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Mediadores santa casa

O Euromilhões tem novas regras e uma imagem renovada. As mudanças entraram em vigor no primeiro concurso desta semana, que se realizou esta terça-feira (4 de fevereiro de 2020), sendo que a maior está relacionada com o prémio máximo, que passa de 190 milhões para 200 milhões de euros.

Segundo o Público, que se apoia numa nota dos Jogos Santa Casa, se o valor de 200 milhões for atingido, pode manter-se durante cinco sorteios consecutivos sem que o primeiro prémio seja atribuído. “Mas caso o jackpot de 200 milhões saia, no ciclo seguinte o valor máximo aumentará para 210 milhões, e o mesmo mecanismo será repetido, sucessivamente, em parcelas de 10 milhões, até atingir o montante máximo de 250 milhões”, explica a entidade que gere os jogos sociais do Estado.

Apesar das novas dinâmicas, a forma de jogar mantém-se igual, pelo que o jogador continua a ter de escolher cinco números (de um a 50) e duas estrelas da sorte (de um a 12). O valor por aposta simples mantém-se nos 2,50 euros e as probabilidades de ganhar um prémio são as mesmas, ou seja, de um em 13 – ou seja, qualquer prémio, não o primeiro.

Além desta novidade, o “novo” Euromilhões conta também com a probabilidade de ocorrerem jackpots mais elevados e frequentes e com a realização anual de três Super Jackpot Mínimo Garantido, sorteio especial cujos prémios podem chegar aos 130 milhões de euros. O primeiro dos três sorteios especiais acontecerá já sexta-feira, dia 7 de fevereiro, escreve a publicação.

O concurso do Euromilhões foi lançado a 13 de fevereiro de 2004, em Espanha, França e Inglaterra. Chegou a Portugal, Irlanda, Áustria, Bélgica, Suíça e Luxemburgo a 2 de outubro do mesmo ano.

No dia 17 de janeiro de 2020, foi atribuído o terceiro maior primeiro prémio de sempre em Portugal: cerca de 100,8 milhões de euros. Um valor que apenas foi ultrapassado pelos prémios atribuídos em outubro de 2014 (190 milhões de euros) e em novembro de 2015 (cerca de 163 milhões de euros).

Ganhar o Euromilhões ou a lotaria e sonhar com uma destas bonitas (e luxuosas) casas de campo

Ganhar o Euromilhões ou a lotaria e sonhar com uma destas bonitas (e luxuosas) casas de campo

Uma casa no campo é desejo de muitos que pretendem passar um fim-de-semana relaxante, ou até para viver longas temporadas e passar férias. Onde não há trânsito, longe da confusão da cidade, em que o cheiro a natureza é mais limpo e a vista não é acompanhada por prédios que escondem o sol. E a verdade é que há muitas e bonitas casas de campo espalhadas pelo país: há para todos os gostos, de todos os tipos, mas não para todos os bolsos, claro. Na galeria de hoje trazemos algumas casas para sonhar acordado, dignas de um prémio de Euromilhões.

Sorte ao jogo? Maioria dos portugueses arrisca, sobretudo os homens.

Sorte ao jogo? Maioria dos portugueses arrisca, sobretudo os homens.

Tentar a sorte ao jogo parece estar no ADN dos portugueses. Os números revelados recentemente pela Marktest comprovam isso mesmo, já que cinco milhões e 250 mil indivíduos dizem ter apostado na lotaria ou noutros jogos de sorte nos últimos 12 meses, o que representa 61,3% dos residentes no continente com pelo menos 15 anos.

A sorte não quer nada com os portugueses: totalistas “só” arrecadaram 134 milhões em 2017

A quantia arrecadada pelos totalistas que ganharam os primeiros prémios do Euromilhões no ano passado continua a ser avultada. No total, foram arrecadados 134 milhões de euros. Ainda assim estamos a falar de menos 85 milhões que em 2016 (219,3 milhões de euros).

Apostar no Euromilhões vai ser mais caro a partir de setembro e obrigar a jogar no Totosorteio

Apostar no Euromilhões vai ser mais caro a partir de setembro e obrigar a jogar no Totosorteio

Cada aposta do Euromilhões vai ser 50 cêntimos mais cara a partir de 24 de setembro. Além disso, vai ser obrigatória a participação no Totosorteio, um novo jogo social, que numa fase inicial, será explorado em conjunto com o Euromilhões e cujo primeiro sorteio irá realizar-se no dia 30 de setembro.

Sabias que ganhar o Euromilhões também pode ser uma dor de cabeça?

