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Regras do hoquei no gelo

A gente foi atrás dessas opções e trouxemos aqui aquelas que estão fazendo mais sucesso no nosso país. Mas, engana-se quem pensa que elas só transmitem jogos da elite do futebol nacional. Além disso, também exigem jogos internacionais e de divisões inferiores.

A ideia é você saber que antes só existia o pay-per-view, que é um canal fechado que transmitia jogos. Hoje, eles ainda existem. No entanto, dá para ver jogos online, pela internet, através dos streamings.

Para se ter uma ideia, o Esporte Interativo ficou muito famoso ao comprar os direitos para transmitir a Champions League e fazer isso pela internet, através do Facebook. Esse é só um exemplo porque ainda podemos citar a Fox e a novata DAZN. Saiba mais sobre elas.

As plataformas de streaming

As plataformas de streaming

Agora você já sabe que o serviço de streaming é aquele que transmite eventos ao vivo, né. Eles acontecem através de plataformas digitais e podem ser exigidos diretamente na TV, na rádio ou até mesmo na internet. Atualmente, eles também estão disponíveis em aplicativos.

A grande questão a se considerar é que nem todas as plataformas exibem todos os campeonatos. Além do mais, cada uma delas tem um custo. Vamos falar mais sobre isso nos próximos tópicos. Acompanhe.

1 – DAZN

A gente não poderia começar de outro modo. Afinal de contas, o DAZN tem sido uma verdadeira revolução na forma de assistir futebol. Para quem não sabe, a gente vai explicar melhor isso, acompanhe.

O DAZN é de uma empresa britânica chamada Perform Group. Ela chegou ao Brasil no final de 2018 e desde então tem sido uma ótima ferramenta para quem quer ver futebol ao vivo pelo Youtube e pelo Facebook.

A partir de 2019 isso começou a acontecer e desde então a companhia tem investido pesado aqui no Brasil. No entanto, para ver os jogos, você terá que desembolsar um investimento de R$ 44,90 mensais, sendo que isso te dá direito a ver vários campeonatos.

Por exemplo: a série A (da Itália), a Ligue One (da França), a Copa Sul-Americana e a F.A. Cup (Inglaterra). Além disso, a cobertura é quase completa dentro do nosso país, sendo que também dá para ver lutas e eventos esportivos de tênis.

2 – UOL Esportes

A próxima das plataformas de streaming para assistir futebol é a UOL Esportes. Porém, não estamos falando apenas do portal de notícia, não. A UOL fechou uma parceria com 2 dos grandes canais de TV, o Esporte Interativo e a ESPN. Logo, é um canal de streaming completo.

O serviço ficou com o nome de UOL Esportes e permite ao assinante que veja jogos dos canais já citados no formato de on-demand e streaming. O preço é de R$ 24,90, sendo que há outros planos também. Nesse valor básico, acaba sendo um dos melhores custo-benefício.

Quem assinar o plano vai ter direito a assistir a Premier League, a La Liga, a Liga MX, Ascenso MX, Holandês, Português, Belga, Copa del Rey, EFL Champions, Nations League, Brasileirão.

Sendo assim, como dá direito aos canais da IE e ESPN também são disponibilizadas as ligas americanas de basquete, as universitárias e até mesmo documentários on-demand.

3 – Fox Play

A Fox Play compete especialmente por conta do seu valor, que é o mesmo da UOL Esportes. Além do mais, a Fox tem investido pesado em esportes como futebol desde 2012, sendo hoje um dos principais serviços de streaming do país. Ao todo, são 11 canais distintos.

O pagamento da mensalidade dá direito para ver a La Liga, Copa Libertadores, Euroliga, Primeira División Argentina, Bundesliga. E além dos canais esportivos, o assinante também pode ver outros catálogos da Fox, como de programas infantis, documentários, animais.

4 – PREMIERE

A verdade é que a Premiere sempre teve o seu destaque no Brasil por apresentar um serviço de streaming de muita qualidade. No entanto, com a popularização de outras opções, acabou perdendo força, ainda mais que a sua mensalidade é de R$ 79,90.

