãos, não podendo ser pontapeada, socada nem transportada na mão. No entanto, se o contacto com um membro inferior ocorrer de forma não intencional não é considerada falta.

Passos:
Um jogador só pode efectuar dois apoios com a bola nas mãos sem driblar.
Dribles:
Um jogador não pode efectuar dois dribles consecutivos, ou seja, não pode driblar a bola, agarrá-la com as duas mãos e voltar a driblar. Também não pode driblar com as duas mãos ao mesmo tempo.
O drible é a acção que permite ao jogador manter a posse da bola através de batimentos sucessivos no solo com uma ou outra mão. Existem dois tipos de drible:
· De progressão – utilizado para progredir no terreno de jogo.
· De protecção – utilizado para proteger a bola do adversário.
Bola presa:
É bola presa quando dois ou mais adversários agarram simultaneamente a bola. A bola é reposta em jogo por um lançamento de bola ao ar entre dois adversários no círculo mais próximo.

Violações de campo:
Um jogador que está na posse da bola na zona de ataque não pode passar nem driblar a bola para a sua zona defensiva.

Restrições de campo:
Regra dos 3 segundos – Um jogador não pode permanecer mais de três segundos dentro da área restritiva do adversário, enquanto a sua equipa estiver de posse da bola.
Regra dos 5 segundos – Cada jogador dispõe de cinco segundos para libertar a bola das mãos passando-a, driblando ou lançando ao cesto.
Regra dos 8 segundos – Após ganhar a posse da bola, uma equipa tem um máximo de oito segundos para deixar a sua zona defensiva.
Regra dos 24 segundos – Quando uma equipa entra na posse da bola, tem um tempo máximo de vinte e quatro segundos para lançar a bola ao cesto adversário.


O passe:
O passe é o gesto técnico que permite comunicar com os companheiros de equipa. Os principais tipos de passe são:
· Passe de peito – utilizado para distâncias curtas ou médias;
· Passe picado - utilizado para distâncias curtas ou médias, principalmente quando existe um adversário entre o passador e o receptor da bola;
· Passe de ombro – utilizado para grandes distâncias.

O Lançamento:
O lançamento é o gesto técnico que permite que a bola seja enviada para o cesto e entre neste para obteres pontos. O lançamento pode ser executado em apoio ou em salto(suspensão). Os principais tipos de lançamentos são:
· Lançamento parado (em apoio);
· Lançamento em suspensão;
· Lançamento na passada.

Paragens e rotações:
A paragem pode ser feita de duas maneiras:
· A um tempo – A recepção da bola é feita com os dois pés no ar; em seguida, fazes o apoio no solo em simultâneo com os dois pés afastados à largura dos ombros. Após esta paragem, podes rodar sobre qualquer um dos pés.
· A dois tempos - A recepção da bola é feita com os dois pés no ar; em seguida, fazes o apoio no solo com um pé de cada vez, um à frente do outro. Só se pode rodar sobre o primeiro pé que se apoiou no solo.

As Rotações executam-se após paragem (1 ou 2 tempos), quando queres proteger a bola. Após paragem, podes deslocar um dos pés uma ou mais vezes em qualquer direcção. Deves conservar o outro pé ( pé-eixo) sempre apoiado no mesmo ponto de contacto com o solo.


Noções Tácticas Fundamentais
- Sempre que a tua equipa tem a posse da bola - Estás ao ataque.
- Sempre que a tua equipa não tem a posse de bola – Estás à defesa.


Movimentação ofensiva (ataque)
Os jogadores atacantes sem bola devem ocupar racionalmente o espaço, ou seja, devem evitar a aglomeração e ocupar o espaço de jogo a toda a largura e comprimento do campo. Devem desmarcar-se, ou seja, efectuar movimentações rápidas para fugirem à marcação do seu adversário, criando linhas de passe.
O jogador atacante com bola deve virar-se para o cesto e observar a movimentação dos jogadores da sua equipa e da equipa adversária e depois decidir-se por lançar ao cesto, driblar ou passar a bola a um companheiro. Sempre que um jogador passa a bola a um colega de equipa deve efectuar o “passe e corte”, ou seja, criar uma linha de passe para poder voltar a receber a bola.

Movimentação defensiva (defesa)
Quando a tua equipa não tem a posse da bola, deves procurar recuperá-la. Tu e os teus colegas devem posicionar-se e movimentar-se no campo evitando que a outra equipa avance e marque cesto.
- Marcação:
Quando a tua equipa perde a posse de bola, deves assumir de imediato uma atitude defensiva e marcar o teu adversário directo ( mais próximo ) e colocares-te entre ele e o cesto (defesa Homem a Homem – H x H ).
Deves participar no ressalto, sempre que há lançamento tentando recuperar a posse da bola.
Deves marcar o adversário que tem a bola não o deixando avançar no campo e dificultando-lhe o passe para os colegas.
Deves marcar o adversário mais perto de ti que não tem a bola impedindo-lhe que a receba.