Ganhar o Euromilhões é sinónimo de felicidade, mas esta história também pode ter um final infeliz. A “euromilionária” Gillian Bayford, de 43 anos, ganhou o jackpot no valor de quase 188 milhões de euros, mas separou-se do marido, Adrian, 15 meses depois de vencer o prémio. E mais: não fala com a família, que se mostrou gananciosa há um ano, apesar de ter distribuído 25 milhões de euros.

fmi: portugal precisa de 73,9 mil milhões em dois anos

de acordo com o fundo monetário internacional (fmi), portugal vai precisar de 73,9 mil milhões de euros em dois anos para ficar estável financeiramente e ultrapassar a crise sem esforço, o equivalente, segundo o diário económico (de), a ganhar o jackpot do euromilhões todos os dias - cerca de 100 milhões de euros os números surgem numa altura em que os peritos da comissão europeia (ce), do banco central europeu (bce) e do fmi já começaram a passar a pente fino as contas públicas do país. e o cenário não se avizinha positivo, visto que o ministro das finanças, teixeira dos santos, assumiu o estrangulamento financeiro de portugal, adiantando que só há dinheiro para garantir pagamentos até final de maio: "as necessidades de financiamento para abril estão cobertas, e mesmo para o mês de maio não temos problemas. o primeiro grande momento de exigência será o mês de junho", disse, numa entrevista à agência reuters

Revista Migrações #14

Este volume 14, uma coletânea selecionada de artigos originais - entre tantos outros acolhidos e apreciados pela Comissão Editorial e Científica deste volume -, traz-nos seis artigos científicos de investigação e dois ensaios. Os três primeiros artigos deste volume trazem-nos vários olhares acerca da relação entre imigração e saúde, curiosamente o tema que lançou esta revista científica. No primeiro artigo as autoras (Rute Gomes, Sónia Dias e Carla Nunes) analisam a prevalência da tuberculose entre os imigrantes residentes em Portugal, refletindo acerca dos fatores de risco e das características sociodemográficas e clínicas da população que induzem à relação entre a epidemiologia e o fenómeno das migrações. Recorrendo a dados oficiais sistematizados pelo Programa Nacional de Vigilância Epidemiológica da Tuberculose, as autoras mostram que embora Portugal seja ainda classificado como um país de incidência intermédia de tuberculose, tem vindo a ter um aumento da proporção de casos de tuberculose na população imigrante, identificando a necessidade de serem desenvolvidas abordagens diferentes e adaptadas às necessidades específicas das populações residentes no país. O segundo artigo centra-se no estudo comparado dos comportamentos de saúde e de risco de adolescentes portugueses e estrangeiros residentes em Portugal, entre 2010 e 2014, exatamente nos anos em que o país viveu uma crise económica e financeira. Recorrendo a dados do estudo internacional Health Behaviour in School-aged Children, que retratou também o caso português, as autoras (Margarida Gaspar de Matos, Tânia Gaspar e Cátia Branquinho) concluem que as variáveis nacionalidade e estatuto socioeconómico são fundamentais para ter em conta na investigação e na intervenção em promoção da saúde em Portugal. O terceiro artigo científico, de Chiara Pussetti, apresenta uma visão e reflexão antropológica para problematizar e recomendar o desenvolvimento de dispositivos culturalmente competentes e competências interculturais por parte de profissionais, nomeadamente da saúde, perante o incremento dos fluxos migratórios em Portugal e a associação entre migrações e psicopatologias. A autora enquadra o papel do mediador cultural em contexto clínico, refletindo acerca dos desafios, paradoxos e ambivalências da mediação intercultural nos serviços procurados por imigrantes.

O quarto artigo, de Nuno Oliveira, traz um olhar inédito ao estudo da participação política e cívica dos estrangeiros residentes em Portugal por retratar a realidade dos cidadãos comunitários, em particular dos ingleses, espanhóis e romenos. O autor sistematiza legislação nacional acerca dos direitos políticos dos cidadãos europeus em Portugal e dados oficiais acerca do recenseamento eleitoral, refletindo acerca das estratégias políticas e de representação dos grupos estudados. O quinto artigo, de Inês Branco, reflete acerca do papel da língua e dos media na integração dos imigrantes, surgindo o caso dos imigrantes portugueses em Macau como bastante interessante e relevante para esta análise por o português ter um enquadramento histórico naquela região que enquadra (e desmobiliza) a aprendizagem de outras línguas locais pelos imigrantes portugueses, o que induz a uma reflexão pertinente acerca do que significa neste contexto a integração. Finalmente no sexto artigo científico, Diane Portugueis, assume o contributo da História para a reflexão do lugar que adquirem socialmente e ao longo do tempo os fluxos de imigração, bem como o sentido que a História dá à integração dos descendentes de diferentes gerações de imigrantes. A autora centra-se no caso da imigração alemã para o Brasil, recordando os primórdios desse fluxo ainda sob a regência de D. João VI - com os contornos e desafios do encontro entre populações ainda no século XIX que conduziram ao seu fechamento e isolamento -, para a fase da campanha do Estado Novo de nacionalização e promoção da assimilação e ‘abrasileiramento’ das populações imigrantes. Este volume conclui com dois ensaios que se enquadram de diferentes formas na atualidade das migrações. No primeiro texto de natureza ensaísta, Ana Piedade problematiza o lugar do ‘corpo’ enquanto território cultural, refletindo acerca de que forma as práticas corporais podem induzir à construção de identidades e alteridades múltiplas. Finalmente o último ensaio promove uma reflexão acerca dos desenvolvimentos e dificuldades da ação do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) face à situação atual dos refugiados.