O canal começou sendo um pay-per-view e hoje também tem a sua plataforma independente de streaming. Assim sendo, dá para ver a Premiere tendo qualquer operadora de TV por assinatura. É do grupo Globosat e faz a cobertura dos principais campeonatos nacionais.

Assim, o assinante poderá ver os jogos de futebol online por TV a cabo ou via satélite. Entre os principais jogos transmitidos temos os do Brasileirão (Série A e B) e os campeonatos estaduais. Na programação, também há programas exclusivos, bastidores, coletivas, etc.

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5 – MyCujoo

Por último, vamos indicar também essa, que é outra das plataformas de streaming para assistir futebol, que permite ver jogos online dos principais clubes do país. O site permite ver jogos, inclusive, das divisões de baixo, como Série A2, A3 e a Copa Paulista.

O programa é uma parceria com a TV FPF, da Federação Paulista de Futebol. Recentemente, também fez uma parceria com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) para transmitir a série D do Brasileirão e o Brasileirão Feminino.

O canal está disponível no Youtube, tem aplicativo gratuito de celular e é gratuito. “O nosso objetivo é dar a todo mundo do futebol uma chance de ser valorizado e apreciado, em qualquer lugar e por qualquer pessoa”.

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Regras do hoquei no gelo

Para jogar
. Os equipamentos bбsicos de um jogador de hуquei in-line sгo os patins in-line, o "stick" (taco de madeira ou material apropriado) e o "puck" (disco).

O "puck"
. Deve ser feito de resina (um plбstico especial). Tem 6 centнmetros de diвmetro, pesa 100 gramas e chega a 100 quilфmetros por hora.

A quadra
. O hуquei in-line pode ser jogado em uma quadra poliesportiva com tamanho mнnimo de 20 x 40 metros, que deve ter os cantos arredondados (para facilitar a movimentaзгo do "puck" quando ele bate nas paredes.
O campo de in-line nгo tem linhas divisуrias (o puck nгo sai de jogo).
Por isso, os atletas podem usar a parede para fazer tabelas e atй criar jogadas atrбs do gol do adversбrio. Dentro da бrea de jogo, cada time tem um gol, que mede 1,05 x 1,70 metros.

Uniforme
. Para se proteger das trombadas e quedas, os atletas devem usar capacete, luvas e caneleiras. Recomenda-se que praticantes menores de 18 anos tambйm entrem em quadra com cotoveleiras, calзхes acolchoados, uma viseira (proteзгo para o rosto) de grade metбlica ou acrнlico ou protetor bucal.
As meninas devem usar protetores peitorais. Esse equipamento chega a pesar 2,5 quilos (o do goleiro pesa atй 4,5 quilos) e custa entre R$ 600,00 e R$ 1.500,00.

As regras
. Embora tenha se originado do hуquei no gelo, um esporte no qual dois jogadores podem lutar no meio do jogo por um tempo determinado, o hуquei in-line tem regras para que essas brigas nгo ocorram dentro das quadras.
. Й proibido dar trombadas de propуsito, derrubar ou bater no atleta de outro time com o "stick" ou xingar juнzes e adversбrios.

Puniзгo
. Quem desrespeita as regras й punido, ficando fora do jogo, em um banco de puniзхes, por um tempo determinado (dois, cinco ou dez minutos).

O que й permitido
. O jogador pode desviar o "puck" com as mгos ou chutб-lo com os patins (para driblar o adversбrio), mas sem segurб-lo ou marcar gol dessa forma.

Cobranзa de faltas
. O juiz determina o "face-off", momento em que um jogador de cada time entra em um dos cinco cнrculos desenhados na quadra (especialmente para cobranзa de faltas).
. Ficando entre os dois atletas, o juiz vai deixar o "puck" cair no chгo para ser disputado.
. O pкnalti й marcado quando um jogador que ia em direзгo ao gol й derrubado. Entгo, sу um atleta do time que sofreu a falta vai partir com o "puck" do centro da quadra em direзгo ao gol adversбrio.

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PLACARD

Lanзado no dia 9 de setembro de 2015, o Placard й um jogo de apostas desportivas а cota de base territorial, explorado pelo Departamento de Jogos da Santa Casa da Misericуrdia de Lisboa (DJSCML), em regime de exclusividade em todo o territуrio nacional.