Verifica os teus conhecimentos respondendo às seguintes questões:
1- Como são costituídas as equipas de Basquetebol?
2 - Quanto tempo podes estar parado com a bola nas mãos?
3 - Quantos passos podes dar com a bola nas mãos?
4 - Como é constituída a equipa de arbitragem?
5- Indica os tipos de passes que conheces.
6- Que tipos de dribles conheces?
7 - Como se inicia um jogo de Basquetebol?
8 - Qual é a duração de um jogo de basquetebol?
9 - Que tipos de lançamentos conheces?

1) Qual é o objetivo real de um jogo de basquetebol? 2) Qual a duração de uma partida oficial de basquetebol?

4) Qual a altura oficial do aro de uma cesta de basquetebol?

5)Por quantos jogadores cada equipe precisa ter para se iniciar uma partida de basquetebol?

6)Qual o comprimento e largura tem uma quadra de basquetebol?

7) Quem inventou, em que país e ano surgiu o basquete?

10) Após ter a posse de bola, quanto tempo que uma equipe de basquete tem para finalizar uma jogada?

3- com 2 jogadores no centro do campo e a bola \u00e9 lan\u00e7ada ao ar pelo \u00e1rbitro

6-A quadra do basquetebol dever\u00e1 ter 28 m de comprimento por quinze (15) m de largura, medidos desde a margem interna da linha.\n

Todas as linhas ser\u00e3o tra\u00e7adas na cor branca, com cinco (5) cm de largura e claramente vis\u00edveis.\n

7- foi no EUA no ano 1891 por um professor de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica chamado paix\u00e3o

1 - O objetivo do jogo \u00e9 introduzir a bola no cesto da equipe advers\u00e1ria (marcando pontos) e, simultaneamente, evitar que esta seja introduzida no pr\u00f3prio cesto, respeitando as regras do jogo. A equipe que obtiver mais pontos no fim do jogo vence

2- Quatro per\u00edodos de 10 minutos de tempo \u00fatil cada (Na NBA, s\u00e3o 12 minutos), com um intervalo de meio tempo entre o segundo e o terceiro per\u00edodo com uma dura\u00e7\u00e3o de 15 minutos, e com intervalos de dois minutos entre o primeiro e o segundo per\u00edodo e entre o terceiro e o quarto per\u00edodo.

3- Para que possa iniciar um jogo, \u00e9 necess\u00e1rio que cada equipa apresente 5 jogadores prontos a jogar. O primeiro per\u00edodo do jogo inicia-se oficialmente por uma bola ao ar no c\u00edrculo central, quando a bola \u00e9 legalmente tocada por um dos saltadores.

4 - Os aros que formam os cestos s\u00e3o colocados a uma altura de 3 metros e 5 cent\u00edmetros

5 - Existem duas equipes que s\u00e3o compostas por 5 jogadores cada (em jogo), mais 7 reservas

6 - Uma quadra de Basquete deve ter \u00e1rea de 28 metros de comprimento por 15 metros de largura, que devem ser medidos a partir da margem interna da linha lim\u00edtrofe.

7 - O basquetebol (ou basquete como \u00e9 mais conhecido no Brasil), \u00e9 um desporto colectivo inventado em 1891 pelo professor de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica James Naismith, na Associa\u00e7\u00e3o Crist\u00e3 de Mo\u00e7os de Springfield (Massachusetts), EUA.

8 -Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Basquetebol. A Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Basquete,\u00e9 uma associa\u00e7\u00e3o que organiza e regula o esporte em n\u00edvel mundial.

9 - A Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de Basketball (CBB) \u00e9 o \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel pela organiza\u00e7\u00e3o dos eventos e representa\u00e7\u00e3o dos atletas do basquete no Brasil

10 - A equipe de posse da bola tem 8 segundos para passar da meia quadra de defesa para a meia quadra de ataque e o total de 24 segundos para concluir um ataque. - Um jogador pode ficar 5 segundos de posse da bola sem driblar, sendo tamb\u00e9m 5 segundos o tempo para cobrar um lateral ou lance-livre

Educação Física e Desporto

Bem Vindo. Este blogue pretende auxiliar os alunos no acompanhamento dos conteúdos curriculares abordados ao longo das aulas de Educação Física.

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BASQUETEBOL

INÍCIO E RECOMEÇO DE JOGO
O jogo inicia-se com um lançamento de bola ao ar no círculo central. Nenhum dos 2 jogadores pode agarrar a bola ou tocar nela mais de duas vezes.
Quando a bola sai pela linha lateral ou final, ela é colocada em jogo atrás da linha limite.
Após um cesto, a bola é reposta em jogo atrás da linha final.
Após uma falta pessoal o jogo recomeça com a reposição da bola pela linha lateral ou final no local mais próximo onde ocorreu a falta.

OBTENÇÃO DE PONTOS
Os pontos são obtidos através do lançamento de campo e de lançamento livre. Se o lançamento convertido é realizado atrás da linha dos 6,75 m, marca-se 3 pontos. Se for à frente dessa linha marca-se 2 pontos. O lançamento de lance livre conta 1 ponto.

MANIPULAÇÃO DA BOLA
A bola é jogada com as mãos, passando, driblando ou lançando.
Só se pode efectuar 2 apoios com a bola na mão.
Não se pode driblar, agarrar e voltar a driblar a bola.
Não se pode driblar com as duas mãos.

A BOLA É FORA QUANDO:
A bola tocar as linhas laterais, finais ou o solo para além delas.
O jogador com posse de bola pisa as linhas que delimitam o campo.

