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Tempo de jogo hoquei no gelo

As they flood streets across the country in opposition to last week's military coup, a younger generation of Myanmar protesters are cracking jokes at the military's expense and winning fans on social media with their colourful, witty and often explicit signage.

The situation is so bad, "even the introverts are here", as one demonstrator's poster put it.

"My ex is bad, but Myanmar military is worse," said another.

Scorn has particularly been heaped on army chief Min Aung Hlaing, now in charge after the coup deposed civilian leader Aung San Suu Kyi.

"Our dreams are higher than MAL's height," read a handwritten cardboard sign a reference to the commander-in-chief's diminutive stature.

"Min Aung Hlaing I hate you more than my periods," said another held out a car window.

Photos of the relatable, sly remarks have been shared thousands of times on social media, with retweets and comments from users in Hong Kong, the United States and elsewhere.

This social media savvy campaign "is a new, creative type of protesting for Myanmar," said Htaike Htaike Aung, executive director of Myanmar ICT for Development, a Yangon-based digital rights group.

"The younger generation. are on Facebook, TikTok, Instagram and Discord mobilizing other young people," she told AFP.

Unlike previous generations largely cut off from the world during the 49 years of military rule, these younger Myanmar protesters came of age plugged into the internet zeitgeist.

In one widely shared sign, a woman reinterpreted "WAP" Cardi B and Megan Thee Stallion's sexually-explicit summer hit to mean "We Are Protesting Peacefully".

Many of the signs are in English, highlighting the desire to appeal to an international audience.

Social media has not only spread their message, but also connected Myanmar protesters to Hong Kong and Thai users who have swapped tips on how to stay safe during demonstrations.

Hard hats essential gear during Hong Kong's unrest are also becoming a signature of this movement.

None of this would have been possible a decade ago.

Before Myanmar began its democratic transition in 2011, cyber cafes dotted major cities, but Skype, Gmail and Facebook were restricted under the military-imposed isolation.

Despite smartphone usage exploding around the world, only North Korea had fewer mobile phones than Myanmar, where SIM cards cost thousands of dollars.

That changed in 2013, when the government ended the state monopoly on telecommunications and SIM prices plummeted while cheap, Chinese smartphones with Facebook preloaded became widely available.

Eager to connect after years in the dark, the country came online virtually overnight and was soon inundated with ride hailing apps, food delivery services and money transfer platforms in an internet gold rush.

Pulling the plug on all this connectivity will be hard, if not impossible, said Htaike Htaike Aung, the digital rights campaigner.

The military has already tried to put a chokehold on the country's internet, but users circumvented a nationwide blackout as well as social media restrictions with VPNs, foreign SIM cards and other measures before access was restored.

As one of the tongue-in-cheek signs proliferating across the country put it, the military "has messed with the wrong generation".

FUNDAMENTOS DO HÓQUEI NO GELO

FUNDAMENTOS DO HÓQUEI NO GELO

Esporte coletivo mais tradicional dos Jogos de Inverno, o hóquei no gelo também já fez parte do programa dos Jogos de Verão. Em 1920, a modalidade foi disputada na Antuérpia, e terminou com a vitória do Canadá. Estados Unidos e Tchecoslováquia também subiram ao pódio.

A origem do esporte não é muito clara. Uma das teorias indica que o hóquei é derivado do lacrosse, esporte tipicamente norte-americano. Mas a versão mais aceita é que o hóquei no gelo nada mais é do que a adaptação para o inverno do hóquei na grama, praticado na Europa há 500 anos.

O primeiro jogo de hóquei foi disputado em 1875, na cidade de Montréal, no Canadá, entre dois times da Universidade McGill (responsável pelas primeiras regras do esporte). A Federação Internacional de hóquei no gelo (IIHF) nasceu em 1908, em Paris, e dois anos depois foi disputado o primeiro campeonato oficial.

A Liga Norte-Americana de Hóquei (NHL) foi criada em 1917 e contou com apenas seis times até 1967, quando se profissionalizou e passou a organizar o mais importante -e rentável- campeonato do mundo.

Nos Jogos Olímpicos, depois da presença na Antuérpia, o hóquei no gelo foi incluído no programa da 1ª Olimpíada de Inverno. Em 1998, na cidade de Nagano, foi a vez das mulheres estrearem na modalidade.

As equipes são formadas por seis jogadores (um goleiro, dois defensores e três atacantes). O jogo é dividido em três tempos de 20 minutos, e os atletas só podem atuar no ataque com o disco ao lado ou atrás dos pés -nunca à frente

O hóquei no gelo, ou hóquei sobre o gelo, é um esporte jogado entre dois times - onde todos os jogadores e juízes calçam patins - sobre o gelo. Os jogadores patinam no gelo e usam tacos (sticks) para movimentar um disco. O objetivo do jogo é fazer com que o disco seja colocado no gol do oponente, quando acontece um gol. Um gol equivale a um ponto. O time com o maior número de pontos no final vence a partida. O hóquei no gelo é um dos esportes mais rápidos do mundo - tanto pelo movimento constante e rápido dos jogadores quanto pelas tacadas desferidas pelos jogadores, que podem alcançar uma velocidade de mais de 160 quilômetros por hora.

O hóquei no gelo é um dos poucos esportes que permitem a troca de jogadores (ilimitadamente) enquanto o jogo ainda está em progresso. É também um esporte muito violento e agressivo, embora pesados equipamentos de proteção sejam utilizados, diminuindo o número de lesões. Brigas entre jogadores - embora contra as regras - são muito comuns em partidas.

O hóquei no gelo surgiu no Canadá, onde atualmente é o esporte nacional do país. O Canadá é o maior vencedor de competições internacionais de hóquei no gelo do mundo - como a Copa Internacional e nos Jogos Olímpicos. O esporte também é muito popular nos Estados Unidos (primariamente na região nordeste e centro-norte do país), Suécia, Rússia, República Checa, Finlândia, Eslováquia e Eslovênia, Letônia, e em menor escala, em outros países de clima temperado. No Canadá, nos Estados Unidos e na Rússia, o hóquei no gelo é chamado simplesmente de "hóquei". O hóquei no gelo pode ser praticado ao ar livre em um dia frio, ou durante o ano inteiro, até mesmo no verão, em estádios especializados.

História

O hóquei sobre o gelo foi criado no Canadá, como um derivado do hóquei em campo.

Os primeiros jogos, de caráter informal, foram realizados por soldados britânicos em Kingston, Ontário, e Halifax, Nova Escócia, sobre corpos de água congelados, como rios e lagos, durante o rigoroso inverno canadense. Como um derivado direto do hóquei de campo, tacos curvados e bolas de borracha eram os principais equipamentos de jogo.

Em 1875, o primeiro jogo indoor foi organizado em Montreal, e em 1877, sete estudantes da Universidade McGill criaram as primeiras regras para o esporte. A bola de borracha foi substituída por um disco, e cada time possuiria nove jogadores (mais os reservas). O esporte rapidamente espalhou-se pelo país.

Em 1883, o esporte compareceu ao carnaval de inverno de Montreal, tendo participado do festival de inverno da cidade pelos próximos anos. Ao longo da década de 1880, muitos times de hóquei foram criados no país.