Regulado pelo Decreto-Lei nє 67/2015, de 29 de abril, cujo Regulamento foi aprovado pela Portaria nє 173/2015 de 9 de junho de 2015, o Placard estб disponнvel em toda a rede de mediadores dos Jogos Santa Casa.

Testando o conhecimento dos apostadores nas modalidades desportivas disponнveis, nas diferentes competiзхes e eventos desportivos, o Placard oferece atualmente apostas em onze modalidades desportivas, nomeadamente: futebol, tйnis, basquetebol, hуquei no gelo, andebol, voleibol, futsal, rвguebi, hуquei em patins, futebol americano e futebol de praia).

No Placard, й possнvel apostar em nove tipos de aposta diferentes:

· Aposta “1X2 TR” - Prognуstico sobre o resultado verificado no final do tempo regulamentar;

· Aposta “1X2 INT” – Prognуstico sobre o resultado verificado ao intervalo, isto й, entre o momento em que o evento se inicia e o momento em que o бrbitro indica, atravйs de apito, o final da primeira parte. No caso do basquetebol, corresponde ao final do segundo quarto de tempo;

· Aposta “1X2 DV” - Prognуstico sobre o resultado verificado no final do tempo regulamentar, tendo em conta uma determinada desvantagem/vantagem atribuнda a uma das duas equipas (ou atleta) em jogo, que consiste na atribuiзгo de um ou mais golos, pontos ou sets;

· Aposta “Mais/Menos” - Prognуstico sobre se o nъmero total de golos, pontos ou jogos, verificado no final do tempo regulamentar, serб superior («Mais») ou inferior («Menos») ao nъmero indicado pelo DJSCML

· Aposta “INT/TR” – Prognуstico sobre o resultado ao intervalo e no final do tempo regulamentar em simultвneo;

· Aposta “Dupla possibilidade” – Duplo prognуstico sobre o resultado no final do tempo regulamentar;

· Aposta “1Є a marcar” – Prognуstico sobre que equipa marca primeiro ou se o tempo regulamentar termina sem qualquer golo;

· Aposta “Ambas marcam?” – Prognуstico sobre a possibilidade de ambas as equipas marcarem pelo menos um golo atй ao final do tempo regulamentar;

· Aposta “Resultado exato” – Prognуstico sobre o resultado exato no final do tempo regulamentar.

Os tipos de aposta “INT/TR”, “Dupla possibilidade”, “1Є a marcar”, ”Ambas marcam” e “Resultado exato” sу estгo disponнveis atravйs da apresentaзгo do bilhete de aposta em formato QR Code.

Para cada modalidade desportiva estгo disponнveis os seguintes tipos de apostas:

No Placard, o apostador pode fazer apostas simples, combinadas e mъltiplas, com diferentes prognуsticos para cada evento desportivo. A cada prognуstico estб associada uma cota que, multiplicada pelo valor da aposta, determina os ganhos possнveis (prйmio). No caso das apostas simples, a cota й o valor associado ao prognуstico escolhido. Nas apostas combinadas (e tambйm nas mъltiplas), a cota corresponde ao produto de todas as cotas associadas aos diversos resultados selecionados no prognуstico do apostador.

Jogar hóquei no gelo. na praça de touros de Elvas

Jogar hóquei no gelo em Portugal é quase como estarmos na Suíça com uma prancha de surf na mão à procura de ondas.

A frase pode conter algum exagero, até porque é, ainda assim, possível encontrar uma pista de gelo permanente em Portugal, em Viseu (Palácio do Gelo) e outras pistas temporárias que, de ano para ano, sazonalmente, surgem por altura no Natal, em especial em grandes superfícies comerciais. Já em relação à ondulação em terras helvética é algo que não se vê de todo.

Em Elvas, o Coliseu Comendador Rondão Almeida, na antiga Praça de Touros transformada em pavilhão multiusos, é um desses locais onde, por esta altura, está instalada uma pista de gelo que tem limite de vida.

Aproveitando esta infraestrutura, a Federação Portuguesa de Desportos no Gelo (FPDG), com o “alto patrocínio” da embaixada e do embaixador da República Checa em Portugal, Stanislav Kázecký, e da câmara municipal resolveram organizar um torneio internacional quadrangular.