FALTAS PESSOAIS É QUANDO:
Um jogador agarra, empurra ou impede com os braços ou pernas o movimento de um adversário.
É cometida falta sobre um jogador adversário que não está em situação de lançamento.
Seja cometida falta sobre um jogador que está em lançamento da bola ao cesto.
Ao jogador faltoso regista-se uma falta no boletim de jogo e a sua equipa perde posse de bola.

FALTAS TÉCNICAS
São faltas técnicas todas as atitudes antidesportivas, como por exemplo, linguagem e gestos ofensivos, desrespeito pelas decisões da arbitragem.
Estas faltas são assinaladas no boletim de jogo e há marcação de um lance livre contra a equipa faltosa e posse de bola no meio campo.

- Quando um jogador atingir 5 faltas pessoais ou técnicas é substituído por outro jogador.

REGRA DO LANCE LIVRE
Nenhum jogador pode entrar na área restritiva antes de a bola ter saído das mãos do lançador.

REGRA DOS TRÊS SEGUNDOS
Nenhum jogador pode permanecer no interior da área retritiva do adversário mais do que 3 segundos quando a sua equipa está de posse de bola.

REGRA DOS 24 SEGUNDOS
A equipa tem 24 segundos para lançar a bola ao cesto a partir do momento que tem a sua posse.

BOLA PRESA
Quando a bola fica "presa" simultaneamente por dois jogadores adversários, é assinalado um lançamento de bola ao ar, no círculo mais próximo do local onde se verificou a bola presa.

Basquete

O basquete é mais que as enterradas exibidas no show de esportes da televisão. É um esporte de agilidade e resistência, que desenvolve coordenação visual e motora. Em sua essência, o basquete requer somente uma cesta, uma bola e pelo menos dois jogadores.

A simplicidade do esporte é creditada ao Dr. James Naismith, quem inventou o basquetebol em 1891. Ele pregou duas cestas de pêssegos nos balcões dos dois lados da quadra de ginástica da ACM (em inglês), em Springfield, Massachusetts.

Desde então, o basquetebol se tornou mais popular do que o beisebol como passatempo americano não oficial. Em 2001, mais de 28 milhões de americanos participaram de uma partida de basquetebol, o que é mais do que qualquer outro esporte coletivo, segundo a Associação Nacional de Acessórios Desportivos (em inglês). Além disso, mais de 300 milhões de pessoas no mundo praticam basquete segundo a FIBA – Federação Internacional de Basquetebol (em inglês).

Origem

O basquete foi inventado em dezembro de 1891 pelo professor canadense James W. Naismith e pode ser é considerado um esporte coletivo de precisão, já que o objetivo do jogo é acertar um alvo pequeno, uma cesta colocada a 3,05m de altura nas duas extremidades da quadra.

Os jogos são disputados por duas equipes de cinco jogadores cada e vence o time que marcar o maior número de pontos.

Há três formas de pontuar: nos tiros livres (arremessos consignados em lances de falta, que valem um ponto), nos arremessos de pequena e média distância (que valem dois pontos) e nos arremessos de longa distância, de trás de uma linha arqueada a 6,25m de distância da cesta (que valem três pontos).

Cada partida tem duração de 40 minutos de bola em jogo, divididos em quatro quartos de 10 minutos.

Equipamento

Cada time de basquete deve utilizar um uniforme diferente, composto por camisetas, calções, meias e tênis apropriados. O conjunto deve conter, necessariamente, três peças de roupa – ou seja, os chamados “macaquinhos”, comuns entre as mulheres, não são permitidos.

Todas as camisetas devem, obrigatoriamente, ter números visíveis nas costas (no mínimo com 20 cm de altura) e na frente (no mínimo, 10 cm de altura). Em competições internacionais, só é permitida a utilização de números que vão de 4 a 15. As Federações Nacionais, entretanto, têm liberdade para autorizar eventuais mudanças.

A bola do jogo deve ser laranja, com circunferência entre 74,9 cm e 78 cm e peso entre 567 g e 650 g. Ela terá de ser inflada de modo que salte entre 1,2 m e 1,4 m ao ser solta a 1,8 m do chão.

Quadra

O basquetebol pode ser jogado em qualquer lugar, contanto que haja um aro montado em um poste ou parede e uma bola para arremessar. A idéia básica dificilmente poderia ser mais simples.

Os dois times querem fazer duas coisas:

Lançar a bola através da cesta do time oponente o maior número de vezes possível (ataque);
Bloquear o time oponente para que não faça o mesmo (defesa).

Assim que um time tem a posse de bola, parte para o ataque, enquanto o adversário entra em defesa. A ofensiva tenta posicionar os jogadores para fazer um arremesso (lançar a bola através do aro). Os jogadores de defesa se posicionam para bloquear esses arremessos. Os atacantes se movem em torno da cesta e driblam os jogadores da defesa até poderem fazer um arremesso razoável.

O modo de conduzir o jogo depende muito da quadra. As dimensões da quadra e outros equipamentos variam dependendo do nível do jogo. Para nosso propósito, vamos dar uma olhada no equipamento regulamentado pela NBA – Associação Nacional de Basquetebol (em inglês).