Em 1898, o então Governador-General do Canadá, Lord Stanley of Preston (cujos filhos eram fãs de hóquei), compareceu ao carnaval de inverno de Montreal, e ficou muito impressionado com o esporte, tanto que achou que deveria existir um troféu para o melhor time de hóquei, e Stanley doou um troféu de prata, que seria dado todo ano ao melhor time do ano do Canadá.

Atualmente, a Stanley Cup é dada à equipe vencedora da NHL. Por volta de 1895, os primeiros jogos de hóquei sobre o gelo nos Estados Unidos foram organizados.

Hóquei sobre o gelo feminino

O hóquei sobre o gelo foi desde sua criação até meados da década de 1930 um espote predominantemente masculino, e mesmo nos dias atuais pessoas do sexo masculino ainda constituem a maioria dos jogadores amadores e profissionais - possivelmente dado a natureza agressiva e violenta do esporte. Porém, a história do hóquei sobre o gelo feminino é quase tão antiga quanto o esporte em questão. Uma das filhas de Lord Stanley, Isabel, era uma fã do esporte, e foi fotografada uma vez, em 1890, jogando hóquei - com irmãos e amigos.

O primeiro registro de uma partida de hóquei feminino data de 11 de fevereiro de 1891, em Ottawa. Meninas e mulheres atualmente jogam em times exclusivamente femininos, ou em times mistos, jogando juntamente com pessoas do sexo masculino. Nos últimos dez anos, o hóquei sobre o gelo feminino tornou-se um dos esportes que estão mais crescendo rapidamente - o número de jogadoras cresceu em 400% nos últimos dez anos.

Profissionalismo

A primeira equipe profissional de hóquei no gelo foi criado em Houghton, Michigan, em 1903, nos Estados Unidos - porém, a maioria dos jogadores era canadenses. No ano seguinte, em 1904, foi criada a primeira liga profissional de hóquei no gelo, a Pro Hockey League, de curta duração, e constituída de times amadores e profissionais do Canadá e dos Estados Unidos. Ainda em 1904, a Pro Hockey League decidiu mudar o número de jogadores por time, de nove para seis (não contando reservas), e essa nova regra logo tornaria-se padrão entre o esporte. Posteriomente, outras ligas profissionais, também de curta duração, foram criadas.


Um jogo da Ontario Hockey League, entre o Sudbury Wolves e o Ottawa 67's

.Em 1917, a NHL (National Hockey Season) foi criada, e desde então, é a principal liga do esporte na América do Norte, e é vista também como a maior e mais acirrada liga profissional do mundo. Os membros originais da NHL eram o Montreal Canadiens, Montreal Wanderers, Ottawa Senators e o Toronto Arenas. Gradualmente, mais times canadenses foram juntando-se à liga. Em 1924, a primeira equipe americana juntou-se à liga.

Inicialmente, a grande maioria dos jogadores de hóquei no gelo eram canadenses - inclusive aqueles jogando por times dos Estados Unidos - e, portanto, a grande maioria das estrelas do esporte eram canadenses. O número de jogadores americanos começou a crescer somente após a década de 1930.

Em 1920, o Campeonato Internacional de hóquei no gelo foi criado. Este campeonato é organizado todo ano no inverno, pela Federação Internacional de Hóquei no Gelo. Os maiores campeões são o Canadá, que venceu o campeonato 23 vezes, a União Soviética, que venceu 22 vezes, e a Suécia, que venceu sete vezes.

Em 1972, o time nacional da União Soviética enfrentou o time nacional do Canadá em uma série de partidas, em um campeonato que seria composto de oito partidas. Esse campeonato, que posteriomente seria conhecido como a Summit Series, tornou-se famoso devido ao encontro dos dois melhores times da época. As partidas foram muito acirradas e concorridas, tendo sido realizadas quatro vezes no Canadá (em Montreal, Toronto, Vancouver e Winnipeg), e quatro vezes na União Soviética (todas em Moscou). O dia da última partida, realizada em Winnipeg, onde cada time possuía três vitórias, três derrotas e um empate, foi declarado feriado nacional no Canadá, e culminou na vitória do time canadense sobre o time soviético.

O primeiro campeonato internacional feminino foi organizado em 1990. Até 1999, a competição era realizada a cada dois anos. Desde então, o campeonato é realizado anualmente. O Canadá venceu oito dos nove campeonatos realizados, e os Estados Unidos venceram uma vez.

Em 2004, a NHL cancelou a liga de 2004/2005, devido a disputas trabalhistas, no chamado lockout. A divergência ocorreu entre jogadores e as equipes, uma vez que os últimos, não dispondo das condições financeiras necessárias, recusaram-se a pagar os salários cada vez mais altos exigidos dos jogadores. Estes, em sinal de protesto, recusaram-se a jogar na liga de 2004/2005. A NFL Foi a primeira liga de esportes profissional a cancelar um campeonato inteiro, na América do Norte.

A liga retornou em 2005, agora com teto salarial, e novas regras, criadas para atrair maior público às arenas e gerar maior dinamismo e emoção aos jogos. O teto salarial, de forma indireta, acabou por nivelar mais as equipes, uma vez que o teto é o mesmo para todos

O jogo

A pista (Campo)

A pista (Campo)

O campo de hóquei é uma pista de gelo, especialmente designada para o hóquei no gelo. O gelo diminui ao máximo a fricção do disco sobre a pista, bem como a locomoção dos jogadores, permitindo a estes alcançarem altas velocidades.

O campo possui um formato retangular. A pista de hóquei no gelo padrão possui 61 metros de comprimento e 26 metros de largura na NHL e 60 x 30 metros no resto do mundo. Todos as pistas de hóquei possuem cantos que têm um formato achatado, ao invés de formarem um ângulo de 90 graus. Um muro opaco, de aproximadamente um metro de altura, envolve toda a pista, e evita que o disco saia do campo. Acima deste muro, fica outro, transparente, que possui aproximadamente entre um metro a 1,25 metro de altura, permitindo às pessoas na arquibancada ampla visão de jogo, ao mesmo tempo que protege estas pessoas.

Uma linha vermelha (red line), ou a linha central (centerline) divide o campo pela metade. É usada pelo juiz para a marcação de impedimentos e de icings. Outras duas linhas vermelhas (red goal line, ou simplesmente red line) estão localizadas em cada extremo do retâgulo, a três metros do fim do campo. Esta linha não é usada apenas em pistas de hóquei em escolas nos Estados Unidos (embora seja usada no Canadá).

Duas linhas azuis, distanciadas a 8,5 metros da linha vermelha central na NHL e de 8,85 metros no resto do mundo, delimitam as três zonas do campo: a zona de defesa (defensive zone), a zona neutra (neutral zone) e a zona de ataque (offensive zone). A zona de defesa de um time é a zona de ataque do time oponente.

Uma baliza (goal cage, em inglês) fica localizada logo à frente de cada red goal line. Esta baliza consiste em uma rede resistente, suportada por três traves de metal. A baliza possui 1,2 metro de altura e 1,8 metro de comprimento, e é aqui onde jogadores de um dado time devem posicionar o disco para pontuarem. A maioria das balizas possui também uma sirene e uma caixa de som, que emite luz e som por alguns segundos, indicando claramente a presença do gol. Ambas são ativadas pelo "juiz da baliza".