A competição decorre este sábado e domingo, a partir das 12h30, e terá a participação da seleção amadora de Portugal, uma equipa Francesa (Evry-Viry Jets, da 3ª divisão) e duas equipas amadoras da República Checa, Čeští lvi (Leões Checos) e Sklepovsti Srsani (Centro Cultural Vespões), composta por artistas que treinam em praças, em Praga. Ao todo, o torneio de exibição envolverá mais de 50 jogadores de hóquei no gelo.

Em busca de uma pista de gelo em Lisboa para espalhar a modalidade pelo país

Filiada na International Ice Hockey Federation (IIHF), apesar do nome Federação, é mais correto chamar-lhe associação, pois não tem “utilidade pública”, avisa Maurício Xavier, último presidente da Federação Portuguesa de Desportos no Gelo.

No seguimento de outras atividades desenvolvidas pela FPDG, “nomeadamente jogos amigáveis com congéneres estrangeiras”, estes encontros “têm como missão a sensibilização da população e dos organismos competentes para a prática dos desportos sobre o gelo”, procurando “alertar para a necessidade da construção de uma infraestrutura permanente de gelo em Portugal, para o desenvolvimento da modalidade”, lê-se numa nota de imprensa da Federação de Desportos no Gelo.

Filho de emigrantes no Canadá, Maurício lidera esta “luta” pela construção de uma pista na qual “os cerca de 30 atletas” que praticam esta modalidade pouco conhecida em território português possam treinar e jogar num piso com temperaturas abaixo dos 0º, de stick em forma de L na mão e a disparar o “puck”, um disco de borracha, a mais de 100 km/h.

“Lisboa é o local ideal, aproveitando o número de habitantes dessa região", disse, salientando que a partir do momento que a capital tenha uma pista, “a modalidade crescerá no resto do país”, acredita. “É um sonho que tenho. Que temos”, frisa.

Com três equipas no ativo, em “Sintra, Cascais e na Sertã”, os praticantes do hóquei no gelo, têm entre os “20 e os 60 anos de idade”, sendo que nenhum é federado, “são todos amadores”, e exercendo profissões que vão do “jornalismo, à arquitetura, passando por programador informático a estudantes”, revela.

Treinam em Centros Comercias, pavilhões e no alcatrão e querem representar o país

Tal como o próprio Maurício Xavier, entre os praticantes deste desporto, bastante popular na América do Norte (Estados Unidos e Canadá) e no norte e leste da Europa, há alguns lusodescendentes e estrangeiros, como é o caso do treinador Jim Altrep, canadiano, casado com uma portuguesa e que jogou a nível profissional nos EUA.

Enquanto não surge em Portugal a tal pista de gelo para a prática da modalidade, sem terreno fixo para treinar, andam literalmente com a “casa às costas” com um equipamento cujas proteções – luvas, capacetes, joalheiras e camisolas almofadadas - são dignas de gladiadores dos tempos modernos ou não fosse este um desporto com elevado e intenso contacto físico.

Depois de ter sido criado “um campeonato em 1998 e que durou até 2003”, nos últimos anos desdobram-se, no inverno, por Elvas e pelas pistas temporárias de gelo instaladas, na sua grande maioria em superfícies comerciais durante a quadra natalícia ou no palácio do gelo, em Viseu. Paralelamente “treinam em pavilhões (em Murches)” destinados à prática de hóquei em patins ou “no alcatrão”, adianta.

Maurício Xavier reconhece que alguns dos atletas são oriundos do hóquei em linha, outros há que “não se aventuram no gelo por falta de uma infraestrutura”. O hóquei em linha serve, assim, para “ultrapassar” essa lacuna, existindo três equipas, em Sintra e Cascais, que praticam essa modalidade que também cabe dentro da Federação de Desportos no Gelo.

"Se somarmos as duas modalidades, em Portugal podemos ter cerca de 50 praticantes de hóquei no gelo”, acredita. Acalenta, por isso, a ambição de “ter uma seleção nacional”, composta “por cerca de 30”.