Em sua forma original, quando as cestas de pêssegos foram usadas, os competidores subiam em uma escada para pegar a bola depois de fazer uma cesta. As cestas ainda são usadas no basquete, mas elas mudaram, descartando a recuperação manual da bola. A cesta de hoje tem uma borda de metal de 46 cm de diâmetro, com uma rede de náilon aberta de 38 ou 46 cm abaixo dela.

A borda tem, na verdade, aproximadamente duas vezes o diâmetro de uma bola de basquete regulamentada. Na NBA, a bola oficial é feita de couro, com circunferência de 76 cm e diâmetro de 23 cm. Antes do jogo, a bola deve ser preenchida com 0,51 a 0,57 atmosferas.

Uma quadra de basquete oficial é um retângulo dividido em duas partes pela linha no meio da quadra. Em cada ponta da quadra, as cestas são armadas em uma tabela e erguidas a uma altura de 3 m. A tabela é um retângulo que tem 1,8 m de largura e 1 m de altura. Os jogadores sempre arremessam a bola em um ângulo que, ao bater na tabela, entra na cesta.

O basquete pode ser jogado apenas com dois jogadores. Entretanto, os jogos de basquete organizados incluem dois times compostos de cinco jogadores cada um. Cada time pode ter mais que cinco jogadores, mas só cinco podem estar em quadra de cada vez.

O treinador do time determina quando os jogadores entram ou saem do jogo. Os jogadores reservas entram no jogo por meio de um processo chamado substituição, que somente ocorre quando o jogo pára, como durante um intervalo ou quando o árbitro marca uma violação.

Cada jogador de um time é classificado em uma posição.

Há cinco posições em um time tradicional:

Armador – esse jogador é, em geral, o melhor driblador e melhor passe de bola do time. O armador às vezes é chamado de ala esquerda, que indica o papel principal que desempenha;
Lançador –
também chamado de escolta, é geralmente o melhor arremessador do time. Esse jogador defende o armador e se move em torno da quadra para tentar ganhar espaço e fazer um arremesso que não seja bloqueado pelo oponente;
Ala/pivô –
o ala/pivô fica geralmente próximo da cesta e se movimenta para se desmarcar e receber a bola em condições de um arremesso intermediário. Eles são também muito habilidosos com rebotes;
Ala/lateral –
o extremo é em geral o jogador mais versátil do time, possuindo equilíbrio entre as várias habilidades; é melhor lançador que o ala/pivô, mas também menor que ele;
Pivô –
também chamado de central, costuma ser o jogador mais alto do time. O papel do central é estabelecer uma posição próxima à cesta, permitindo-lhe um arremesso fácil. Na defesa, ele tenta bloquear os arremessos e pegar os rebotes.

Os uniformes e outros itens usados pelos atletas são definidos pelo esporte que praticam. No basquete regulamentado, os jogadores do mesmo time usam camisetas oficiais e shorts combinando, que fazem um uniforme. Em geral, os times da casa usam camisas oficiais coloridas que mostram o nome do mascote, ao passo que os visitantes usam cores escuras mostrando o nome da cidade (NBA) ou faculdade.

Cada uniforme deve mostrar um ou dois dígitos na frente e atrás da camiseta oficial. Os números em uma camisa são usados para identificar um jogador. Na maioria dos casos, os dígitos podem ser somente 0, 1, 2, 3, 4 ou 5. Embora a NBA tenha permitido usar números maiores que 5, isso é muito raro. Essa limitação nos números permite ao árbitro usar as mãos para sinalizar o número do jogador que comete uma falta, evitando que um jogador usando o número 9 seja confundido com um outro usando o número 54.

Os uniformes evoluíram muito desde o primeiro jogo, em 1891. Naqueles anos, os jogadores usavam camisetas de lã com mangas compridas e calças longas.

Não demorou muito para os jogadores e treinadores notarem que mangas longas atrapalhavam os movimentos dos braços quando a bola era lançada e que o peso dos uniformes causava fadiga entre os atletas.

Os shorts e camisetas sem mangas são agora o uniforme autorizado para os jogadores de basquete. Por décadas, eles usavam camisetas apertadas e shorts. Na década de 90, os jogadores começaram a usar uniformes mais folgados, um estilo que se popularizou pelo ícone da NBA, Michael Jordan. As regras da NBA afirmam que os shorts não podem ser mais longos que 2,5 cm acima do joelho, mas muitos jogadores não observam essa regra.

Outra peça importante é o tênis. No basquete, a maioria dos jogadores calça tênis de última linha. Eles dão melhor apoio aos tornozelos, bastante sujeitos a lesões em razão dos pulos e movimentos laterais rápidos.

Pontuação

O objetivo principal do basquete, como na maioria dos esportes, é superar a pontuação do oponente. No basquete, os jogadores marcam pontos ao lançarem a bola dentro da cesta, uma ação conhecida como arremesso.