À frente da baliza fica uma área que possui 2,1 metros de comprimento e dois metros de largura na NHL, ou um diâmetro de 1,8 metro no resto do mundo, chamada de goal crease. Um jogador não pode entrar na goal crease do time oponente, a não ser que esteja indo atrás do disco. Portanto, um gol não contará, caso o jogador que pontuou esteja dentro da goal crease do oponente. Uma exceção é se jogadores do time oponente forçaram o jogador a pontuar dentro da goal crease, e, neste caso, o ponto é valido.

Existem nove pontos de faceoffs, onde são realizadas a grande maioria dos faceoffs de uma partida. A linha vermelha central possui um ponto de faceoff, no centro do campo, outras quatro estão localizadas na zona neutra, e cada zona de defesa/ataque possui mais dois pontos de faceoff. Todos os pontos de faceoff são vermelhos, com exceção do ponto central, que é azul.

Todos os campos de hóquei profissional e a maioria dos campos de hóquei amadores possem um banco de reservas, onde localizam-se os jogadores de reserva; e também um banco de pênalti (penalty bench), onde jogadores penalizados por faltas ficam, temporiamente. Tais bancos localizam-se atrás do muro de proteção.

Entre os intervalos, e principalmente antes e após uma partida, veículos especiais, informalmente chamados de zambonis, alisam e limpam a superfície do gelo.

Pistas de gelo, para jogos de hóquei de gelo informais, podem ser construídas em playgrounds e em quintais de casa, caso a temperatura do ar esteja baixa o suficiente (-10ºC ou menos).

Tempo

Jogos de hóquei no gelo são feitos em três períodos (tempos) de 20 minutos cada, e separadas por dois intervalos de 15 minutos cada. Nestes períodos, conta-se apenas o tempo em que o disco está em movimento - o tempo gasto na realização de faltas, entre um gol e um tiro de faceoff ou mesmo discussões, não contam. O cronômetro é controlado por um game timekeeper.

Cada time possui direito a 30 segundos adicionais e opcionais de jogo, sem contar o tempo normal de jogo. Um time que está perdendo em pontos pode usar este tempo para tentar fazer mais pontos.

Após os três períodos normais de jogo, na NHL, caso as equipes estejam empatadas em pontos, um quarto período de cinco minutos, a sudden death overtime, é realizada.

O time que pontuar na sudden death overtime vence a partida. Caso nenhum time pontue na sudden death overtime, o jogo termina em um empate, exceto em certos jogos da fase final (das quartas-de-finais em diante). Como as quartas de final, as semi-finais e a final são realizadas em jogos de melhor de sete, caso ambas as equipes tenham chegado ao sétimo jogo com um mesmo número de vitórias e derrotas, a sudden death overtime, neste caso, prorroga-se até que uma equipe saia vencedora.

Substituições

Substituições no hóquei sobre o gelo podem ser feitas diretamente, sem autorização do juiz, e podendo ser feitas diretamente quando o jogo está em andamento. Naturalmente, jogadores jogando no jogo não podem ser substituidos por jogadores que foram penalizados no jogo e não terminaram de cumprir a punição imposta pelo juiz.

Os jogadores de reserva ficam em um banco de reservas, logo ao lado da pista de gelo, e atrás do muro de proteção.

Equipamentos

Para a prática do hóquei de gelo, os seguintes equipamentos são indispensáveis:

Um disco (puck). O disco é geralmente preto, feito de borracha. O disco possui em torno de 2.5 centímetros de espessura, 7,6 centímetros de diametro e 156 a 170 gramas de peso.

Patins de hóquei de gelo (hockey skates), constituídas de um sapato de nylon e couro (conferindo aos pés proteção) e de uma lâmina de aço (conferindo ao jogador sustentação e mobilidade sobre o gelo). As lâminas dos patins são curvadas em seus extremos, conferindo ao usuário maior facilidade de turno e de freio.

O taco (stick), que possui um formato de L. Este taco é constituída de duas partes: o punho, ou segurador (handle), que é feito de plástico (para prática informal), metal ou de madeira (de melhor qualidade, são usadas em jogos amadores e profissionais; e da lâmina (blade), feita de plástico ou madeira. A lâmina possui um formato levemente curvado, e é a parte do taco que é usada pelo jogador para a movimentação do taco. A lâmina não pode ter mais do que 32 centímetros de comprimento e 8 centímetros de altura - com exeção das lâminas dos tacos usados pelos goleiros, que podem ter até 39 centímetros de comprimento e 9 centímetros de altura. A lâmina do goleiro é mais larga justamente para facilitar a defesa, uma vez que uma das mãos é "inutilizada" para defender pelo fato de ser obrigatório o uso de stick pelo goleiro.

Uniforme e equipamentos de proteção

O uniforme dos jogadores constitui-se de uma camisa decorada com o logo da equipe, o sobrenome do jogador e um número entre 1 a 99 - na NHL, até 98, porque 99 não é mais permitido na Liga, em homenagem a Wayne Gretzky - considerado o maior jogador de hóquei no gelo de todos os tempos - que usava este número. Algumas ligas permitem que os uniformes sejam usador por terceiros, para fins de propaganda comercial.

O capacete, usado pelos jogadores para conferir proteção à cabeça em casos de quedas. Crianças e adolescentes, bem como jogadores em instituições de ensino superior, são todos obrigados a usar capacetes junto com uma máscara de proteção, ou um visor de plástico que cobre o rosto do jogador, enquanto adultos podem optar por usar um visor que protege somente os olhos.

Qualquer goleiro, porém, é obrigado a usar uma máscara de proteção que cobre todo o rosto do jogador - uma vez que precisa suportar os constantes tiros desferidos contra seu gol, e lembrando que alguns desses tiros podem alcançar até 160 quilômetros por hora.

Todos os jogadores usam luvas. O goleiro também usa uma luva de catamento (catching glove), geralmente, na mão esquerda, e uma luva de bloqueio (blocker), acessórios que ajudam o goleiro a defender seu gol.

Outros equipamentos de proteção precisam ser usadas para a proteção de outras partes do corpo, especialmente sobre o ombro, braço e as pernas - em todos os jogadores. Estes equipamentos são bem mais grossos no goleiro, que, além do mais, usa um colete grosso em torno de sua barriga e de seu tórax. Tais equipamentos de proteção são feitos de couro absorvente. No goleiro, a espessura de tais equipamentos é de 25 centímetros, na perna, e de aproximadamente 10 centímetros no corpo.


Imagem de um goleiro e de parte seus equipamentos de proteção. O colete e outros equipamentos que protegem seus braços e cotovelos estão localizados por baixo da camisa do goleiro.

Por dentro do jogo

As estratégias de ataque e de defesa são planejadas pelo técnico da equipe, antes e ao longo do jogo. Subsituições também são responsabilidade do técnico. Este não pode falar com o juiz - a não ser quando queira pedir por uma revista do equipamento usado pela equipe oponente - nem pode entrar na pista.

Habilidades necessárias

As principais habilidades necessárias no hóquei no gelo são:

Patinação (skating)

Patinação (skating)

É considerado a habilidade mais importante do esporte. Todos os jogadores precisam ser capazes de virar rapidamente, de patinar "a ré" - tudo em altíssima velocidade. Freiar (ou saber diminuir a velocidade rapidamente) também é uma outra capacidade importante.