A mediação sócio-cultural: um puzzle em construção

O estudo “Mediação Sócio-Cultural: um puzzle em construção”, resultou da necessidade de ter um diagnóstico mais preciso e de se conhecer a situação actual das práticas de actuação dos mediadores sócio-culturais no nosso país.

A figura do mediador tem vindo a ganhar, cada vez mais, uma nova dimensão, projectando-se e evidenciando-se como um perfil profissional que emerge para fazer face às necessidades de intervenção social, nomeadamente em contextos sócioeconómicos desfavorecidos. Neste trabalho de pesquisa procura-se responder a duas preocupações de natureza distinta.

A primeira, prende-se com a intenção de empreender um estudo exploratório sobre o papel dos mediadores sócio-culturais em Portugal, de forma a contribuir para futuras decisões práticas e políticas nesta área de formação.

A segunda mais estruturante, tem a ver com os objectivos implícitos ao estudo: fundamentar o conhecimento sobre a mediação sócio-cultural em Portugal; contribuir para a concepção de novos perfis que permitam a inserção social de minorias étnicas em Portugal; divulgar junto de várias entidades interessadas os aspectos inovadores e factores de sucesso/insucesso da mediação sócio-cultural em Portugal.

A estratégia metodológica adoptada enquadrou-se na perspectiva da investigação qualitativa, utilizando fundamentalmente o estudo de caso. O objecto empírico, o “bounded system”, constitutivo do nosso estudo de caso, foi seleccionado de acordo com os três critérios apresentados por António Carlos Gil (1989). Assim, seleccionaram-se elementos de análise com base em características de casos típicos, casos extremos e casos marginais.

Consideramos casos típicos, o tipo ideal da mediação sócio-cultural, que se localizam em escolas do ensino básico e secundário.

Na categoria de casos extremos, consideramos os projectos com mediadores que, não tendo como objectivo principal a mediação sócio-cultural nas escolas, podem ou não estar relacionadas com ela. Estes projectos existem essencialmente para prestar apoio a bairros socialmente desfavorecidos.

Por fim, os casos marginais, são casos que, por contraste, permitem conhecer as pautas dos casos normais e as possíveis causas de desvio. Neste caso, seleccionamos entidades que, contemplando a actividade da mediação, a exercem noutras áreas sociais, que não o contexto escolar.

Procurando ir ao encontro destes critérios, na selecção do “bounded system”, que no seu conjunto garantem a validade e o rigor da investigação do estudo de caso, definiram-se ainda algumas características para salvaguardar a diversidade da realidade a estudar.

Assim, considerou-se que os elementos de análise escolhidos deveriam contemplar: projectos dirigidos a diferentes minorias étnicas; projectos que se desenvolvem em diferentes contextos geográficos; Projectos com intervenções em diferentes áreas; projectos que abrangessem diferentes dimensões no processo de intervenção do mediador (recrutamento, formação, empregabilidade).

No total foram seleccionadas nove entidades formadoras e/ou empregadoras de mediadores sócio-culturais. Em sua representação foram entrevistados vários actores e agentes sociais intervenientes no processo da mediação em Portugal, os quais se subdividem em três grupos com distintos papéis sociais: entidades, parceiros (técnicos e utentes) e mediadores.

Realizaram-se 34 entrevistas, das quais 9 aos representantes das entidades contactadas, 16 aos parceiros (11 técnicos e 5 utentes) e 9 aos mediadores.

Embora com este estudo se pretenda alargar o conhecimento sobre a mediação sóciocultural em Portugal, foi dado maior enfoque às entidades formadoras e/ou empregadoras sediadas na área metropolitana de Lisboa. Este procedimento prendeu-se sobretudo com razões inerentes ao tempo de que se dispunha para a realização do estudo. Além das entrevistas foi também aplicada uma ficha de caracterização da mediação a todas a entidades que sabíamos existir no nosso país.

O que se pretendeu obter foi um conhecimento fundamentado sobre práticas da mediação sócio-cultural, através da análise da interpretação e representação dos entrevistados.



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