Os pontos diferem dependendo de onde os jogadores estão quando arremessam a bola:

3 pontos: Atribuídos aos jogadores que fazem a cesta quando estão atrás da linha de 3 pontos;
2 pontos:
Atribuídos aos jogadores que arremessam e fazem a cesta de qualquer lugar dentro da linha de 3 pontos. Isso pode ser feito após um pulo, uma passagem ou cravando a bola no cesto, a chamada enterrada;
1 ponto:
Quando os jogadores sofrem falta, eles têm direito a arremessos de lance livre. Cada arremesso convertido vale 1 ponto. Quando um jogador está fazendo um lance livre, os nove jogadores permanecem na quadra em posições determinadas. Eles podem ficar em blocos nas laterais do garrafão ou atrás do arremessador. Os jogadores do time de defesa podem ficar mais perto do aro durante o arremesso.

Regras do jogo

O objetivo das duas equipes, de cinco integrantes cada, é colocar a bola dentro da cesta adversária. A partida é disputada em quatro quartos de dez minutos cada, e o ganhador será o conjunto que marcar mais pontos ao fim do período. Caso haja empate, serão jogados tempos extras de cinco minutos até que algum dos times vença o confronto.

Existem três tipos de pontuação em uma partida de basquete. Uma cesta marcada a uma distância maior que 6,25 m do aro vale três pontos (há uma marcação na quadra conhecida como linha de três pontos, que caracteriza o espaço). Já uma cesta marcada a uma distância menor que 6,25 pontos – dentro da linha de três, portanto, vale dois pontos. Por fim, uma cesta marcada em uma cobrança de lance-livre vale apenas um ponto.

A partida de basquete começa sem sorteio de posse de bola. Ao contrário do que acontece na maioria dos outros esportes, o início do confronto acontece com o juiz lançando a bola para o alto, enquanto os jogadores de maior estatura de ambos os conjuntos assumem a responsabilidade de disputá-la no ar.

Por se tratar de um esporte de muito contato, as regras de condução e tempo de permanência com a bola são muito rígidas. Um jogador só pode caminhar com a bola caso esteja driblando (batendo a bola no chão). Por outro lado, a bola só poderá ser segura quando o atleta estiver avançando em direção à cesta, seja para fazer a bandeja (lance em que o jogador se projeta para a cesta e arremessa muito próximo ao aro) ou dar um passe para um companheiro.

Além disso, o ataque de uma equipe não pode permanecer com a posse de bola por mais de 24 segundos. O setor ofensivo de um time também deve passar ao campo de ataque no máximo oito segundos após ter recebido em seu campo de defesa. Há, ainda, limitações individuais de tempo. Um atleta não pode ficar mais de três segundos dentro do garrafão adversário. Quando marcado de perto, um jogador não pode ficar mais de cinco segundos sem passar, driblar ou arremessar.

Caso qualquer uma dessas regras de permanência com a bola seja infringida, a posse será invertida, mas não haverá anotação de falta. As infrações mais comuns do basquete acontecem quando um jogador faz um contato ilegal com o adversário. No momento de um arremesso, por exemplo, um atleta de defesa tem de tomar cuidado com a forma de marcação, pois caso venha a encostar no braço do adversário, terá cometido uma falta pessoal. O jogador que sofreu a falta, então, deverá cobrar lances livres (cobrança de uma falta da entrada do garrafão sem qualquer impedimento de adversários) quando a equipe infratora tiver mais de quatro faltas no período. Um jogador que tenha marcado cinco faltas em uma mesma partida estará excluído do confronto.

Existem, também, outros dois tipos básicos de falta: a técnica e a antidesportiva. A primeira acontece quando não envolve uma infração de contato, mas questões comportamentais, como, por exemplo, desrespeito aos juízes. Já a antidesportiva ocorre, como o próprio nome diz, quando um jogador toma uma atitude desleal, como jogar a bola de maneira proposital sobre um adversário.

Caso um jogador arremesse, sofra a falta durante a trajetória da bola e a mesma entre no aro, a cesta será validada e o atleta ainda ganhará um lance livre para tentar o ponto de bonificação.

Um aspecto interessante da modalidade é que o estouro do tempo não impede que uma cesta ocorra. Quando, por exemplo, um atleta arremessa, mas o cronômetro encerra a partida durante a trajetória da bola e mesmo assim ela entra no aro, a cesta é validada.

Basquetebol – Regras

Pode parecer que o basquetebol não é nada mais que pôr uma bola em uma cesta. Entretanto, há certas regras que os times devem seguir para se ter um jogo justo. Os árbitros policiam a ação do jogo e apitam para indicar faltas. Os árbitros também usam sinais com as mãos para indicar o tipo de falta que ocorreu.

Uma partida oficial é jogada por um tempo determinado e o time que marca mais pontos ao fim desse tempo é declarado o vencedor. Se os dois times estão empatados no fim do jogo, ele vai para prorrogação, que dura cinco minutos, até que haja um vencedor ao final.

Dentro do jogo, há certas regras devem ser seguidas.