Manejamento do taco

Manejamento do taco

Jogadores precisam usar o taco para movimentar o disco. Geralmente, movimenta-se o disco, empurrando-no com um lado da lâmina, e, posteriomente, com o outro lado da lâmina. Jogadores habilidosos movimentam o disco, usando o taco, de um lado a outro rapidamente, fazendo com que seus oponentes fiquem confusos. O taco também pode ser usado para receber passes aéreos, entre outros movimentos possíveis.

Passe (passing)

Passe (passing)

É o passe do disco entre jogadores da mesma equipe, usando o taco. Pode-se passar o disco através de um passe normal, onde o disco movimenta-se sem sair do gelo; ou através de um passe aéreo, onde o disco pecorre um certo trajeto no ar.

Tiro (shooting)

Capacidade de propulsionar o disco em alta velocidade em direção à baliza, usando o taco. Pode-se usar wrist shots, onde a lâmina do taco está em contato com o gelo no momento em que a lâmina propulsiona o disco, ou slap shots, onde o jogador levanta o disco para trás, e o traz rapidamente de volta para frente, propulsionando o disco, e geralmente sem manter contato com o gelo. Slap shots propulsionam o disco com mais força e rapidez do que wrist shots, só que com menos pontaria.

Marcação (bodychecking ou simplesmente checking)

A habilidade de um jogador de remover a posse do disco de outro jogador oponente. Pode-se usar o taco (stick checking) ou o corpo (body checking). Usa-se o taco para tentar alterar a direção de movimento do disco, ou o corpo, para bloquear, desviar ou diminuir a velocidade do jogador oponente.

Neste caso, permite-se contato corpo-a-corpo apenas com a parte superior do corpo, sem o uso direto dos braços. Body checking é livre em jogos profissionais e na maioria dos jogos amadores, mas jogos realizados em escolas nos Estados Unidos limitam seu uso apenas nas zonas neutras e defensivas. Nos jogos do Campeonato Internacional de Hóquei Sobre o Gelo Feminino, bodychecking é proibido (devido às diferenças existentes entre o tamanho e a massa das jogadoras de hóquei sobre o gelo do Canadá e dos EUA em relação à jogadoras de outros países).

Junto com a patinação artística no gelo, integrou o programa dos Jogos Olímpicos de Verão de Antuérpia-1920, fato decisivo para a realização da Semana Internacional dos Jogos de Inverno em 1924, em Chamonix, na França – mais tarde reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) como a primeira edição dos Jogos Olímpicos de Inverno. A Federação Internacional de hóquei no gelo foi fundada em 1908, em Paris.

No hóquei no gelo, duas equipes de seis jogadores (um goleiro, dois defensores e três atacantes) tentam marcar o maior número de gols. Os jogadores utilizam patins de gelo e um taco ( stick ) e devem acertar o disco, de 150 gramas , no gol do rival. A partida é dividida em três tempos de 20 minutos, com dois intervalos de 15 minutos. Em Turim, o torneio masculino reunirá 12 equipes e o feminino, oito.

HÓQUEI NO GELO

História

A origem do esporte e de suas regras se deu em 1860 no Canada. Dez anos mais tarde estudantes da Universidade McGill em Montreal padronizaram as regras básicas do jogo. Em 1893, o hockey no gelo foi introduzido a nível Universitário nos EUA. A Federação Internacional de hockey no gelo foi fundada em 1908 na cidade de Paris.

A modalidade fez parte do programa das Olímpiadas de Verão de 1920 na Antuérpia, Bélgica, mas em 1924 passou a integrar os Jogos Olímpicos de Inverno na sua 1a edição em Chamonix, na França. Já o hockey no gelo feminino passou a fazer parte das Olímpiadas somente a partir de 1998 nos Jogos de Inverno de Nagano, Japão.

Hockey no Gelo é um esporte de contato físico e assim sendo requer o uso de capacete, visor, luvas,e várias coberturas de proteção (joelheira, cotoveleira, ombreira, caneleira, etc). O goleiro utiliza coberturas de proteção ainda maiores do que a dos jogadores. Os patins de hockey no gelo são feitos de couro e com lâminas de aço.

O Taco (Stick) e o “Puck”

O taco (stick)

São feitos de materiais diversos (madeira, alumínio ou grafite).

O Puck: A bola do jogo na verdade é um disco (puck) feito de borracha vulcanizada, e chega a atingir velocidades de 160 km/h ! Velocidades de 190km/h já foram registradas durante partidas da NHL (Liga Americana de Hockey no Gelo).

A Pista de Hockey no Gelo

Tamanho: 30m x 60m
Custo para construção da pista de gelo: R$ 12 milhões de reais

A Competição

Duas equipes de 6 jogadores tentam marcar o maior número de gols possível. Os gols são marcados quando o disco – “puck” feito de borracha, atravessa totalmente a linha do gol adversário depois de ser tocada pelo taco -"stick". Cada equipe tem 3 atacantes (1 meio-campo e 2 pontas), 2 na defesa e o goleiro. Uma partida de hockey no gelo é divida em 3 tempos de 20 minutos, com dois intervalos de 15 minutos. O hockey no gelo é considerado o mais rápido entre todos os esportes de equipe.

HÓQUEI NO GELO

Como o hóquei começou?

A criação do hóquei no gelo não pode ser ligada a nenhuma pessoa ou acontecimento. O jogo provavelmente evoluiu de algum esporte de campo inglês como o hurley e o shinty. A palavra hóquei pode ter vindo da palavra francesa hoquet, que era o nome dos bastões em forma de gancho usados para rebater as bolas ou que serviam de rolha. Esses esportes eram similares ao hóquei de campo e ainda são jogados hoje em dia.

Durante o inverno, alguns jogadores devem ter tentado jogar no gelo. Os longos e gélidos invernos do Canadá permitiram que essa variação ficasse famosa rapidamente no século XIX, e o jogo também se espalhou pelos países escandinavos, assim como pela Rússia. O hóquei se desenvolveu de forma independente na Rússia, até o programa de hóquei russo se converter ao estilo e regras canadenses nos anos 30.

O primeiro jogo de hóquei documentado aconteceu no dia 3 de março de 1875, em Montreal, Quebec. Os primeiros jogos apresentavam nove jogadores em cada lado no gelo, em uma pista quadrada que não tinha bordas. Apenas um pequeno degrau separava a multidão do jogo. Após várias décadas, o jogo se transformou lentamente no que seria o hóquei moderno: O número de jogadores no gelo diminuiu; os jogadores começaram a disparar lançamentos que voavam, forçando os goleiros a adotarem proteções grossas para as pernas e largos tacos laminados.

Ainda que as regras da National Hockey League (em inglês) (Liga Nacional de Hóquei) sejam diferentes da Européia e do hóquei internacional em alguns aspectos, a NHL é considerada a primeira liga de hóquei no mundo. Vejamos as regras da NHL.

O hóquei é jogado em uma pista de gelo de 61 m (200 pés) de comprimento por 26 m (26 pés) de largura. As redes têm 1,8 m (6 pés) de largura por 1,2 m (4 pés) de altura. O disco é de borracha vulcanizada com 2,5 cm (1 polegada) de espessura por 7,6 cm (3 polegadas) de diâmetro e pesa cerca de 170 gramas (6 onças). Os discos são congelados antes do jogo e mantidos num refrigerador para que não quiquem.