Representando o “hóquei no gelo, patinagem artística e corrida de patins no gelo e curling”, para além da pista de gelo e de uma equipa que represente o país a Federação quer ainda, a “curto prazo”, ter uma “estrutura diretiva na associação”, adaptando-se “às novas exigências requerentes da federação” e “procurar a filiação na International Skating Union (ISU) para “albergar a patinagem artística e as corridas no gelo”, conclui.

Morte revive debates sobre brigas no hóquei

Um defensor novato no Whitby Dunlops, renomado time amador de hóquei sobre o gelo de Whitby, um subúrbio de Toronto, Donald Sanderson impressionava seus colegas de equipe por seu ardor competitivo e dedicação.

A cada vez que o disco entrava em jogo, Sanderson, 21 anos, deixava de lado sua personalidade em geral brincalhona e se concentrava completamente no jogo. Os colegas dizem que ele era o tipo de sujeito que parecia se preocupar mais com a equipe do que consigo mesmo.

"Ele era feroz", diz Matt Armstrong, assistente técnico do time. "Fazia tudo que fosse necessário para vencer um jogo".

Com 1,88 metro e 90 quilos de peso, Sanderson compreendia que "fazer todo o necessário" muitas vezes significava se chocar com um adversário nas laterais do rinque, para proteger sua equipe no gelo. Também significava tirar as luvas e entrar na briga caso o outro time estivesse recorrendo a jogadas desleais contra as astros do Dunlops.

"Nós jamais pedimos que ele fizesse qualquer coisa", disse Armstrong. "Mas ele achava que era sua responsabilidade. Caso o pique do jogo tivesse de ser revertido, ele reconhecia e agia".

Sanderson morreu em 2 de janeiro, de ferimentos sofridos ao cair no gelo e bater a cabeça durante uma briga, em 12 de dezembro. Ele passou três semanas em coma. Foi sua quarta briga em 11 jogos com o Dunlops, um time amador muito competitivo formado por jogadores com mais de 21 anos. Ainda que o incidente tenha de muitas maneiras se devido ao azar - o capacete de Sanderson se soltou durante a confusão e os jogadores caíram juntos no gelo -, sua morte gerou manchetes em todo o Canadá e resultou na retomada do debate sobre o papel que as brigas devem - ou não devem - ter no hóquei.

Um tributo a ele durante um jogo do Dunlops, sábado, atraiu diversos notáveis do esporte, entre os quais Walter Gretzky, pai do astro do esporte Wayne Gretzky. Na semana passada, a Ontario Hockey League, uma liga amadora que fornece jogadores ao hóquei profissional da NHL, adotou regras mais severas, ordenando suspensões de um jogo para atletas que tirem os capacetes antes de entrar em uma briga.

"É uma tragédia para o nosso esporte", disse Bill Daly, vice-comissário da NHL. Ele afirmou que a morte de Sanderson - e a possibilidade de que ela leve a mudanças nas regras do hóquei profissional - seria discutida na reunião dos dirigentes de equipes da liga, em março. "Quando uma coisa como essa acontece, gera reflexão", disse Daly.

Apesar de todas as discussões sobre brigas no rinque que a morte de Sanderson gerou, familiares e amigos dizem que ele pouco tinha em comum com o estereótipo de brutalidade do esporte. Sanderson foi descrito como um jovem cortês, sensível e intelectualmente curioso, fora do gelo. Ainda que no passado tenha sonhado em jogar hóquei profissional, ele recentemente havia decidido se tornar professor e técnico, e estava estudando cinesiologia na Universidade York. Também era assistente de seu pai como técnico do Belleville Bearcats, uma equipe feminina de hóquei secundarista.

Sanderson era um rapaz romântico, que gostava de surpreender as namoradas com piqueniques ou uma garrafa térmica cheia de chocolate quente ao final de um dia frio de inverno. E, a despeito do tamanho, ele se movimentava no gelo de maneira notavelmente graciosa, capacidade que ele desenvolveu na infância quando treinou patinação artística.

"Ele sempre foi um menino realmente sensível, terno, sempre cuidando dos outros", disse sua mãe, Dahna Sanderson. "Quando ouço as pessoas dizerem que ele era destemido, sorrio. Porque ele aprendeu a projetar essa imagem de destemor".