Se um time na ofensiva permite que a bola vá para trás da linha central e a toca antes de seu oponente, isso é chamado de falta de saída e o time adversário ganha a posse de bola;
Um jogador deve quicar a bola – que no basquete é chamado drible – para se mover pela quadra. Um jogador pode dar somente dois passos com a bola na mão. Se um jogador bate a bola, pára e então volta a bater novamente, o árbitro apita dupla falta e o time adversário ganha a posse de bola;
Pela regra, o basquete não é um esporte de contato físico, mas claro que, se você já viu um jogo, sabe que na verdade há muito contato. As faltas pessoais são aplicadas quando há muito contato físico. A infração é apitada quando um jogador ganha vantagem injusta pelo contato com o adversário. Na NBA, os jogadores são eliminados depois de cometer seis faltas. Na universidade, cinco faltas eliminam um jogador;
Se um jogador não está driblando, ele pode se mover com um pé, contanto que mantenha o outro em contato com o chão: isso se chama pé de apoio. O pé de apoio deve permanecer constante. Se um jogador se move com os dois pés sem bater a bola, o árbrito considera uma falta;
Se um jogador ou um técnico age de maneira inadequada, usando palavrões, por exemplo, os árbitros podem considerar faltas técnicas a seu critério. Na NBA, os jogadores e os técnicos são expulsos depois de terem recebido duas faltas técnicas.

24 segundos – na NBA, os times devem tentar um arremesso após no máximo 24 segundos de posse de bola ou uma infração será marcada, concedendo a bola ao adversário. O relógio reinicia a cada arremesso, quando a bola atinge o aro ou quando o time oponente toca a bola. Na liga universitária, os times têm 35 segundos.
Falta de 10 segundos –
a regra diz que um time deve avançar a bola além da linha central em no máximo 10 segundos de posse da bola. Se não o fizer, ela será do time adversário.
Falta de posse de 5 segundos –
se um jogador é coberto e não avança a bola dentro de 5 segundos, o time adversário ganha a posse de bola.
Falta de reposição de 5 segundos –
se um jogador não recolocar a bola em jogo dentro de 5 segundos após um lateral ou falta, o time adversário ganha a posse de bola.
Regra dos 3 segundos –
se um jogador na ofensiva permanece na trajetória por 3 segundos, o adversário ganha a posse de bola. Os 3 segundos reiniciam após cada arremesso tentado.

Essas regras permitem um jogo justo e uma experiência agradável para os fãs, fazendo com que os times continuem a jogar mesmo quando estão liderando por ampla vantagem.

As regras também permitem que os jogadores se concentrem nos princípios fundamentais do jogo: passe, drible e arremesso.

Basquete

História

O basquetebol é um desportos em plena evolução no mundo, cada vez mais difundido nas competições de alto nível e também como forma de recreação.

Teve nos Estados Unidos o seu berço e lá também se constata a sua maior difusão e, consequentemente.

O mais desenvolvimento técnico e a melhor performance em termos de “ranking” internacional. O basquetebol é um esporte completo, constituindo-se numa sucessão de esforços intensos e breves em vários ritmos, podendo alinhar corridas, saltos e lançamentos. Por estas razões coordena o ritmo e os movimentos humanos.

Neste esporte o trabalho físico dos grupamentos musculares ocorre de maneira coordenada e ritmada e, sem dúvida, os membros inferiores são os mais exigidos, embora esses movimentos sejam executados com muita flexibilidade e contrações rápidas. Os músculos abdominais e dorsais são freqüentemente exigidos, através de rotações, flexões, etc. Os músculos dos membros superiores realizam um trabalho onde os movimentos suaves, precisos e ajustados constituem artifícios essenciais nas conclusões dos passes, dribles e arremessos. O equilíbrio emocional de uma parte e a técnica da outra proporcionam a precisão e segurança que devem coexistir com a velocidade e a explosão. No campo moral, o basquetebol desperta no praticante o amor próprio, o espírito de cooperação, a solidariedade, o respeito ao próximo, a lealdade, a disciplina, a força de vontade etc. Em síntese, podemos concluir que o basquetebol é um excelente meio de formação física , moral e social do indivíduo.

A invenção deste desporto se deve aos estudos de James Naismith, professor em Sprinfield, Estado de Massachussetts, no Colégio Internacional da Associação Cristã de Moços.

A origem do basquetebol se prende a uma instrução do então Diretor do Colégio, professor Gulick, dirigida a Naismith, no inverno de 189l/1892, no sentido de idealizar um jogo que, adaptando-se a essa estação climática, fosse praticado dentro de um local pequeno e que fosse de fácil manêjo.

Naismith idealizou regras e também o material indispensável à prática do novo esporte: uma bola pesada e redonda e uma caixa para servir de gol, onde os jogadores atirariam a bola, havendo especificação de locais ou áreas de onde a bola poderia ser arremessada. Para dificultar o arremesso, a caixa era colocada em lugar alto. O que Naismith conseguiu foram dois cestos velhos, arredondados, um pouco mais longo na parte superior e que serviam para colher e guardar pêssegos. Foram esses cestos, amarrados na varanda que havia nas galerias do ginásio, numa altura de 3,05 metros, que originaram a denominação da modalidade. Mais tarde, para evitar inconvenientes que resultariam da intervenção na intervenção dos assistentes das galerias, surgiram as tabelas que vieram, inclusive, a contribuir para o maior interesse na prática do novo divertimento.

Já no primeiro jogo, o próprio Naismith teve dificuldades de retirar o pessoal do ginásio, tamanho foi o interesse despertado pelo novo esporte.