O jogo de 60 minutos é dividido em três períodos de 20 minutos. Se os times estiverem empatados ao final dos 60 minutos, uma prorrogação com morte súbita de 5 minutos é disputada. Nas finais, os times continuam jogando prorrogações com morte súbita de 20 minutos até um dos times marcar.

Seis patinadores por time estão no gelo de cada vez: um goleiro, que fica no gelo por todo o jogo (exceto se machucado), e cinco patinadores que ficam em turnos rotativos que duram de 30 segundos até dois minutos ou mais. Normalmente, existem três atacantes (ala esquerda, ala direita e centro) e dois defensores. Em certas situações, alguns times jogam com quatro atacantes e um defensor.

A linha vermelha

A linha vermelha central é pintada de maneira pontilhada ou espaçada e as linhas azuis são contínuas. Não foi sempre assim. Quando os jogos de hóquei foram televisionados pela primeira vez, era difícil distinguir as linhas nas TVs em preto e branco, então passaram a pintar a linha vermelha de forma diferente.

Uma pista de hóquei é definida por uma linha central vermelha, que divide a superfície em duas metades de 30,5 m (100 pés) cada. Ainda existem as linhas do gol que passam pela pista a 4 m (13 pés) de cada fundo e 18 m (60 pés) a partir de cada linha do gol tem uma linha azul, que demarca o limite da zona de defesa de cada time.

As redes são posicionadas com suas frentes para a linha vermelha do gol. Para marcar um gol, os jogadores precisam levar o disco até a rede do time adversário. O disco precisa cruzar totalmente a linha do gol para valer. Ele pode desviar de qualquer parte da superfície da pista, ou qualquer jogador que estiver no gelo, incluindo os pés, antes de entrar na rede, e ainda contar como gol. Há algumas exceções: Se o disco é chutado ou batido com a mão, o gol será anulado. O disco também não pode ser rebatido com o taco acima dos 1,20 m da trave.

Existem dois juízes de linha no gelo durante o jogo. Seu trabalho é apitar impedimentos e lançamentos aleatórios. Dois juízes também fazem parte de todos os jogos da NHL. Eles podem ser diferenciados dos juízes de linha por suas braçadeiras brilhantes na cor laranja.

Quando um jogador vai para o lado do outro time, o disco tem que cruzar a linha azul antes dos seus patins. Se os dois patins de qualquer atacante cruzar a linha azul antes do disco, é marcado impedimento. O resultado é um confronto direto.

No começo de cada período, após as pausas devido aos gols, pênaltis ou após o disco ter saído da pista, a partida é iniciada com um confronto direto. Os dois jogadores centrais de cada time se encaram na área de confronto direto indicada pelo oficial, e os outros patinadores se alinham a pelo menos 4.6 m de distância. O oficial solta o disco entre os dois jogadores e eles competem pela posse usando seus tacos e pés.

O hóquei tem um segundo jeito de marcar impedimento, conhecido como passe de linha dupla. Como diz o nome, um impedimento de linha dupla é marcado se um jogador receber um passe que tenha cruzado uma das linhas azuis e a linha vermelha central antes dele ter tocado no disco.

A última "regra de linha" no hóquei é o lançamento aleatório. Esta regra foi implementada décadas atrás para prevenir que os times simplesmente ficassem batendo na bola por toda a quadra para gastar o tempo. Se um jogador lança o disco do lado dele para o lado adversário e o disco cruza a linha do gol sem que ninguém toque nele, e um jogador adversário que não seja o goleiro toca nele primeiro, um lançamento aleatório é marcado para o time atacante. Isso leva a um confronto direto no lado do time atacante. Mas se alguém no time atacante for o primeiro a tocar no disco, ou se o goleiro do time que está na defesa tocar nele primeiro, o lançamento não é marcado.

Carl Tuch, engenheiro elétrico, acordou no feriado do Dia do Trabalho, e com suas duas malas foi para o aeroporto pegar o avião às seis horas da manhã de Siracusa para Las Vegas. Seu filho Alex, ala direita do Vegas Golden Knights, time da liga nacional de hóquei no gelo dos Estados Unidos, era o único com as maiores chances de sucesso. Ele havia marcado oito gols no mês anterior a caminho das finais da Western Conference em Edmonton, Montana.

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Carl Tuch construiu e manteve um rinque de gelo no seu quintal durante 18 invernos consecutivos e, em julho, instalou uma tela de 150 polegadas com projetor na parte de trás da sua casa de verão em Wellesley Island, Nova York, a 1,6 quilômetro da fronteira com o Canadá, pouco antes de a Liga Nacional de Hóquei (NHL) iniciar sua temporada em dois ambientes fechados no Canadá. Com a liga não permitindo público durante os jogos, ele ficou irritado por não estar na plateia, mas decidiu que uma tela no seu quintal era o melhor a fazer.

Mas quando Alex Tuch, de 24 anos, disse que as famílias dos jogadores estavam autorizadas a assistir à final da Stanley Cup presencialmente, seu pai pegou o avião imediatamente e se submeteu a uma semana em quarentena na casa do filho. Não havia garantias de que o Golden Knights, equipe mais bem classificada no Oeste, chegaria tão longe, ou que Carl Tuch acompanharia a equipe por causa da proibição do Canadá de entrada de americanos no país.

Mas se o Vegas vencer e o Canadá receber a equipe, um grupo de pais irá para Edmonton num avião reservado pelo time. À espera, Tuch aproveitava o bourbon Woodford Reserve do filho enquanto assistia ao jogo, vendo Alex marcar seu nono gol contra o Dallas Stars e se submetendo a testes diários para a covid-19. "Não o via desde fevereiro. Por muito tempo não o tenho visto. Estava torcendo".

Os pais dos atletas, por causa dos inúmeros riscos da pandemia, vêem-se impedidos de comparecer a muitos locais de competição na retomada das atividades esportivas e buscam brechas e voos de último minuto na esperança de torcer pelos filhos pessoalmente e não por meio dos programas ou transmissões ao vivo pela TV. Acostumados a assistir a um jogo no meio a grandes multidões, alguns estão acordando os vizinhos quando comemoram assistindo a uma partida no seu quintal.

Todos reconhecem que perdem alguns momentos que ocorrem uma única vez numa carreira. Quando o lançador do New York Mets, David Peterson, soube da sua promoção para as grandes ligas em julho, ele telefonou para sua mãe, Shannon, que vive em Denver, para contar a ela que logo começaria jogar a principal liga de Beisebol em Fenway Park. Os dois comemoraram distantes quase três mil quilômetros um do outro.

"Era tudo o que eu queria, não poderia estar mais feliz por ele", disse ela. "Mas ao mesmo tempo estou triste porque o que eu gostaria era estar lá para apoiá-lo". Quando desligou o telefone, ela se comunicou com o agente dele, Mark O'Brien."Quais são as chances de conseguirmos uma exceção?", perguntou.

Ela recordou quando seu filho ainda usava fraldas, colocando uma luva na mão errada e declarando seu desejo de jogar numa grande liga. "Bem, melhor começar a praticar", disse ela na época.