A despeito das freqüentes brigas em sua curta passagem pelo Dunlops, em momentos mais calmos ele confidenciava que não gostava muito de brigar, dizem sua namorada, Brooklyn Abbott, e seu pai, Michael Sanderson. Seu estilo no rinque era agressivo, claro, mas o pai diz que Donald queria jogar pelo Dunlops porque o time valorizava mais a técnica que a combatividade. Seus colegas de equipe dizem que ele não um xerife tradicional, papel que costuma ser exercido por um jogador cujo principal atributo é a disposição de brigar. Segundo os colegas, Sanderson era um jogador talentoso que ocasionalmente tirava as luvas para defender os colegas.

Depois que ele morreu, nem seu pai nem sua mãe se pronunciaram contra as brigas no hóquei. Dahna Sanderson diz que se recusa a participar desse debate, porque isso não trará seu filho de volta. Michael Sanderson, que ganha a vida como treinador de patinação para jogadores de hóquei, diz duvidar que o esporte um dia deixe de envolver brigas. Ele prefere, em lugar disso, louvar esforços para conter as brigas como os adotados pela liga amadora de Ontário esta semana.

"Se eles não removerem o capacete, quem vai querer socar plástico?", disse Michael Sanderson. "Eu preferiria ver meu filho de mão quebrada do que morto".

Mas para aqueles que imaginam se a morte de Sanderson servirá como maneira de reduzir a incidência de brigas, basta observar a equipe que ele defendia. Nos sete jogos disputados desde que ele morreu, os jogadores do Dunlops foram punidos por brigas três vezes, entre as quais uma briga acontecida em um jogo na sexta-feira, no dia anterior ao tributo a Sanderson.

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FPAS › Hóquei Subaquático

O Hóquei subaquático foi inventado em 1954 em Inglaterra por Alain Blake com o intuito de entreter os mergulhadores na altura do inverno. Inicialmente chamado ” Octopush”, o Hóquei subaquático ao longo dos anos foi sofrendo modificações a nível de equipamento, número de jogadores e outros factores decisivos para torna-lo na modalidade internacional que é hoje em dia.

Atualmente é praticado em quase todos os paises da Europa com destaque para o Reino Unido, França, Holanda que são as maiores potências Europeias. A nível Mundial temos paises como África do Sul, Austrália, Nova Zelândia, Colômbia, Estados Unidos da América e Canada.

Em Portugal a modalidade existe oficialmente desde 2007, tendo ocorrido experiências prévias a esta data mas só em 2007 foi criado o primeiro clube oficial de Hóquei Subaquático. No periodo inicial de 2008, data do primeiro Campeonato Nacional de Hóquei Subaquático, até 2012 o crescimento de numero de equipas foi muito significativo. Em 2012 com o novo Programa Nacional de Formação de Treinadores a modalidade sofreu uma restruturação associativa.

Hoje em dia encontram-se os seguintes clubes a praticar em Portugal: Clube Zupper (Valongo), Sharks de Coimbra (Coimbra), NSCR - Núcleo Subaquático de Coimbra (Coimbra), AquaCarca (Carcavelos), Clube de Natação da Amadora (Amadora), Essência do Eixo (Amadora) e Instituto Superior Técnico (Lisboa).

Regras Simplificadas

O Hóquei Subaquático joga-se numa piscina que tenha as dimensões entre 21-25 metros de comprimento e 12-15 metros de largura, devem ter uma profundidade minima de 1.80 m (minimo para competições oficiais, para treinos qualquer piscina pode ser utilizada) e máxima de 3.65m desde que a inclinação máxima não exceda os 10%, sendo a profundidade ideal de 2.20m de profundidade constante.

As equipas são constituidas por 6 atletas e mais 4 suplentes (10 jogadores) sendo as substituições ilimitadas. Nas extremidades da piscina estão colocadas no fundo, uma baliza com 3m de comprimento e 18 cm de largura onde devemos introduzir o disco (1.3kg de chumbo revestido de borracha). O golo é atribuido quando o disco entra completamente na calha da baliza.