Inicialmente, cada equipe era composta de nove jogadores: três avantes, três centros e três guardas. Bem se pode imaginar a satisfação dos alunos e os objetivos alcançados na ocasião. Imediatamente o basquetebol teve necessidade de uma regulamentação e assim, decorridos dois meses de sua invenção, surgiram as primitivas regras do novo esporte, em número de treze. Evidentemente, essas regras vieram a sofrer com o decorrer do tempo inúmeras alterações, buscando tornar o jogo cada vez mais movimentado e vibrante, acompanhando consequentemente o próprio desenvolvimento e progresso da prática esportiva.

As primeiras regras do basquetebol eram bastantes simples. Seu teor em nada fugia ao espírito que observamos no jogo atualmente disputado. Em fins de 1891, disputou-se pela primeira vez um jogo de basquetebol, com as regras elaboradas por Naismith. Neste mesmo ano difundiu-se a prática do novo esporte.

Em janeiro de 1892,, no Boletim “O Triângulo”, da Universidade de Springfield, eram publicadas as primeiras regras. Um ano mais tarde, já se jogava basquetebol na China, no Japão e nas Filipinas. Em 1896, o mesmo ocorria no Brasil e em 1902, na França. Em 1936, vinte países disputaram um torneio de basquetebol, pela primeira vez incluído nos Jogos Olímpicos de Berlim.

O basquetebol é hoje disputado por duas equipes de cinco jogadores cada uma. O objetivo de cada equipe é o de jogar a bola dentro da cesta do adversário e evitar que o outro time se apodere da bola ou faça sua cesta. A bola poderá ser passada, arremessada , batida, rolada ou driblada em qualquer direção, respeitadas as restrições impostas pelas regras. O basquetebol chegou ao Brasil por volta de 1896, quando professor Augusto Shaw, do Mackenzie College, de São Paulo, ao retornar dos Estados Unidos, trouxe uma bola de basquetebol, o que ensejou o aprendizado do jogo. Conseguiu de tal forma entusiasmar os seus alunos que, desde logo, houve frontal queda de interesse por outros exercícios recreativos. Todavia, a implantação definitiva do esporte só tomou vulto a partir de 1912 sob o impulso de uma campanha lançada pela Associação Cristã de Moços do Rio de Janeiro, sob a liderança do professor Henry Sims. Por sua iniciativa foi realizado em 1915, um campeonato que, apesar de não Ter cunho oficial, foi a atividade pioneira na especialidade. No mesmo ano aparecerem as primeiras regras em língua portuguesa.

O basquetebol brasileiro deve muito ao técnico Fred Brown, norte americano, nascido em Ohio e formado em Young Men’s Christian Association College.

Veio trazido pelo Fluminense em 1920. Experimentado técnico de campo e conhecedor dos assuntos de gabinete, Fred Brown radicou-se no Brasil, implantou bases de organização da modalidade e soube conduzir o esporte da cesta em nosso País, aos mais promissores rumos. Foi decisiva a sua atuação à frente das equipes de clubes e seleções, e foi meritória sua participação nos cursos realizados para técnicos, que se desenvolveram por três anos, na antiga Liga Carioca de Basquetebol.

O basquetebol e o gosto de decidir

O Basquetebol é o esporte mais expressivo das pugnas típicas das sociedades industriais, dos grandes aglomerados humanos do final século vinte e início do terceiro milênio, do tipo de vida e do esforço necessário à sobrevivência em sociedades altamente competitiva. Como nas ruas repletas da explosão demográfica, no Basquetebol “viver” é esbarrar.

O que caracteriza a vida nas sociedades competitivas? Luta, sempre. Nenhum descanso. Atividade doentia. Nenhum esporte coletivo exige tanta mobilização (permanente e conjunta) da equipe. No Basquetebol ninguém para. Jamais. No Futebol a defesa descansa enquanto o ataque se esfalfa (esgota-se). E vice-versa. Há hiatos, paradas, pausas. Idem no Vôlei. Basquetebol não. Os quintetos correm e jogam com ou sem bola. O tempo todo. É infalível.

A hiper-atividade do Basquetebol traz o traço central constitutivo das sociedades industriais. A necessidade de produzir e a corrida pelo progresso material não param, jamais, a pretexto de nada.

O elemento simbólico mais sutil da associação do basquetebol é a sociedade pragmático- industrial (aplicações práticas), está no fato de que o cronômetro para a cada interrupção de jogo. Em outras palavras: durante as horas de trabalho não há folga. É luta extensa e intensa, jamais pretensa.

A palavra tensa aparece e é oportuna com seus prefixos, pois tensão permanente é a regra do bem jogar Basquetebol, como do bem servir (escravatura disfarçada) à sociedade industrial.

O Basquetebol é o talvez mais tenso dos jogos. Exige atletas do mesmo tipo de homens preparados para a sociedade industrial contemporânea: aguerridos, super-treinados, incansáveis, grandes e pertinazes trabalhadores profissionais.

Esta tensão é responsável pela presença permanente da briga corporal. O Basquetebol deve deter o recorde de brigas em campo. E com grande razão! A tensão necessária a jogá-lo (mesmo com calma, experiência e precisão) predispõe o sistema nervoso à explosão. Ninguém aguenta tensões prolongadas e o Basquetebol é o mais tenso dos jogos.