Ele mais tarde começou as práticas e ela sempre o acompanhou. Quando Peterson tinha nove anos de idade, seu pai, Doug, morreu, e a mãe assumiu o papel de jogar com o filho. Viajou com ele pelo país acompanhando-o nos jogos. Eles conversaram sobre sua eventual estreia quando jogava em times menores, mas ela nunca imaginou ficar sentada numa sala assistindo a um jogo nervosa demais para ver com outras pessoas.

Depois de ele fazer 5 2/3 entradas em 28 de julho e se safar de uma barragem de bases e chegar a uma vitória, ela enviou a ele uma mensagem. "Fiquei muito feliz", disse.

Andrea Walker é sempre uma figura predileta dos produtores de TV quando seu filho Kemba, de 30 anos, joga. À medida que o filho crescia, Andrea procurava atender a todas as suas necessidades, levando até rabo de vaca, da sua casa no Bronx, para ele, quando jogava na universidade de Connecticut. Durante a disputa pelo título no campeonato da NCAA (National Collegiate Athletic Association), em 2011, toda vez que as câmeras focavam nas suas proezas em campo, elas também mostravam sua mãe saltando na arquibancada.

Quando o Charlotte Hornets o recrutou, ele comprou para ela uma casa distante 25 minutos de onde ele morava. Quando ele se mudou para Boston, no ano passado, depois de oito temporadas no Hornets, ela permaneceu em Nova York, mas em novembro estava de volta na arena de Charlotte torcendo pelo Celtics e vestindo a camiseta de número oito, do filho, com a frase MAMA WALKER bordada nas costas.

Mas Andrea teve de assistir aos jogos da sua varanda envidraçada na Carolina do Sul quando o Celtics retomou as partidas este verão, e se perguntando o que os vizinhos estariam pensando dos seus gritos durante os jogos tarde da noite.

Mas então a NBA anunciou que as famílias poderiam entrar no estádio depois da primeira rodada dos playoffs. Para se juntar ao contingente do Celtics, ela voou para Boston e depois para o campus da NBA na Flórida com membros das famílias de Jayson Tatum e Jaylen Brown, num avião particular. Eles ainda tiveram de passar por uma quarentena durante sete dias uma vez que a série do Celtics contra os Raptors se estendeu para sete jogos.

Na noite anterior ao sétimo jogo, Kemba telefonou para a mãe pelo FaceTime. "Vocês podem vir ao jogo?", ele perguntou. "Não, por isso vocês têm de vencer!", ela respondeu.

Ela assistiu à partida do seu quarto no hotel Grand Floridian, com um segurança estacionado no corredor diante da sua porta. Quando o Boston vencer, os membros das famílias dos jogadores abriram as portas dos quartos - ainda tendo de respeitar os protocolos e não podendo sair nos corredores - e gritaram.

De volta a Las Vegas, a aposta de Carl Tuch não deu bom resultado. O Golden Knights foi derrotado pelo Dallas Stars em cinco jogos, impedindo-o de ver seu filho jogar ao vivo.

Mas a família já está planejando seu próximo evento de hóquei. A mãe de Alex, Shannon, não foi a Las Vegas, pois o casal tem gêmeos que acabaram de entrar na faculdade este semestre: Leah entrou na universidade do Estado de Nova York e Luke é calouro na universidade de Boston. Ele também deverá ser selecionado na segunda rodada de recrutamento da NHL, que se realizará em outubro. A família está imaginando como conseguirão se reunir, se Luke volta para casa para a ocasião ou os pais irão a Boston. De qualquer modo, Carl pretende ver Luke jogar hóquei na universidade este inverno. "Se eles jogarem e me autorizarem a assistir, eu irei". / TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO

Justin Bieber entra em briga durante jogo de hoquei no gelo

Justin Bieber é um verdadeiro fã de hóquei no gelo e aproveita o seu tempo livre para praticar um pouco e também relaxar, mas acabou por acontecer exactamente o contrário

Justin Bieber é um verdadeiro fã de hóquei no gelo e aproveita o seu tempo livre para praticar um pouco e também relaxar, mas acabou por acontecer exactamente o contrário

Durante a sua participação num jogo, na liga Beer no Toyota Spots Center, um dos jogadores partiu o seu taco e não pediu desculpas, o que irritou bastante o cantor.

O momento foi registado no Snapchat por um dos espectadores e foi divulgado pelo site americano, TMZ. Justin entrou no jogo com a camisola número 23 que dizia “Biebes”, e o jogador chateado,que parte o taco e agarra o cantor, com o número 2.

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Por Que É Permitido Lutar No Hóquei No Gelo?

Autor: Charlene Ryan Ultima Atualização: Janeiro 2021

A tradição de luta frequente no hóquei no gelo amador e profissional faz parte do esporte há muitos séculos e os fãs adoram quando indivíduos ou equipes lutam. Ao contrário da crença popular, a luta é punível no jogo, embora seja tolerada. As multas são menores, geralmente cinco minutos fora do jogo. Essa situação é diferente em outros esportes em que a luta atrai suspensão, ejeção e multas enormes. A cultura de luta no hóquei no gelo atende pelo nome de “o código” no que as autoridades dizem que está permitindo que o jogo se policie fazendo alguém pagar as consequências de fazer algo ruim. Algumas lutas são leves, enquanto outras são graves e causam derramamento de sangue e danos às partes do corpo. Desde os primeiros 1900s, a luta no esporte tem diminuído à medida que o jogo se desenvolve e mais regras são colocadas em prática para proteger os jogadores.

História

Desde o início do esporte, a luta tornou-se inevitável devido à natureza competitiva do esporte, às emoções dos jogadores e aos equipamentos que eles usam. Existem diferentes razões dadas por que a luta ocorre, incluindo falta de regras durante o desenvolvimento inicial do esporte e crime e pobreza nos bairros canadenses onde o esporte se desenvolveu. A inclusão das linhas azuis no 1918 que permitiram a passagem para a frente na zona neutra aumentou o jogo físico que favoreceu ainda mais a luta. Além disso, a introdução de fiscalizadores para proteger os manipuladores de puck só piorou a situação. Em 1922, a NHL introduziu "fisticuffs", também chamado de Rule 56, que punha em penalidade de cinco minutos a luta contra os jogadores, ao invés de ejetá-los do jogo. Por esta altura, diferentes grupos de interesse tinham desenvolvido estratégias de marketing com foco na rivalidade das equipes da NHL, consequentemente aumentando o interesse do público. Entre 1920 e 1960, a luta era rara, mas brutal. Além disso, a NHL testemunhou a assinatura de mais aplicadores que possuíam menos habilidades de jogo para proteger suas talentosas estrelas ofensivas. O número de lutas subiu nos 1980s e as equipes responderam assinando mais reforços, no entanto, dos 1990s em diante, os combates diminuíram à medida que as equipes passavam por habilidades e habilidades de patinação, o que reduzia o número de executores e aumentava o número de jovens. jogadoras.

Causas das Lutas e o Papel dos Executores

A luta é uma consequência de várias situações relacionadas ao jogo, incluindo retaliação, dissuasão, intimidação, proteção de jogadores e criação de ímpeto. Outras razões podem ser pessoais, como sangue ruim entre os jogadores, vingança ou até mesmo a necessidade de um executor de manter seu emprego. Os executores não têm um papel oficial, mas jogam em turnos como todos os outros jogadores, no entanto, seu papel principal é evitar que os jogadores adversários não joguem duro. Eles também impedem o jogo físico excessivo das “pragas” da equipe adversária e são conhecidos como “valentões”.