(1) Máscara de Mergulho:
Usamos a máscara dado que o jogo disputa-se sempre no fundo da piscina e assim temos não só uma melhor visão debaixo de agua sem esforçar a vista mas também mais uma protecção a nível da face.

(2) Toucas: São usadas toucas com proteção das orelhas e para distinguir as equipas.


(3) Tubo:
O uso do tubo é fundamental no jogo porque assim não precisamos de tirar a cara debaixo de agua para respirar, desta forma nunca perdemos o contacto visual com o disco e jogadores.

(4) Luva: É um equipamento de protecção da mão que agarra o stick dado que cada jogador so usa uma luva.

(5) Barbatanas: Existem vários modelos de barbatanas que podem ser utilizadas no Hóquei Subaquático. Temos de ter sempre atenção o factor de segurança para nós e para os outros jogadores, as barbatanas não podem apresentar superficies cortantes, e deverão ser sempre revestidas a borracha de forma a evitar qualquer corte caso exista contacto com o nosso corpo ou de outros jogadores.

(6) Stique: É a única forma legal que temos para poder tocar no disco. Cada pessoa deverá numa fase mais avançada ter os seus próprios stiques dado que é um equipamento pessoal adaptado às caracteriticas infviduais de cada jogadores (dimensões corporais, posição em que joga na equipa, etc). Existem variadissimas formas e desenhos de stiques para todos os gostos, mas todos têm de respeitar alguns aspectos das regras, como por exemplo as dimensões. Os stiques para dextros e esquerdinos são iguais mas simétricos. Servem também para distinguir as equipas atraves das cores (equipa preta e equipa branca).

(7) Disco: É a peça fundamental do jogo. O disco pode ter várias cores mas sempre com as mesmas dimensões. De altura tem 3cm podendo variar entre 2mm, de diamêtro tem 8cm e o seu peso pode variar entre 1.3kg e 1.5kg. O exterior do disco é revestido por uma borracha para que assim não estrague a piscina nem os stiques. O disco permanece sempre no fundo da piscina.

"ESTAMOS a aproximar-nos cada vez mais de uma morte no ringue." O alerta partiu de Joel Cohen, director do Cohen Hockey Marketing Group, sediado em Houston (Texas, EUA). Desde que Marty McSorley agrediu Donald Breshear durante o último jogo entre os Boston Bruins e os Vancouver Canuckes, a polémica sobre a permissividade disciplinar no hóquei do gelo voltou à tona. Há quem tema pelo futuro da modalidade. E há quem preveja que apenas uma tragédia será capaz de provocar uma reestruturação das regras do jogo.

A agressão de Marty a Brashear provocou uma contusão na cabeça e um corte no sobrolho, e na verdade os danos são muito inferiores ao que já aconteceu no passado. Desde a fundação da National Hockey League (NHL), os casos de violência extrema sucedem-se com uma periodicidade preocupante. De ombros deslocados a colunas partidas, já houve de tudo um pouco. E, se muitos jogadores acabaram por recuperar das lesões, outros tiveram de interromper prematuramente a carreira, devido a paraplegia ou a visão diminuída.

A constatação de que há jogadores incumbidos especialmente da missão de intimidar o adversário e, em casos extremos, agredi-lo com o stick, provocou desta vez a maior suspensão da história da NHL - McSorley não joga mais até ao final da época, e ainda tem de responder perante o tribunal de Vancouver. Nenhum treinador admite as indicações agressivas, mas as acusações surgem de todos os quadrantes.

E a polémica acentua-se: uns defendem que a agressividade é parte integrante do desporto, outros garantem que ela é apenas parte "deste" desporto - da cultura de venda de violência instalada nos Estados Unidos. Patrocinadores e detentores de direitos de televisão são acusados de incentivarem a violência, mas contabilizam lucros como nunca. "Não tenho dúvidas de que uma reedição do jogo entre Boston Bruins e Vancouver Canucks teria agora uma audiência televisiva muito maior", admite Ty Ballou, director da Public Label Brands, um dos patrocinadores da NHL.