Tenso, porque o resultado pode mudar de repente por vacilação, cansaço ou súbita perda de tônus da equipe. Um bom desempenho não basta. É preciso ademais saber ganhar. A falência é ameaça. Na sociedade industrial os sistemas esmeraram-se em ter homens tensos, trabalhando por pressão sem poder falhar. Os erros são imperdoáveis porque fatais.

Tenso, porque os territórios não são respeitados, Tênis, Vôlei, Tênis de Mesa atacam o adversário do próprio território. Como no Futebol, Basquetebol é um jogo de invasão. Incursiona-se na propriedade do inimigo. Para tal usa-se estratagemas. A resultante é a tensão inerente a toda invasão. E a tensão gera conflito. A guerra simbólica do Basquetebol quase sempre reflui para o real. Dai tanta briga.

Basquetebol é, portanto mobilização total das forças e aguerreamento permanente. Não tem tempo para beleza ou poesia. Beleza utilitária, sim, decorrente de algumas jogadas que, por dar certo enganando a resistência, mereça o aplauso. É um jogo que não permite contemplação: É a ação permanente, vigilância, tática, fôlego. Um jogo pragmático, portanto, como a sociedade competitiva, que atrai temperamentos práticos, objetivos, pessoas de ação ou que gostem de missões secretas ou estratégicas.

A invasão do território inimigo sempre obedece a altas estratégias. Os caminhos estão sempre bloqueados, de perto. Para minar o inimigo são necessários emissários serviços secretos, penetração oculta e sempre fugidia em suas defesas (garrafão). Os ataques são rápidos e fulminantes, vale-se da capacidade de simular e enganar. Não há tempo para raciocínio demorados. Como na sociedade pragmática, ou se decide rápido ou a oportunidade passa, jamais volta e o inimigo dela se aproveita.

Essa característica tensa, imediatista, estratégica e super objetiva do Basquetebol leva a sua prática pessoal que por natureza ou profissão tem uma inteligência prática, lógica e gosta de decidir. Não é um jogo dialético (lógico) metafísico, poético ou político. É pragmático, de ação, de decisão, implacável com quem vacila ou não está preparado.

Um jogador em dia ruim no Futebol não compromete fundamentalmente uma equipe. Um destoante no Basquetebol impede a plenitude. Mobilizar, eis sua regra. Exigir, sua ética. Lutar sempre na tentativa de vencer o adversário menos aguerrido, eis sua mecânica. Diferente da sociedade industrial e pragmática na qual cresceu? Não: é igual a ela em suas características. Dai a consonância entre o sucesso do Basquetebol e o século vinte.

Outro elemento presente no Basquetebol é o da diluição do prazer do trabalho. Quem o pratica sente prazer é certo. Porém o prazer é misturado com enorme trabalho. É um grande esforço que só se compensa com a vitória, jamais com a disputa. Até nisso se liga aos ditames (deve ser) na sociedade industrial, preocupada sempre com os resultados práticos de sua atividade: o Basquetebol não se concede grandes prazeres, folgas, comemorações. As ações são sempre vigiadas de perto. O adversário está sempre em cima atalhando.

Não há tempo para enfeites e jogadas sem objetividade, válidas apenas pela beleza implícita dos gestos. Quem inova demais não serve. A marcação é cerrada. Tudo é sempre interrompido, cortado, impedido. É preciso sagacidade, esperteza, rapidez, para vencer as defesas e barreiras.

Nem a cesta (penetração num objetivo apertado, difícil, hostil, diminuto) permite comemoração orgástica. Feita, é voltar correndo para mais ação, mais ação, mais ação, até o fim. Nada de efusões, delírios de prazer, alegria, comemoração, euforia pela posse do apertado e cobiçado canal cesta. No final, sim, comemorar. Prazer durante o trabalho? Jamais! Perturba a produção…

Essa interrupção permanente do prazer. O mover-se em espaços apertados e vigiados. A inexistência de profundidade espacial (no Futebol há passes de trinta metros) como representação da desnecessidade de qualquer forma de profundidade (espiritual, humana, artística) necessária ao desempenho pragmático. A tensão constante e o dogma fundamental de que só há vitória quando somos mais aguerridos que o adversário caracterizam a atualidade do Basquetebol no século vinte.

De todos os esportes é o que talvez melhor represente os valores e as atitudes típicas das sociedades industriais: valem a produção, a objetividade e o resultado. O resto é secundário. Prazer? Profundidade? Beleza? Espiritualização? Sim, na vida pessoal, jamais no trabalho.

Recebi esse texto do professor Dante de Rose, que por sua vez, disse que o recebeu do Sr. EDIO JOSÉ ALVES, secretário geral da CBB, mas ninguém sabe precisar quem é o autor. Gostaria muito de poder dar os créditos ao verdadeiro autor.

Perguntas e Respostas

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✅ Luta, sempre. Nenhum descanso. Atividade doentia. Nenhum esporte coletivo exige tanta mobilização (permanente e conjunta) da equipe. No Basquetebol ninguém para. Jamais. No Futebol a defesa descansa enquanto o ataque se esfalfa (esgota-se). E vice-versa. Há hiatos, paradas, pausas. Idem no Vôlei. Basquetebol não. Os quintetos correm e jogam com ou sem bola. O tempo todo. É infalível.


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