Regras de Luta

Como a luta é inevitável, regras específicas orientam o esporte para garantir a segurança dos jogadores. Para começar, no início de uma luta, ambos os jogadores devem soltar suas varas que poderiam ser armas e remover suas luvas de couro e plástico que podem aumentar a lesão. Os jogadores nunca discutem as regras, mas levam-nas a sério, especialmente a etiqueta. Para começar uma briga, o executor oposto deve concordar com uma briga verbal ou fisicamente e, portanto, um executor pode facilmente evitar a penalidade de instigador, ao mesmo tempo em que também exclui participantes que não querem lutar. Os executores lutam entre si e respeitam-se mutuamente de tal forma que não lutam contra um executor não disposto ou ferido. Lutar contra um executor ferido afasta o ego de um executor, e assim está lutando contra um executor que está prestes a terminar seu turno porque está cansado. Os lutadores também seguram a camisa do adversário e lutam com uma mão para manter o equilíbrio no gelo.

Os jogadores na luta devem perder ou ganhar de forma graciosa, caso contrário, eles podem perder o respeito de seus fãs e companheiros de equipe. Por fim, não se deve lutar ou ferir árbitros ou bandeirinhas ou iniciar uma luta contra um adversário que tenha pontuado de forma justa. Para evitar as lutas, os oficiais também devem orientar o jogo de forma justa chamando todas as faltas. Quando uma briga irrompe, os oficiais se comunicam sobre qual jogador cada um tomará enquanto limpam os bastões e objetos perigosos e apenas separam a luta quando ela é segura, no entanto, eles devem separar imediatamente uma briga assim que um jogador ganhar uma vantagem significativa. sobre o outro. Durante todo esse tempo, o árbitro deve registrar no piquete que dará uma penalidade. Uma vez que os árbitros os separam, a luta deve terminar e o não cumprimento dessas regras leva a uma penalidade de má conduta, suspensão ou até multas no jogador e, às vezes, no técnico. Estas regras e penalidades variam ligeiramente com a liga e a competição.

Declínio na luta contra incidências

Os fatores que levaram a uma redução nas lutas incluem a substituição dos "socos" pela Regra 46, dando aos árbitros mais poder e a criação da regra "Terceiro Homem", que visava eliminar a briga de compensação, permitindo a expulsão de um jogador que se juntasse a um grupo. luta já progredindo. Há também uma regra para suspender o primeiro jogador de cada equipe que se junta a uma luta do banco quando não está jogando. A partir da 1992, a NHL introduziu a “Regra do Instigador” que dá ao iniciante da luta uma penalidade adicional de dois minutos.

Lutando nas Olimpíadas

A luta não é permitida no hóquei olímpico, com o lutador inicial recebendo uma penalidade de jogo e expulsão. Outros jogadores podem receber pequenas penalidades por retaliação, penalidades por má conduta de jogo por intervirem em uma briga, ou penalidades de má conduta pela remoção de luvas durante uma briga. Além disso, as jogadas que continuam a lutar depois de terem sido indicadas para parar pelos oficiais podem levar a uma penalidade menor dupla, penalidade maior e penalidade de jogo impróprio ou penalidade de jogo.

Autor: Charlene Ryan

Charlene Ryan é uma jornalista de 33 anos. Criador dedicado. Fanático do Twitter. Nerd de café. Explorador extremo. Viciado em mídia social. Zumbi lustre. Aluna. Amante de cerveja.

Hóquei no gelo. Há um nome português no grande circo sobre patins!

O Campeonato do Mundo de hóquei no gelo entra, agora, na fase a eliminar. Com a final marcada para o próximo domingo, em Colónia, já definiu os grandes favoritos, com o Canadá à cabeça

Quando a vida nos leva para lá das fronteiras de países como a Suécia, a Rússia ou a República Checa, por exemplo, e só para dar exemplos europeus, já que a América do Norte vive desportivamente noutro mundo, se assim se pode dizer, é que percebemos a força que o hóquei no gelo tem em sociedades, no mínimo confortáveis na sua vida debaixo de temperaturas largamente negativas. É bem verdade que a moda deste desporto meio estranho, com laivos de violência regularmente aceite - exceptuando, como é óbvio, as inenarráveis cenas de pancadaria que surgem, espontâneas, para gáudio de adeptos com gostos circenses -, também já chegou a Portugal. Pudemos, a devido tempo, trazer até às páginas deste seu jornal a curiosa disputa de jogos de hóquei no gelo levadas a cabo (quem diria?) na praça de touros de Elvas, local que tem tanto que ver com gelo como o toucinho com Mafoma. Mas hoje cabe-nos falar do Campeonato do Mundo que se disputa, neste momento, entre Paris e Colónia, e que entra na fase dos quartos-de-final.

Explique-se, para os mais leigos ou mais distantes, que serão muitos, com certeza, e não é motivo de espanto, logo agora que o país se atira para fora de pé dos trinta e muitos graus do senhor Anders Celsius, que os Mundiais de hóquei no gelo se disputam anualmente desde 1930, tendo os torneios dos Jogos Olímpicos de 1920 e dos Jogos Olímpicos de Inverno de 1924 e 1928 sido considerados como primeiras edições. Daí para cá, sendo interrompidos pelo advento da II Grande Guerra, tiveram as suas vicissitudes. Isto é, até 1968, nos anos de Jogos de Inverno, as duas competições geminaram-se.

Não é de admirar que nesta edição levada a cabo sob a égide dos personagens de Goscinny e Uderzo, Astérix e Obélix, e distribuida irmãmente pela Accor Arena e a Lanxess Arena, o Canadá tenha sido a primeira selecção a ultrapassar a fase de grupos - afinal falamos de um dos mais históricos membros desta confraria do gelo, se nos dão licença, com 26 títulos no bornal, só ultrapassados pela URSS/Rússia, com 27.

Os resultados dos canadianos até ao momento foram (quase) inequívocos - 4-1 à República Checa, 7-2 à Eslovénia, 6-0 à Bielorússia, 3-2 à França, 2-3 com a Suíça, nas penalidades, e 5-0 à Noruega. A fase final da prova alberga dois grupos de oito equipas. Os quatro primeiros classificados de cada grupo qualificam-se para os quartos-de-final, que se disputam a partir de amanhã, e os últimos descem para a chamada I Divisão A.

Encaixado no Grupo B, o Canadá é um dos grandes favoritos à vitória final, até porque campeão em título. Aliás, bi-campeão em título já que triunfou em 2015 e 2016, batendo nas finais respectivas, a Rússia e a Finlândia. No Grupo A, Rússia, Suécia e Estados Unidos estão também nos quartos-de-final (resta saber a classificação final par que lhes sejam atribuidos os adversários), sendo a Alemanha, Letónia e Dinamarca candidatas ao lugar que sobra. Junto com o Canadá, no Grupo B, seguirão a República Checa, a Suíça e a Finlândia, com a desilusão a tomar conta de uma das equipas da casa, a selecção francesa que, apesar de não ter palmarés relevante na competição, criou expectativas talvez exageradas, pelo que foi possível seguir nas páginas desportivas da sua geralmente tão chauvinista imprensa. “Bof! Comme d’habitude”, cantaria Claude François bem antes da versão de Sinatra.