1933 - Eddie Shore (Boston Bruins) agride Irvin "Ace" Bailey (Toronto Maple Leafs), que fractura o crânio e acaba prematuramente a carreira. Shore é suspenso por um mês, mas aperta publicamente a mão a Bailey no final da época, durante um encontro de recolha de fundos para garantir a subsistência do ex-jogador.

1969 - Ted Green, jogador dos Boston Bruins, sofre um traumatismo craniano depois de um duelo ao stick com Wayne Maki, atleta dos Saint Louis Blues. Maki é suspenso por um mês, Green fica de fora 13 jogos.

1975 - Dave Forbes (Boston Bruins) atinge com a ponta do stick num dos olhos de Henry Boucha (Minessota North Stars), que é submetido a três operações e nunca chega a recuperar por completo a visão. Forbes vai a tribunal por excessivo uso da força.

1978 - Wilf Paiement, dos Colorado Rockies, atira o stick a Dennis Polonich, dos Detroit Red Wings. É suspenso por 15 jogos.

1987 - Dave Brown, jogador dos Philadelphia Flyers, dá uma cotovelada no queixo de Tomas Sandstrom, atleta dos New York Rangers. Leva 15 jogos de suspensão, entre os quais outros dois encontros entre as duas equipas.

1993 - Pierre Turgeon (New York Islanders) lesiona-se num ombro depois de ser atirado contra a tabela por Dale Hunter (Washington Capitals), irritado com as celebrações da vitória adversária num jogo dos "playoff". Hunter recebe 21 jogos de suspensão, até então o mais pesado castigo da história da National Hockey League.

1994 - Tony Granato, atleta dos Los Angeles Kings, soca repetidamente a cabeça de Neil Wilkingson, jogador dos Chicago Black Hawks. É suspenso por 15 jogos.

1998 - Jeff Beukeboom (New York Rangers) sofre uma contusão depois de ser esmurrado por Matt Johnson (Los Angeles Kings). Beukeboon acaba por retirar-se mais cedo do desporto e Johnson é punido com 12 jogos de suspensão.

2000 - Marty McSorley (Boston Bruins) agride com o stick Donald Brashear (Vancouver Canucks) e é suspenso para o resto da temporada - considerando a provável exclusão dos Bruins dos "playoffs", a exclusão atinge 23 jogos, o que a torna na maior punição de toda a história da NHL.

FILIPE SANTOS, JOGADOR DE HÓQUEI EM PATINS AGREDIDO HÁ TRÊS ANOS, EM DISCURSO DIRECTO

Filipe Santos foi a principal vítima dos tumultos ocorridos há três anos no final do Benfica-FC Porto. Agredido por adeptos, foi internado num hospital e teve de ser submetido a uma intervenção cirúrgica. "A minha vida esteve em perigo", lembra. Mas garante que agressões do público não têm a ver com hóquei, apenas com má formação de pessoas.

- Com tristeza, claro. Mas não se tratou de uma situação de jogo. Foi uma agressão de adeptos, sem relação directa com o hóquei em patins propriamente dito.

- Mas ultimamente têm havido situações de agressões entre jogadores.

- Sim, mas não se trata exactamente de violência. Tem mais a ver com a rivalidade entre as equipas. No fundo, todos nascemos a jogar hóquei e, portanto, desde o início que sabemos que o stick é uma arma perigosa, que não se pode usar contra o adversário.

- O que me preocupa é o mau comportamento das claques e a pouca segurança dos jogadores. Não tenho medo de estar dentro de campo, tenho medo é de sair dele. Dentro de campo, é o mesmo que o futebol: pode-se sempre agredir alguém, mas isso é uma situação pouco comum.

- Claro. Apesar de os jogadores estarem superprotegidos dos pés à cabeça, há muito mais contacto físico. No hóquei, por exemplo, não se pode fazer uma placagem. As regras são mais restritivas e joga-se com mais lealdade.

- Não propriamente. Mas às vezes vejo na Eurosport. Tecnicamente, há muitos movimentos semelhantes aos do hóquei em patins.

- Sim. Já patinei no gelo e gostava de fazer um jogo. Mas é mais fácil. Basta ver que é mais fácil um iniciado habituar-se aos patins de gelo do que aos patins de rodas, que deslizam de forma mais irregular. Aqui, é preciso mais equilíbrio.



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