Da Costa. Curiosamente, é de ascendência portuguesa uma das grandes figuras da equipa de França neste Mundial. “Houve uma pressão excessiva sobre nós, muito porque jogávamos em casa”, disse ontem ao L’Équipe. “A derrota frente à Noruega, logo na abertura (2-3) marcou-nos bastante. Entrámos com esperanças, mas foi um choque”. Com duas vitórias e duas vitórias nnas penalidades - não há empates, a vitória vale 3 ponos, a vitória no dsempate vale 2 pontos e a derrota no desempate vale 1 - a França ficará fora da fase decisiva.

Stephane Da Costa, assim mesmo com o D maiúsculo, à francesa, é neto de portugueses. Nasceu em Paris, de mãe polaca. Tem 27 anos e os irmãos, Teddy e Gabriel, também são profissionais de hóquei no gelo, o primeiro numa equipa finlandesa e o segundo no campeonato gaulês. A sua carreira tem-se dividido entre o Canadá (Ottawa Senators) e Estados Unidos (Texas Tornado, Binghamton Senators, Merrimack College, Sioux Mousketeers). Actualmente pertence ao CSKA de Moscovo.

Com mais de quarenta internacionalizações pela França, Da Costa viveu o seu grande momento internacional na histórica vitória sobre o Canadá, no Campeonato do Mundo de 2014, marcando dois golos. “O nosso grande objectivo era o apuramento”, confessou. “Mas isso não pode impedir-nos de ficarmos contentes com o que foi feito até aqui”.

Com a final marcada para o próximo domingo, dia 21, o 2017 IIHF World Championship, como é oficialmente designado, terá um resto de semana fervilhante. Principalmente para os apaixonados por uma modalidade que nunca foi muito do gosto dos povos do sul, embora a Itália tenha atingido a divisão principal - irá descer esta época. A Lanxess Arena de Colónia, no bairro de Deutz, na margem direita do Reno, será invadida por mais de 18 mil espectadores. O inferno ao redor do gelo.

Depois da reforma, Petr Cech será. guarda-redes de hóquei no gelo

A notícia surpreendeu quase todos, mas em especial os adeptos do clube semi-profissional de hóquei no gelo Guilford Phoenix. Petr Cech, o checo que durante anos defendeu a baliza de clubes como o Chelsea de Mourinho e o Arsenal de Wenger, foi anunciado como a nova contratação do modesto emblema do segundo escalão inglês de hóquei no gelo (zona sul).

Petr Cech voltará assim a um papel que conhece muito bem, mas numa modalidade que não pratica desde os tempos da juventude. O experiente guarda-redes revelou que este era um sonho de criança, e garantiu aos adeptos do Guilford Phoenix que os seus 20 anos de experiência como futebolista profissional o iam ajudar a adaptar-se facilmente às necessidades da equipa.

O que fazem os futebolistas depois da reforma?

Só o tempo dirá se o guardião checo terá o que é preciso para ser bem-sucedido num desporto tão diferente do futebol como o hóquei no gelo; no entanto, a sua repentina mudança de carreira pode ser comparada a várias outras com que, ao longo dos últimos anos, vários ex-futebolistas nos surpreenderam. Em homenagem a Petr Cech, decidimos compilar uma pequena lista com algumas das mais bruscas mudanças de carreira alguma vez operadas por futebolistas retirados.

Falamos do ex-guarda-redes alemão de equipas como o Werder Bremen, o Bayer Leverkusen, e o Hoffenheim, que para além disso conta com 6 internacionalizações pela sua selecção. A carreira de Tim Wiese pode ser resumida como um sucesso, mas após a sua retirada em 2016/17 (altura em que jogava no modesto SSV Dillingen) ninguém poderia adivinhar que o atleta iria aceitar um convite da WWE para se tornar wrestler profissional! O popular franchise de entretenimento dos Estados Unidos não perdeu tempo e inscreveu o guardião alemão no seu centro de treinos assim que teve oportunidade.

Ainda se lembra deste guerreiro centro-campista dinamarquês? Thomas Gravesen encantou o futebol europeu ao serviço do Hamburgo e do Everton, e chegou mesmo a ter a oportunidade de fazer parte do plantel do Real Madrid (embora a experiência não tenha corrido muito bem). Mas depois da sua reforma em 2008, o trinco decidiu que queria continuar a vencer e tornou-se jogador profissional de poker! Ainda activo, Gravesen destaca-se pela sua ímpar capacidade de fazer dinheiro com as cartas, e já soma lucros de carreiro na ordem dos 80 milhões de libras. Da próxima vez que passar pelo casino do estoril ou pelo poker pt 888, tenha cuidado: Thomas Gravesen pode estar à sua espera!

Mais do que apenas um jogador de futebol, George Weah foi um enorme símbolo do valor do futebol africano e em especial da sua terra-natal da Libéria. O avançado jogou por emblemas como o Milan, o PSG, ou o Monaco; mas foi depois de se retirar que ele assumiu a posição de maior responsabilidade da sua vida: ser presidente da Libéria. O ex-craque foi eleito democraticamente pelo povo do seu país e tomou posse no dia 22 de Janeiro de 2018.

Os adeptos do futebol conheciam este guarda-redes como Pinto, mas hoje em dia talvez seja melhor referir-se a ele como J. Pinto. Da mesma maneira que Pablo Osvaldo, ex-avançado do FC Porto, trocou as chuteiras pela mundo da música, Pinto pousou as luvas de guarda-redes para começar a girar botões em mesas de mistura como DJ. Este ex-guardião de estilo exuberante até pode nunca ter jogado por Espanha, mas foi durante mais de uma década um dos guarda-redes mais estáveis e de confiança do campeonato espanhol. Liderou a baliza de clubes como o Real Bétis e o Celta de Vigo até que assinou pelo Barcelona para se tornar no eterno suplente de Victor Valdés.

Menos recente que outros dos nomes que evocámos, Faustino Asprilla será certamente um nome familiar para todos aqueles que acompanhavam o futebol durante a década de 90. Este carismático ponta-de-lança da Colômbia foi um dos principais responsáveis por quase tornar o Newcastle campeão pela primeira vez em mais de 50 anos. Depois de se retirar em 2004, na altura ao serviço do Cortuluá da liga colombiana, Faustino decidiu dar o exemplo aos mais jovens e tornar-se fabricante de preservativos. Certamente um ramo empresarial em que pouca gente está habituada a ver ex-jogadores de futebol!

O guarda-redes responsável por deixar J. Pinto no banco de suplentes é um dos futebolistas mais titulados de sempre e foi o guarda-redes do Barcelona desde os tempos de van Gaal até aos tempos de Tata Martino. Mas desde que ele deixou o emblema da Catalunha em 2014, a sua vida parece ter sido marcada por uma certa crise de identidade. O ex-guarda-redes ainda tentou ser treinador nas camadas jovens do Barcelona, mas acabou por se demitir após um par de jogos. Recentemente, ele acabou por surpreender todos e tornar-se investidor tecnológico. Victor Valdés lançou a aplicação de encontros românticos Hola Dating, que é inspirada no modelo do Tinder e cujo objectivo passa por ajudar homens e mulheres solteiros a encontrar a sua cara-metade.



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